04/06/2010

ATROPELAMENTOS

PSP reduz número de atropelamentos

Nos três meses da operação da PSP «Pela vida, trave!», cinco pessoas morreram atropeladas nas cidades, depois de em Janeiro e Fevereiro terem sido oito as ...

Terreno para a PSP e GNR já está disponível

O secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, José Conde Rodrigues, disse, ontem, em Barcelos, que já foi disponibilizado o terreno para construir as instalações para o Comando Distrital da Polícia de Segurança Pública e para o Comando Territorial da GNR de Braga.
José Conde Rodrigues falava aos jornalistas no final da cerimónia de comemoração do 133.º aniversário do Comando Distrital de Braga da PSP.

Os compadres da Covilhã

02/06/2010

Tortosendo e Penhas da Saúde com novos postos da GNR

A Câmara Municipal da Covilhã e o Ministério da Administração Interna assinaram os protocolos para a construção do posto territorial da GNR no Tortosendo e da subunidade de montanha da mesma força nas Penhas da Saúde.

CONFIANÇA NA SELECÇÃO ESTÁ EM ALTA?

O que pensam os leitores do momento actual da Selecção? (veja em vídeo)

GNR tenta suicidar-se na Covilhã com tiro na cabeça

O homem deu um tiro na cabeça e, durante a noite, de acordo com o Correio da Manhã, que dá a notícia, encontrava-se em estado considerado muito grave no hospital daquela cidade.

GNR da Unidade Nacional de Trânsito de Vila Real  - Correio da Manhã

Livro "polémico" e "corajoso" aborda contradições na GNR

PSP muda de casa ainda este ano

O Comando da Polícia de Segurança Pública de Castelo Branco deverá mudar de instalações ainda este ano, para as actuais instalações da Direcção de Estradas de Castelo Branco, na saída sul da cidade. De acordo com o presidente da Câmara de Castelo Branco, Joaquim Morão, “foram desbloqueados todos os obstáculos para que essa mudança seja uma realidade ainda este ano”.
Segundo o autarca “vão ser feitas adaptações, por parte do Ministério da Administração Interna, na zona do logradouro, para que a PSP possa vir a ocupar quer o edifício principal, quer o espaço envolvente”.
Joaquim Morão, diz que neste processo a autarquia desempenhou um papel importante na mediação entre as partes envolvidas. O investimento rondará os três milhões de euros. “O novo Comando da PSP era um objectivo que perseguíamos e que agora vai ser concretizado”.

"FOTOS DO DESFILE DAS FARDAS NOVAS DA GNR-2010" - (Por: boinaazul1970)

28/05/2010

Cerca de 2500 polícias marcharam contra estatuto da PSP

Polícias não exigiram aumentos mas contestaram benefícios a oficiais
Um ano após todos os sindicatos do sector terem saído à rua numa jornada contra tal documento em vigor desde Janeiro de 2010, 2500 polícias marcharam, ontem, do Marquês de Pombal até ao Terreiro do Paço, em Lisboa, dizendo-se injustiçados pelo novo regulamento e acusando o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, de não se pronunciar em relação às propostas de alteração feitas nos últimos meses pelos profissionais da PSP.


PSP: cerca de dois mil agentes manifestaram-se em Lisboa


PSP acredita que manifestação cumpriu objectivo





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27/05/2010

PSP quadruplicou operações de policiamento em 2009


Quando esta tarde os profissionais da PSP começarem a descer a Avenida da Liberdade rumo ao Ministério da Administração Interna (MAI), no Terreiro do Paço, têm, pelo menos, 10 598 boas razões que legitimam as suas reivindicações junto do Governo. Esse é o número de operações de policiamento de visibilidade que realizaram em 2009, precisamente o quádruplo daquilo que tinha sido definido como meta anual pela Direcção Nacional.
E este é apenas um dos vários objectivos operacionais que foram superados pelos profissionais da PSP. Segundo o relatório de avaliação de desempenho que o DN teve acesso em primeira mão, há outros exemplos do esforço dos polícias (ver caixa ao lado), como nas acções de fiscalização à segurança privada, que foram três vezes mais do que estava nos objectivos; ou nas acções "pedagógicas" nas escolas, principal nas áreas mais problemáticas, onde a presença dos elementos desta força de segurança foi mais do dobro das vezes que os comandos tinham definido no planeamento anual.

Polícia recebida a tiro e com fruta nos bairros

Os jovens têm grande dificuldade em reconhecer autoridade à polícia e sentem-se impunes", diz ao CM o subintendente Hugo Palma, comandante da PSP de Sintra. Este é um sentimento que faz lei nas ruas dos muitos bairros problemáticos daquele concelho, tal como nos vizinhos de Cascais, Oeiras e Amadora. Somam-se furtos e roubos violentos – apesar de algum decréscimo nos números deste ano, face a 2009 – e ali combate-se o crime violento de coração nas mãos. Há polícias recebidos a tiro, com garrafas, pedras e até fruta congelada.

26/05/2010

Confusão


Os polícias estão indignados com o anúncio "demagógico" do ministro e acusam-no de querer desmobilizar a manifestação.
Afinal é falso o "contraciclo" com a restante administração pública, anunciado pelo ministro da Administração Interna, segundo o qual os polícias iam ter um aumento de 1,5%, além de outras subidas em suplementos. Segundo os sindicatos, o dito aumento - que não é sequer na massa salarial, mas na atribuição de um suplemento - representa cerca de 11 euros de média e não cobre, sequer a perda no ordenado (entre 20 a 25 euros) dos polícias que resultou do novo estatuto, que alterou a atribuição de subsídios.
Numa primeira reacção, o anúncio causou perplexidade, dado as medi- das de austeridade anunciadas para o Estado. Depois, os sindicatos esclareceram a "demagogia" de Rui Pereira, que acusaram de "tentar virar a opinião pública contra os polícias".
O governante negou também que as promoções estivessem estado "congeladas", conforme noticiou o DN na semana passada, entrando em contradição quer com a direcção da PSP quer com o seu próprio secretário de Estado Conde Rodrigues, que admitiu aos sindicatos essa situação (entretanto desbloqueada pelas Finanças).
"Só encontramos duas explicações para estas declarações extemporâneas do sr. ministro", assevera o presidente do maior sindicato da PSP, a ASPP, "uma é estar a virar os cidadãos contra a polícia, o que é uma irresponsabilidade, pois pode ter consequências graves a nível da segurança, outra é tentar desmobilizar a manifes- tação que temos marcada para quinta-feira. Acreditamos que não conseguirá nenhum desses objectivos".
Rui Pereira tentou, de facto, assinalar o "contraciclo" salarial na polícia, frisando que "neste ano em que a função pública não tem aumentos e em que há uma redução de salários dos titulares de cargos públicos, existe um aumento para a PSP e GNR". Mas foi infrutífero.
Bettencourt Picanço, presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) concorda com os aumentos. "Congratulamo-nos e esperamos que outros trabalhadores com as carreiras congeladas vejam a sua situação regularizada."
O ministro anunciou um aumento de 60 para 150 euros do subsídio de fardamento, mas Paulo Rodrigues lembra que esta verba "nunca chega aos bolsos dos polícias. É uma espécie de 'fundo' de onde é descontada essa despesa, sempre que um polícia vai ao armazém levantar uma peça de roupa". A ASPP diz que "até abdi-ca" dessa verba, desde que o MAI "conceda o fardamento adequado ao desempenho da missão sempre que necessário".

Só na Área Metropolitana do Porto faltam 1500 polícias


Só no comando do Porto faltam 1500 polícias. O mal-estar toma conta da PSP. Quinta-feira, os agentes saem à rua em mais uma manifestação de protesto. Nem as garantias do ministro - 1,5% de aumento da massa salarial- desmobilizam o protesto.
O ministro da Administração Interna, Rui Pereira, garantiu, ontem - no decorrer da inauguração das novas instalações das esquadras do Bom Pastor e da Foz, no Porto - que os agentes da PSP e da GNR vão ter este ano um aumento de 1,5% na remuneração ilíquida. Recordou, ainda, que subsídio de fardamento aumentou este ano de 60 para 150 euros.
"Justamente no ano em que não há aumentos na Função Pública e em que os titulares de cargos públicos vêem uma redução no seu salário, existe um aumento para estes profissionais. Estamos a actualizar o suplemento das forças e serviços de segurança, que subirá de 14,5% para 20% em três anos, aumentando já este ano 1,5%", referiu, acrescentando que "o subsídio de fardamento chegará aos 300 euros nos próximos quatro anos".
Sindicato contesta novo estatuto ...

24/05/2010

Polícias esclarecem ministro sobre motivo do protesto

“O que houve foi um aumento de 1,5% no suplemento das forças e serviços de segurança que   não compensa as reduções no suplemento de patrulha e nalguns suplementos como é o de especial de polícia (…). Os polícias não exigem aumentos salariais, o que exigimos é um estatuto que permita a progressão na carreira, para que os profissionais sintam motivados”, explicou Paulo Rodrigues.

Agentes têm de pagar do próprio bolso a perícia ao volante que pode salvar vidas

Polícias «guiam, mas não sabem conduzir»
A perícia ao volante pode ajudar a Polícia a cumprir a sua missão e a evitar acidentes, mas quem quer dominar o volante tem de pagar do seu bolso, o que leva a maioria a «guiar sem saber conduzir».(...)As técnicas, explicou Mário Belo, são independentes do carro que se conduz e dos mecanismos de segurança que as viaturas disponham. Por essa razão, no curso que está a ser administrado no Autódromo do Estoril são usados carros novos e velhos, com e sem mecanismos como o sistema de travagem ABS.
São os próprios instruendos a reconhecer a importância deste curso, como Américo Carvalho, que desempenha funções de motorista do grupo na Esquadra da PSP de Massamá.
Este tipo de condução «parece fácil, mas não é», acrescentou. «Não ganhamos muito, mas esta é uma formação muito importante para nós. Podemos salvar vidas sem ter nenhum acidente, pois não é fácil conduzir a grande velocidade sem pôr os outros em risco», disse.
Só o Corpo de Segurança Pessoal da Polícia de Segurança Pública (PSP) dispõe deste tipo de formação. Os outros conduzem como sabem e como podem.

Sindicato da PSP diz que ministro "enganou os cidadãos" ao falar em aumentos salariais de 1,5%

ASPP considera que polícias vão perder dinheiro com aumento de suplemento
Após ouvir o ministro da Administração Interna falar em aumentos para os polícias, a ASPP explica que a subida de alguns suplementos vão resultar em perdas para os polícias.

...O sindicalista acrescentou que com a entrada em vigor do novo estatuto profissional, com o qual a ASPP não concorda, há uma redução dos suplementos superior ao aumento anunciado. 

"O estatuto profissional que nós criticamos vai reduzir em dobro o suplemento patrulha e especial de polícia, retirando 20 euros aos polícias antes de os aumentar 11 euros, portanto não há qualquer aumento dos salários", acrescentou. 

Assim, a ASPP lança um repto ao Ministério da Administração Interna: "Os profissionais da PSP abdicam do subsídio de fardamento se o ministério conceder o uniforme adequado ao desempenho da missão sempre que seja necessário". 

A associação pretende também "deixar bem vincado" que a "manifestação não pretende exigir aumentos salariais, mas simplesmente um estatuto que sirva a instituição, os profissionais e melhore a eficácia da PSP junto dos cidadãos".



Rádio Clube 
A Bola 
TVI24








Rui Pereira não compreende manifestação de polícias

É com números que o ministro da Administração Interna tenta desmontar qualquer argumento que sirva de base à manifestação. “Justamente este ano, em que a função pública não tem aumentos, existe um aumento para a PSP e para a GNR. Nós estamos a actualizar o suplemento das forças de segurança, que vai aumentar de 14.5 para 20% das remunerações no prazo de três anos e mesmo este ano aumenta 1,5%. Quero recordar que o suplemento de fardamento, que no ano passado era de 60 euros, este ano aumenta para 150 euros e queria recordar que, no prazo de quatro anos, esse aumento vai ser de 60 euros para 300 euros. Em suma, toda a gente sabe que o Governo e o ministro da Administração Interna estão a fazer tudo para valorizar as carreiras policiais”, disse Rui Pereira.

23/05/2010

Polícias pagam as fardas sem comparticipação

Agentes estão há quase seis meses à espera dos 150 euros do subsídio (Vídeo)

Para poderem trabalhar, os polícias andam a pagar as fardas, da cabeça aos pés, sem qualquer tipo de comparticipação.

O ministério da Administração Interna extinguiu o subsídio mensal de 5 euros para fardamento e criou uma ajuda anual de 150 euros, no entanto, o subsídio previsto no novo estatuto está atrasado.
O Governo diz que a culpa é da direcção nacional da PSP. A PSP garante que a situação estará regularizada no prazo de 90 dias.
Quanto custa vestir um polícia?
Duas camisas, dois pólos, duas calças, umas botas de 42 euros, um boné de 16, as divisas que custam quatro euros, um blusão de mais de 100 e um cinto. No total são 364 euros para quem recebe, em média, 800 euros por mês.
E porque o momento também é de crise, o sindicato denuncia que muitos agentes vão ser obrigados a trabalhar no Verão com roupa de Inverno.

FARDAMENTO

Só cinco mil querem a PSP

Terminou sexta-feira o prazo de entrega de candidaturas para ingresso na PSP. Este ano foram 5 mil os candidatos, não estando muito longe dos três mil de 2008, mas contrastando com os 16 mil que se candidataram à GNR, cujo prazo terminou na semana passada.
Esta situação tem valido críticas por parte das associações sindicais, que apontam a profissão de polícia como 'um problema'.
Recorde-se que só em 2011 é que acabam os actuais cursos, numa altura em que saem mil elementos para a PSP e mil para a GNR. No entanto, ao que o CM apurou, desde 2000 já saíram da PSP 4257 profissionais e neste momento há 410 pedidos para a pré-reforma e 80 para a aposentação.
DISCURSO DIRECTO
"SER POLÍCIA JÁ É VISTO COM UM PROBLEMA": António Ramos, Presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP) sobre as cinco mil candidaturas à PSP
Correio da Manhã – Terminou na sexta-feira o prazo para a entrega de candidaturas à PSP com um total de cinco mil inscritos. Como vê este número?
António Ramos – É muito pouco, tendo em conta o número de candidatos à GNR que é de 16 mil. Mas isto só prova o que andámos a dizer há muito tempo. Ser da Polícia já não é bom para ninguém e já é visto como um problema. Quem está na Polícia está descontente e quem não está vê bem os problemas que lá existem.
– Nota uma diferença muito grande nas candidaturas em relação a anteriores escolas?
– No ano de 2008 tivemos três mil candidatos, o que ainda foi pior, mas, por exemplo, há dez anos tivemos 13 mil candidatos. Ao longo dos anos há uma diminuição do gosto desta profissão. Para se ter uma ideia, quando eu me candidatei à Polícia éramos 18 mil.
– Isto acontece porquê?
– Porque acabaram com todos os incentivos à profissão. O Governo deixou de considerar a PSP como uma profissão de risco e exemplo disso é a retirada da condição especial que tínhamos. Temos profissionais cansados da profissão, que só pensam no dia em que vão embora, e cada vez há mais agressões. Os polícias deslocam-se às ocorrências e são agredidos. Não é normal que as estatísticas apontem para três a quatro agressões por dia. A carreira policial deixa de ser atractiva.
– Porque se torna cada vez mais parecida com a Função Pública?
– Não tenho dúvida. Temos pessoas cansadas na Polícia, com os 36 anos de serviço e os 55 anos de idade. Assim, não podemos pedir eficácia. Mais: ao longo do tempo, temos mais dificuldades. Veja-se a recente polémica em torno da graduação de oficiais. Não acho mal, porque está previsto no estatuto: o problema é o tratamento diferenciado em relação aos agentes. Defendo a igualdade de tratamento entre as categorias.

22/05/2010

Ministério garante promoções, mas PSP mantém greve

Apesar da boa notícia, o maior sindicato da PSP mantém a manifestação para quinta-feira

 O Ministério da Administração Interna garantiu hoje ao maior sindicato da PSP que todas as promoções previstas para este ano serão concretizadas, mas também já deixou o aviso de que não haverá outras tão depressa.

Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia, mostra-se, para já, satisfeito com a garantia de que os processos deste ano não serão congelados.

Apesar da boa notícia dada esta manhã numa reunião com o Secretário de Estado Adjunto da Administração Interna Conde Rodrigues, a ASPP não desconvocou a manifestação marcada para a próxima quinta-feira, dia 27.

Paulo Rodrigues diz que o novo estatuto profissional é o actual grande problema na PSP e que, nesse caso, o Ministério não muda o que tem que mudar.

21/05/2010

HUMOR

PROFESSORA SUBSTITUTA DE BRUNA REAL

Fugitivo baleado


Os agentes da PSP procuravam um assaltante com mandado de detenção pendente, mas esbarraram noutro jovem, que disse não ter identificação consigo. Acompanharam-no até ao prédio onde dizia viver, em Pendão, Queluz, mas ‘fintou’ os dois polícias logo à entrada do edifício, anteontem à noite: fechou-lhes a porta na cara e, pela saída das traseiras, voltou à rua. Correu centenas de metros, saltou a vedação para a linha do comboio e enfiou pelos carris no sentido Lisboa-Sintra, até que os agentes, já exaustos, lhe acertaram por trás com um tiro numa perna.

PSP gradua excepcionalmente 91 oficiais de vários postos

Oficiais custam 400 mil €

As 91 graduações excepcionais de oficiais que a PSP efectuou desde o início de 2010 vão custar cerca de 400 mil euros. Em causa está a graduação de 60 oficiais e a subida provisória de escalão de outros 31, ocorrida em Março.

"Batalhão" de polícias ao serviço de condenado


"Não se admite"
O JN tentou ouvir o comandante da PSP de Coimbra, mas sem êxito. Contudo, uma fonte daquela polícia, com conhecimento da situação, afirmou-se estupefacto com este serviço de vigilância, que "acabou por ser interrompido, ontem, devido à polémica que estava a suscitar e aos prejuízos que a sua divulgação pública acarretaria para a boa imagem das estruturas judiciais e policiais".
"Isto não se admite. Numa cidade que teve de instalar videovigilância alegadamente por falta de efectivos policiais; numa cidade em que os agentes da PSP são escassos; numa cidade que se queixa de crimes em zonas de comércio; obrigam-nos a ter uma dúzia de homens a vigiar um criminoso, que devia estar na cadeia e não em casa. É de bradar aos céus", afirmou, ao JN, um elemento da PSP, revelando que, a dada altura, como os efectivos disponíveis em Coimbra já não chegavam, foram pedidos reforços a Viseu e Aveiro. Enquanto isso, "alguns pontos importantes de Coimbra ficaram desguarnecidos".

Finanças não autorizam pagamento de promoções na PSP

A Direcção-Geral do Orçamento não autorizou o pagamento de promoções na PSP, uma decisão que, para o comando da PSP e o próprio Ministério da Administração Interna (MAI) não pode ter vindo em pior altura.

Um total de mil agentes, chefes e oficiais fizeram um concurso para subirem de posto e ficaram aprovados, há mais de um ano. Agora, o director nacional da PSP, Oliveira Pereira, está a fazer uma derradeira tentativa junto do MAI, contudo, é «muito difícil que tal se resolva, a decisão terá de ser política», afirmaram fontes conhecedoras deste tipo de procedimentos financeiros, em declarações à edição desta quinta-feira do Diário de Notícias.
O presidente do maior sindicato da PSP, a ASPP, ficou em «choque» com a notícia de que as promoções tinham sido suspensas mais uma vez, afirmando que «alguém tem que assumir responsabilidade, o Governo continua a brincar com os polícias!». Paulo Rodrigues recordou que está marcado, para o próximo dia 27, um protesto, contra o agravamento das condições de trabalho

20/05/2010

"Daqui a um ano as pessoas vão perceber que precisam de outro Governo"

Entrevista (VÍDEO)

O ex-ministro das Finanças de José Sócrates afirma que as actuais medidas de austeridade são o "dobro do que seria necessário se tivessem sido iniciadas em Dezembro". Luís Campos e Cunha não acredita que o actual Governo resista até ao final da legislatura. Veja o VÍDEO da entrevista

Polícias e guardas admitem parar e exigem explicações do Govern


PSP gradua oficiais e esquece os agentes, na GNR um quarto da verba vai para 64 oficiais

Quadro da GNR aumenta o número de oficiais e diminui guardas. Na PSP, agentes e chefes esperam há cinco anos por promoções, mas 206 oficiais estão a ser graduados e aumentados.
Há mal-estar na PSP e na GNR. Na primeira, apesar de cerca de 80 por cento do efectivo (agentes e chefes) estar a aguardar há cinco anos que haja disponibilidade financeira para passar de escalão, os acertos não só não se fazem como, recentemente, a Direcção Nacional procedeu à graduação de 206 oficiais, aumentando-lhes os respectivos vencimentos em montantes que, em alguns casos, ultrapassam os mil euros. Na segunda, conhecido que é o novo quadro de pessoal, constata-se que, de um total de mais de 26 mil efectivos, há 64 (11 generais e 53 coronéis) que auferem cerca de 25 por cento dos 59,3 milhões de euros orçamentados para todo o ano para todo o efectivo.

Sindicatos acusam PSP de aumentar ordenados de oficiais em um milhão