30/03/2010

GNR ( BT vs UNT )

Associação Sócio-Profissional defende regresso da Brigada de Trânsito

A Associação Sócio-Profissional da Independente da GNR defende o regresso às regras que vigoravam antes da Brigada de Trânsito ter sido extinta. ...
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Há mais notas falsas de fabrico caseiro em circulação

Foram participados mais de 11.500 crimes de contrafacção e passagem de moeda falsificada no ano passado

Os métodos de produção de notas falsas são cada vez mais eficazes. As soluções caseiras têm dado resultado, já que há muitas notas que entram em circulação, sem que as autoridades descubram o autor da «obra». O alerta é dado pelo Relatório Anual de Segurança Interna.

Os crimes de contrafacção e passagem de moeda falda aumentaram 23%, tendo em conta as 11.546 participações registadas no ano passado, mais 2.171 do que no ano anterior.
O relatório assinala uma progressão semelhante nos dois crimes: a contrafacção de moeda aumentou mais de 15% e a passagem de moeda falsa cresceu quase 20%, em termos homólogos.

Extinção da Brigada de Trânsito da GNR levou a redução de multas

O número de multas de trânsito levantadas pela GNR diminuiu em quase 50 por cento no ano passado. Isso mesmo é apontado no relatório da comissão que avaliou o desempenho da Unidade Nacional de Trânsito (UNT) – criada em alternativa à Brigada de ...
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Operação Páscoa da PSP na estrada até 5 de Abril

A operação “Páscoa em Segurança”, organizada pela PSP, arrancou neste domingo nas estradas de todo o país e vai estender-se até ao próximo dia 5 de Abril.
Nos Açores, o Comando Regional, através do seu Núcleo de Imprensa e Relações Públicas, já fez saber que neste período intensificará também as acções de regularização e fiscalização de trânsito, com especial visibilidade nas principais saídas e entradas dos centros urbanos, nos períodos de maior fluxo de tráfego e em zonas de diversão nocturna, com especial incidência na fiscalização da condução sob o feito do álcool e/ou substâncias psicotrópicas.

PSP em formação intensiva no combate ao crime

A formação tem uma duração de duas semanas.
A Divisão da Polícia de Segurança Pública de Ponta Delgada promove uma formação de técnicas de intervenção para preparar os agentes para as situações de maior perigo que podem enfrentar no dia-a-dia.
Durante duas semanas, vários agentes policiais de todas as esquadras da Divisão da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Ponta Delgada, responsável pelas esquadras da PSP na ilha de S. Miguel e Santa Maria, participam num curso de formação de técnicas de intervenção policial em Ponta Delgada
Durante 15 dias, os elementos policiais de todas as esquadras do grupo oriental dos Açores receberão de forma intensiva esta formação, mesmo os que estão em funções administrativas, preparando assim os agentes para as situações de maior perigo que podem enfrentar no dia-a-dia.
JornalDiario

De jornalista a polícia

Andreia Parente É licenciada em Jornalismo pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Entrou este ano para o curso de oficiais de polícia e frequenta o 1.º ano. Ter uma profissão "sem rotinas" era o seu maior desejo. Chegou a trabalhar em algumas redacções de jornais regionais, mas não estava satisfeita. "Não evoluía e eu queria evoluir", afirma. Concorreu primeiro ao curso de agentes, entrou e desde 2007 que é agente. Fez patrulhas, policiamento de proximidade com idosos. Decidiu que podia fazer mais, ser oficial.

Da rua de um bairro de 'risco' a comandante

As escolhas na vida de Carlos Martins fizeram-se pelo lado errado. Recusando-o sempre. Dificilmente teria uma vida pior, não fosse uma avó que o criou. Cresceu sem os pais, que o abandonaram em criança, num bairro problemático do Porto, a Prelada. Quando entrou no Instituto e tinha de levar a farda para lavar ao fim-de-semana, pedia a avó que não a estendesse na rua, com medo que lha roubassem.
Quando via os miúdos na rua a seguirem os "maus caminhos" em vez de ir atrás deles pensava no seu próprio destino, "em encontrar uma maneira de combater as injustiças e proporcionar mais segurança para as pessoas de bem". Carlos Martins, 23 anos, considera-se um "sortudo". Parece saído de um filme do "sonho" americano, em que o impossível é possível. "Desde muito criança que aprendi com os maus exemplos. Por isso digo que sou um sortudo por ter chegado aqui. O primeiro quarto que tive foi aqui na escola, o primeiro computador que comprei e a carta de condução foi tirada com o dinheiro que ganhei aqui. Sou o primeiro na minha família a tirar um curso superior", conta, num fôlego emocionado.

Corrigir o que estava mal

Paulo Andrade Foi agente durante 4 anos. Na sua cabeça entendia que havia coisas que podiam ser mudadas para melhorar a motivação e a eficácia do seu dia-a-dia. "Só conseguia alterar as regras se fosse eu a mandar e esse foi a principal razão por que me candidatei ao curso de oficiais", recorda. Acabou o curso no ano passado e está a comandar a esquadra da Serafina, em Lisboa. O seu trabalho de curso foi o processo de identificação dos futuros oficiais com a PSP. O "prestígio da instituição" é uma das variáveis mais importantes.

Oficiais da PSP: mais 'cérebro' menos 'músculo'

A academia de oficiais bateu este ano o recorde de candidatos de todo o ensino superior. PSP vai privilegiar o 'intelecto'
O Instituto Superior, que forma os oficiais de topo da PSP, mudou as regras de acesso. Este mês foram publicadas em Diário da República as novas condições de admissão: as provas físicas são mais leves, dando assim um maior destaque à prestação intelectual.
Os dirigentes da força de segurança esperam, como primeiro impacto desta medida, uma verdadeira "invasão" de mulheres, as quais, desde a criação desta licenciatura, eram excluídas por alguns dos testes físicos.
(...)A criação de um quadro próprio de oficiais foi o primeiro passo para criar uma polícia que se quis civilista e especializada na criminalidade urbana. Desde aí foram aqui formados 394 oficiais, alguns dos quais estão hoje em lugares de topo na PSP. As novas regras vão ser aplicadas já no próximo concurso em Maio.

Bairros urbanos são dor de cabeça para a Polícia

O comandante da PSP manifestou-se, ontem, preocupado com a segurança nos bairros urbanos de Viseu. Paradinha é um deles. O desabafo foi feito numa reunião que reflectiu o aumento da criminalidade no distrito de Viseu em 2009 (14,5%). A A25 potenciou acréscimo.
Paradinha, Grilo e Galo são três bairros urbanos cuja segurança preocupa a PSP de Viseu. Muito mais do que o centro histórico onde, desde há alguns meses, está em vigor um Contrato Local de Segurança (CLS).
"A criminalidade no centro histórico nunca foi problema", declara o comandante da PSP, intendente Serafim Tavares, que recorre às estatísticas para justificar a sua opinião. "Durante o ano de 2009, verificaram-se nove situações de crime, nomeadamente furtos, naquela zona. Menos de um caso por mês", diz taxativo.

Nove furtos num ano
Serafim Tavares lembra que o reforço de policiamento no centro histórico começou em Março de 2009, motivado por preocupações dos comerciantes, e foi recentemente reforçado pelo Governo através da implementação do Contrato Local de Segurança em parceria com outras entidades. "Mas nunca foi nem será um problema. A meu ver haverá mais problemas de carácter social do que propriamente criminal".

Faltam 300 efectivos
A falta de efectivos nos quadros de pessoal das forças de segurança esteve em cima da mesa. A PSP regista um défice de 51 polícias (para um quadro de 284 elementos existem 233, segundo dados revelados em Janeiro deste ano). À GNR faltam entre 200 a 250 militares (o quadro prevê cerca de 1040 mas, na prática, contam-se pouco mais de 800), revelou ontem Amaral Dias. Apesar dos 119 novos elementos destacados para Viseu em 2009 (100) e 2010 (19).
Miguel Ginestal conta que, nos próximos meses, os efectivos possam ser ainda mais reforçados

Estatuto alarga o fosso entre oficiais e agentes da PSP

 O MAI fundamenta o novo estatuto no facto de haver demasiados operacionais para poucos oficiais. Ou seja, a orgânica da PSP é uma pirâmide larga na base e esguia no topo. Daí a prioridade em criar um quadro financeiro que permita a ascensão rápida na carreira de oficiais para os lugares de comando que foram criados no último ano, quando da restruturação da PSP que, no caso da Madeira, resultou nas novas divisões policiais.

"Má gestão do dinheiro público"
"Eu sei que há oficiais suficientes, por isso, não faz sentido nenhum", analisa o responsável pela ASPP. "Neste momento temos 3000 e tal oficiais para mais de 300 e tal chefes e subchefes, penso que é suficiente para o número de agentes. Muitos deles que são operacionais já assumem o comando de equipas, porque hoje em dia têm habilitações para tal: o agente detém, elabora relatório, submete à apreciação. Tudo com o que se confronta na rua consegue desenvolver todo o processo. Não me parece que seja por aí." Paulo Rodrigues conclui que o estatuto resume-se a "uma má gestão dos dinheiros públicos", uma opção que acaba por ser "lesiva para os interesses da PSP e do serviço público". Quem paga? É o cidadão. "Ficamos com ideia que há interesses que podem pôr em causa a seriedade da própria PSP", conclui.
 
"Dava para pagar 20 agentes"
"Com o subsídio de despesa de representação - que antes só o director nacional da PSP usufruía - mais a remuneração correspondente ao posto acima do seu, os oficiais podem auferir mensalmente mais 600 a 700 euros, dependendo do escalão de cada patente", responde Paulo Rodrigues, instado pelo DIÁRIO.

ASPP ameaça recorrer a tribunal
"Se tiver inscrito nas escalas de turnos e cumprir patrulhamento durante um ano vai receber 12 meses. Não tem de contabilizar as horas", contesta Paulo Rodrigues. O presidente da ASPP afiança que "se a Direcção Nacional insistir em entender isso de outra maneira vai ter de se explicar em tribunal".

Subintendentes já comandam as divisões
O Comando Regional da Madeira já tem novos comandantes nas divisões policiais. A mudança resulta da progressão da carreira de oficiais, que motivou, tal como já demos conta, da transferência para a Região, dos três novos subintendentes. A nomeação foi feita pelo comandante Jorge Cabrita e vigora desde a segunda semana deste mês.
Amigo de ‘Snake’ aos tiros na noite
Wilson atirou pedras contra discoteca e fez disparos por não entrar. Tentou fugir à PSP mas foi apanhado com pistola que pode ser roubada à polícia.
Os tiros ecoaram à porta do Plateau, ontem de madrugada, logo a seguir à chuva de pedras que os dez homens lançaram contra a discoteca, por lhes terem barrado a entrada. E o alerta chegou à PSP pelas 03h30 – mais uma vez o conhecido grupo de Chelas sacava das armas e espalhava o terror na noite de Lisboa. Entre eles estava Wilson Martins, amigo de MC Snake, morto a tiro em fuga à PSP há duas semanas. Ontem, também o suspeito de 21 anos tentou escapar. Foi perseguido e detido com uma pistola 7,65mm, calibre utilizado pelas polícias.

Código Deontológico do Serviço Policial

Resolução do Conselho de Ministros n.º 37/2002, de 7 de Fevereiro de 2002, regista a adopção deste código pelos profissionais da PSP e da GNR, comete ao Ministério da Administração Interna a divulgação pública deste código e determina a previsão de um módulo de formação em matéria de deontologia do serviço policial, com carácter obrigatório, nos currículos dos cursos de formação, prática e superior, ministrados aos agentes das forças de segurança.
O presente Código visa promover a qualidade do serviço policial, reforçar o prestígio e a dignidade das Forças de Segurança, bem como contribuir para a criação das condições objectivas e subjectivas que, no âmbito da acção policial, garantam o pleno exercício dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos.
A consagração de padrões ético-profissionais de conduta, comuns a todos os membros das Forças de Segurança é condição indispensável para um exercício credível e eficiente do serviço policial, enquanto parte integrante do Estado de Direito Democrático.
A adopção pelos membros das Forças de Segurança de um Código Deontológico do Serviço Policial vem ao encontro da Resolução n.º 690 da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, de 8 de Maio de 1979, e da Resolução n.º 34/169 da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 17 de Dezembro de 1979.

29/03/2010

Licenciados na PSP: “os mal amados”

O número de licenciados na Polícia de Segurança Pública (PSP) tem vindo a aumentar nos últimos anos. Muitos frequentavam já a universidade aquando a sua entrada na corporação, sendo igualmente comum o ingresso no Ensino Superior após algum tempo de exercício da actividade policial. Este aumento tem-se ficado a dever mais à massificação do acesso ao Ensino Superior, registada no País a partir do fim da década de 80, do que aos incentivos dados pela instituição policial.      

Constituindo uma mais-valia inegável, a PSP persiste teimosamente em não demonstrar grande interesse em enquadrá-los profissionalmente de acordo com as suas áreas de formação que, na sua globalidade, se apresentam de vital importância para a instituição. Embora alguns deles (muito poucos) tenham conseguido esse enquadramento, obtendo a sua reclassificação profissional (passando para o quadro de funções não policiais – categoria de Técnico Superior), o certo é que a grande maioria continua a não ser aproveitada.   

Tal situação, para além de acarretar consequências negativas para estes elementos, nomeadamente desmotivação, desinteresse, etc., é também prejudicial para a própria corporação. De facto, é de lamentar ver efectivos licenciados nas mais diversas áreas (Sociologia, Psicologia, Direito, etc.), exercendo funções idênticas às dos restantes elementos que não possuem qualquer formação académica. Inteiramente subaproveitados. Para cúmulo, isto acontece numa instituição que tão necessitada está de recursos humanos qualificados (única forma de conseguir dar resposta adequada às novas exigências). Nos dias de hoje, nenhuma organização se pode dar ao luxo de esbanjar os seus recursos humanos qualificados. A PSP fá-lo, não compreendendo que deste modo é ela própria que perde, e, por arrastamento, toda a sociedade. 

As causas desta má política advêm sobretudo da mentalidade militarista que continua a prevalecer na corporação e que durante muitos anos esteve mesmo formalmente inscrita nos seus estatutos. Esta não vê com bons olhos que um seu membro com formação superior, e que ocupa um posto hierárquico inferior, possa vir a desempenhar funções que o venham a colocar ao nível ou mesmo acima dos seus superiores hierárquicos. Mais do que o aspecto funcional, prevalece aqui a vertente hierárquico-militar. Daí que se ignore estes agentes, sempre com o receio de que possam vir a subir na carreira sem seguir os passos há décadas estatutariamente definidos. O que se pretende é que o elemento, independentemente de sua formação, se limite à sua posição de inferior hierárquico e não questione, nem reflicta sobre as ordens superiores.

Publicamente reconhecidos pela superstrutura policial como uma mais-valia (este é o discurso politica e socialmente correcto), o certo é que internamente os licenciados continuam a ser encarados como potencial ameaça à sobrevivência do sistema existente. Sentindo na pele toda esta situação, e cada vez mais desmotivados, só lhes resta um caminho: sair da PSP logo que surja uma oportunidade!

 SPP-PSP
Leonel Silva

DINOSSAUROS


Castelo Branco acolhe exposição mundial sobre dinossauros

Esqueletos, réplicas, crânios e ovos de dinossauros podem ser vistos até ao final de Outubro, no Centro de Exposições Nercab, em Castelo Branco, ...

Trinta espécies de dinossauros em exposição única‎ - Diário de Notícias - Lisboa
Dinossauros estão no Geopark Naturtejo‎ - Braga - Noticias
Dino Expo abre sábado‎ - Reconquista
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DINOSSAUROS

Foram mesmo os asteróides a causa da extinção dos dinossauros?

A comunidade cientifica continua com a polémica sobre o que terá causado a verdadeira extinção dos dinossauros, sendo que a probabilidade de ter sido asteróides era a mais certa para já. Depois da analise da tese sobre a extinção dos dinossauros ...
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Ao fim e ao cabo

Negligência

Um agente da PSP fez o que os regulamentos proíbem e o bom senso desaconselha: disparou durante uma perseguição – e matou o condutor do carro em fuga. Foi temerário e imprudente, revelou-se insensato e imaturo, agiu por impulso, sem medir as consequências, premiu o gatilho transtornado pela adrenalina. A atitude do agente Moreira, de acordo com o Direito em vigor, só o penaliza a ele: será acusado pelo Ministério Público, muito provavelmente, como autor de um crime de homicídio por negligência. Mas não devia ser assim ou, melhor, não devia ser simplesmente assim.

Nenhuma organização, regra geral, pode ser responsabilizada pela imprudência e o desleixo profissional de um dos seus – a não ser que ela própria seja compassiva com a negligência. As forças de segurança, e a Polícia de Segurança Pública no caso particular do agente Moreira, não fazem tudo o que é recomendável para evitar a incompetência e actos irreflectidos por parte dos seus agentes – principalmente quanto ao uso das armas de fogo. Não bastam os regulamentos, as recomendações operacionais, as directivas superiores. É escusado ser um académico entendido em assuntos de segurança para perceber que os polícias devem ter apurada instrução de tiro e intenso treino – que não têm.
O agente Moreira recebeu a nova pistola – uma Walther P99 de calibre 9 mm – e fez meia dúzia de disparos em Fevereiro de 2009: aprendeu a municiar a arma, a destravá-la e a premir o gatilho. Só voltou a sacá-la do coldre pouco mais de um ano depois – para, sem querer, matar um louco que não respeitou uma ordem para parar o carro. O lamentável episódio demonstra que o agente Moreira não conhecia a arma de serviço que carregava à cintura – e a culpa não é só dele: também é de quem não o instruiu devidamente. Dirão que estava proibido de utilizar a arma naquelas circunstâncias. É verdade. Mas o facto é que fez fogo – gesto revelador de uma perigosa impreparação. Sabe-se que o grupo de polícias perseguidores não era comandado por um graduado: o chefe da equipa ficou apeado quando a carrinha da PSP se lançou atrás do inconsciente em fuga. O agente Moreira teve um duplo azar. Além de não ter aprendido tudo sobre a arma, faltou-lhe o comando de alguém com juízo.
Com o gesto de Pilatos – lavando as mãos da insensatez de um agente – a Direcção Nacional da PSP em nada ajuda os seus 22 mil polícias e em nada contribui para a segurança nas ruas.
Manuel Catarino, Jornalista

Procuradora do Ministério Público fica dois anos suspensa

Magistrada furta roupa em loja

Uma procuradora adjunta do Ministério Público do Porto vai ficar inactiva durante dois anos por, a 13 de Outubro de 2006, ter furtado duas peças de roupa numa loja. A decisão foi tomada pelo Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) e, na última semana, confirmada pelo Supremo Tribunal Administrativo. A magistrada pediu desculpa e a direcção da loja retirou a queixa na polícia, mas mesmo assim o CSMP decidiu manter o castigo, por considerar que a procuradora-adjunta "atingiu o prestígio, a imagem e a credibilidade da Magistratura que representa".

Ataque ao dinheiro das caixas do Intermarché demorou 4 minutos

Gang lança terror de metralhadora

Artilhados com arma de guerra e shotguns, quatro homens sequestraram clientes e funcionários de supermercado, forçados a deitarem-se no chão.

Atropelamentos

Oito mortos em atropelamentos

Dados revelados esta segunda-feira pela Polícia de Segurança Pública. Para inverter a tendência de aumento do número de atropelamentos, a PSP lançou no dia ...
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Falta de pneus pára carros da PSP


Confrontado pelo CM com esta situação, fonte do Comando da PSP do Porto remeteu esclarecimentos para os próximos dias. 

PSP em alerta receia vingança por causa da morte de "rapper"

Já no final da operação, foi recebido o alerta relativamente à existência de distúrbios na zona. Uma força foi enviada para a área e quando ali chegou dois indivíduos dentro de um Fiat Punto fugiram, logo que deram conta da presença da Polícia.
Pouco depois abandonaram a viatura e fugiram a pé, mas acabaram por ser detidos. Um deles envergava uma "t-shirt" associada a "MC Snake" e teria relações com o "rapper". Na busca ao carro, a PSP encontrou uma arma de fogo, Walther PPK, de 7,65 milímetros, similar à pistola que ainda é usada pela PSP.
A arma, no entanto, tinha os números de série rasurados, o que dificulta a identificação da origem.
A PSP não estabelece a ligação entre a ameaça de represália e a detenção, mas mantém o alerta.

“imediatamente”


CDS diz que novos polícias só em 2011 

“Em 2010, não vai haver uma única entrada na PSP e GNR, mas, em contrapartida, haverá reformas e aposentações”, salientou o deputado do PP, acrescentando que o Governo não levou em linha de conta a proposta do CDS, aquando do Orçamento de Estado, para que fosse efectivado de imediato o processo para entrada de novos elementos policiais.

Segurança

A PSP tem a seu cargo 330 Zonas Urbanas Sensíveis (ZUS), situadas em Lisboa, Porto e Setúbal, disse hoje o director nacional daquela força de segurança, Oliveira Pereira, adiantando que justificam a concentração da criminalidade nestas zonas

DIABO


De chefe da PSP a pastor evangélico

Dedicou-se durante anos à PSP. Esqueceu a família,  descurou o descanso e até ganhou a alcunha de 'Diabo', tal  o número de detenções que contabilizou. Mudou tudo no  dia em que um AVC o derrubou em plena esquadra policia

Presente ao procurador na posse de sua arma

Ex-PSP queixa-se que dois GNR o agrediram
Na sequência de um acidente que envolveu um dos militares e o queixoso, de 70 anos. 

Aplicações informáticas na Justiça

O Ministro da Justiça autorizou a abertura de procedimento que visa dotar o Ministério Público de uma Aplicação para a Gestão do Inquérito-Crime (AGIC), ferramenta que virá reforçar os meios tecnológicos e informacionais de apoio à investigação criminal, melhorando a comunicação com as polícias.

O Ministro da Justiça autorizou igualmente a abertura de procedimento com vista a reformular a infra-estrutura tecnológica do sistema CITIUS (projecto CITIUS PLUS), por forma a permitir a sua consolidação, robustecimento e expansão ulterior aos Tribunais superiores.

28/03/2010

155 detidos em operação nacional da PSP

Operação decorreu entre as 07:00 de sexta-feira e as 07:00 de sábado. ainda há dados por contabilizar

A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve 155 pessoas numa operação nacional de 24 horas denominada «Nós Providenciamos Segurança», de acordo com dados avançados pelo gabinete de imprensa daquela força de segurança.
A operação, que decorreu das 07:00 de sexta-feira às 07:00 deste sábado, envolveu todos os comandos nacionais, do continente e ilhas. Mais de metade das detenções foram motivadas por crimes como o tráfico de estupefacientes, posse ilegal de arma, mandados de detenção e furtos.

 

País - 45 condutores detidos em operação da PSP - RTP Noticias

País - 45 condutores detidos em operação da PSP - RTP Noticias

A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve 45 condutores em todo o país, numa operação designada "Nós Providenciamos Segurança". A maioria conduzia sob o efeito do álcool e algumas não tinham carta de condução. Foram realizadas pelo menos 200 intervenções em 24 hora. Os resultados ainda são provisórios, uma vez que faltam contabilizar os principais comandos nacionais.

Segway Police

Will police officers of the future be riding segways? I doubt it because they are too easy to outrun.