30/09/2010

PSP queria gastar 20 milhões

 
 
O JN sabe também que o blindado que recolhe as preferências da PSP, o Cougar, tem também capacidade para suportar o rebentamento de minas, uma vez que se trata de uma viatura que, na origem, foi concebida para corresponder às necessidades dos Marines norte-americanos no Iraque.
A capacidade de suportar minas não faz parte dos requisitos apresentados pela PSP ao Ministério da Administração Interna, mas ontem, quarta-feira, o intendente Magina, comandante da Unidade Especial de Polícia (UEP) da PSP, que tem estado à frente do processo, referiu, em conferência de imprensa, e face a uma questão colocada pelo JN, que aquela capacidade ?apenas melhora? o blindado, se bem que não seja claro, ainda, se encarece ou não o veículo.
Mas são exactamente as características que fazem a PSP não querer os blindados da GNR, é que os Iveco, ao serviço desta força militar de segurança e que foram aplicados no Iraque, não dispõem de protecção contra balas perfurantes (AP - “armour piercing”), um tipo de munição que tem sido usado contra as forças militares ocidentais no Iraque e no Afeganistão.
Fontes da GNR garantiram ao JN que “não fazia sentido dispor dessa protecção, o risco o não exigia e muito menos as missões de ordem pública”. Assim não pensa a PSP, que justifica os blindados para emprego também para enfrentar os distúrbios dos bairros problemáticos.
A verdade, no entanto, é que o grupo parlamentar do BE já pediu ontem, por escrito, esclarecimentos ao MAI, relativamente à razão pela qual o ?Governo vai adquirir novos veículos blindados quando existem veículos com as mesmas características na GNR??.
Mas o processo está também a gerar confusão no meio empresarial.
É que, uma vez que o MAI, mercê do comunicado de terça-feira, garante ainda não ter aberto concurso, há já empresas “credenciadas pela Autoridade Nacional de Segurança” - como exige o Ministério de Rui Pereira - a preparar-se para solicitar autorização junto do Governo para participar no processo e para corresponder à necessidade de cedência imediata de seis blindados, soube o JN.

ASPP/PSP E SPP/PSP REÚNEM COM DIRECTOR NACIONAL DA PSP

No seguimento da entrada em vigor do novo estatuto profissional da PSP, o qual obriga a diversas alterações nos mais variados assuntos do fórum laboral ou socioprofissional do efectivo da PSP, (Ler mais...)
 SPP/PSP

29/09/2010

300 polícias vão entrar para a pré reforma até ao final do ano ‎

O director nacional da PSP garantiu hoje aos dois maiores sindicatos da Polícia que durante o mês de Outubro será publicada a lista dos 300 polícias que até ao final do ano vão entrar na pré reforma.A garantia foi dada durante um encontro entre o director nacional da PSP, Oliveira Pereira, e os responsáveis pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) e Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP/PSP).
O presidente da ASPP, Paulo Rodrigues, disse à agência Lusa que actualmente estão inscritos para a pré reforma cerca de 700 polícias, mas apenas 300 vão poder sair da Polícia, sendo a lista publicada pela Direcção Nacional em Outubro.
Os polícias que tiveram mais idade, tempo de serviço e doenças são aqueles que mais facilmente podem fazer parte da lista, explicou, acrescentando que um elemento da PSP só pode candidatar-se à pré reforma caso tenha mais de 55 anos de idade e 36 anos de serviço.
Na reunião foram também abordadas questões relacionadas com as carreiras previstas no estatuto profissional da PSP, que entrou em vigor em Janeiro último.
Sobre o novo posto de chefe principal criado com o estatuto profissional, o director nacional garantiu aos sindicatos que vai ser aberto este ano um concurso de promoção para esse cargo.
Paulo Rodrigues disse ainda que problemas causados com os novos horários estão praticamente resolvidos em todos os comandos.
SOL/Lusa

GABINETE JURIDICO DO SPP/PSP

 
LISBOA /SETUBAL 
·PROCESSOS DISCIPLINARES - 220
·OUTROS PROCESSOS - 127 
PORTO/AVEIRO/BRAGA/VIANA CASTELO
·PROCESSOS DISCIPLINARES – 31
GUARDA 
·PROCESSOS DISCIPLINARES – 22
BRAGANÇA
·PROCESSOS DISCIPLINARES – 4 
FARO 
·PROCESSOS DISCIPLINARES - 35
SANTARÉM/ EPP/COIMBRA/CASTELO BRANCO /LEIRIA 
·PROCESSOS DISCIPLINARES – 120
 
SPP/PSP

ESTA BATALHA FOI GANHA…

27/09/2010

PSP: Diretor nacional assina despacho com lista de promoções

O diretor nacional da PSP, Oliveira Pereira, assinou hoje um despacho com a lista dos polícias que foram promovidos, correspondendo a uma das principais reivindicações dos maiores sindicatos da Polícia.
Da lista das promoções, a que agência Lusa teve acesso, constam 102 oficiais, 107 chefes e 831 agentes.
Segundo a ordem de serviço, o pagamento será feito com retroativos à data da promoção.
Diário Digital / Lusa

Castelo Branco: Vítimas de violência doméstica têm núcleo de apoio

Diário Digital

Castelo Branco: Vítimas de violência doméstica têm núcleo de apoio
O distrito já tem um Núcleo de Atendimento à Vitima de Violência Doméstica, a funcionar nas instalações da Associação Amato Lusitano em Castelo Branco. O espaço foi criado pelas autoridades, integrando as forças policiais (GNR e PSP), instituições de saúde e educação, Ordem dos Advogados, União das Misericórdias e o Instituto da Segurança Social.
O núcleo que tem como principal função atender e acompanhar as vítimas de violência doméstica, deverá também desenvolver e divulgar as parcerias locais, recolher informação que permita desenvolver diagnósticos de caracterização local de situações de violência doméstica, e comunicar os casos sinalizados.
Alzira Serrasqueiro, governadora civil de Castelo Branco, manifestou o empenho do distrito no combate a este tipo de crime, uma estratégia que inclui a instalação desta nova valência. Alzira Serrasqueiro lembrou que as vítimas de violência doméstica, não têm estado sozinhas “as entidades conhecem-se, comunicam e as vítimas estão a ser acompanhadas, mas faltava um parceiro essencial que é neste caso a Associação Amato Lusitano”.
Arnaldo Brás, presidente da Amato Lusitano, associação que vai receber e encaminhar as vitima, afirmou que já há alguns anos que a associação têm trabalhado nesta área “primeiro através do projecto Sonhar para escolher, criamos um gabinete de apoio à vítima, depois com o programa Bem Me Quer, que ainda está a decorrer” agora com a formalização do núcleo Arnaldo Brás quer trabalhar para que esta seja ”uma unidade de referência”.

O distrito registou em 2009 um aumento de 6,9 por cento de queixas de violência doméstica, revelou a secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais. Segundo a secretária de estado “em 2009 registaram-se 433 queixas de violência doméstica no Distrito de Castelo Branco, o que representa mais 6,9 por cento que em 2008”.
Em Portugal registaram-se, no ano passado, 30.500 queixas de violência doméstica. “Um número que teve um acréscimo de cerca de 10% face a 2008, quando a média de aumentos em anos anteriores foi de 11,4%”, adiantou a governante. “O nosso objectivo passa por encorajar as vítimas a apresentarem queixa e a pedirem apoio”, disse Elza Pais.
Na cerimónia da assinatura do protocolo para oficializar o Núcleo, participou também a secretária de estado adjunta da reabilitação, Idália Moniz, que destacou o esforço do país no combate à violência doméstica.

Agente da PSP despista-se de moto e morre

Um agente da PSP morreu ontem de madrugada na sequência de um acidente de viação no IC19, sentido Lisboa-Sintra. Ao que o CM apurou o polícia, que não estava de serviço, despistou-se com a moto particular em que seguia e acabou por ser, posteriormente, atropelado mortalmente por um carro.

Segundo informação do Comando Distrital das Operações de Socorro (CDOS) de Lisboa a vítima teve morte imediata. O trânsito esteve cortado durante cerca de duas horas para a remoção do cadáver.
O agente, colocado na Divisão de Trânsito de Lisboa, despistou-se pelas 00h30. No local esteve uma equipa médica do INEM, tentando manobras de reanimação que se revelaram, no entanto, infrutíferas. A PSP vai agora investigar os contornos deste acidente.

24/09/2010

Só elementos não policiais podem justificar ausências de serviço com greve - direção nacional da PSP

Lisboa, 24 set (Lusa) -- A direção nacional da PSP esclareceu hoje que o formulário para justificar as ausências de serviço contemplam a greve porque existem na corporação quase mil elementos a exercer funções não policiais.
"A PSP é composta por elementos policiais e por cerca de 800 pessoas que não exercem funções policiais e que podem fazer greve, sendo por isso que consta no formulário de ausência de serviço esse campo", explicou hoje o porta-voz da corporação, Paulo Flor.
O pessoal administrativo que trabalha na PSP (funcionários públicos) têm direito à greve.
 
Só elementos não policiais podem justificar ausências de serviço ... LUSA

MAI "admite" greve na PSP Público.pt

Protesto da PSP terminou

Exigindo o descongelamento das promoções, elementos da PSP manifestaram-se entre ontem e hoje no Terreiro do Paço, em frente ao Ministério da Administração Interna. Veja as fotos.

PSP promete promoções

O director nacional da PSP, Oliveira Pereira, deve hoje comunicar aos presidentes de sete sindicatos da polícia que espera desbloquear, o mais tardar até Novembro, a promoção de 1500 efectivos.
A decisão foi ontem transmitida aos líderes sindicais por representantes do Ministro da Administração Interna (MAI), que convocaram uma reunião coincidente com o início de uma vigília, por tempo indeterminado, de agentes da PSP no Terreiro do Paço, Lisboa.
Ao princípio da tarde de ontem, o CM avançava em primeira mão na sua edição on-line a garantia governamental de desbloqueio dos 3,1 milhões de euros necessários às promoções de cerca de 1500 agentes, chefes e oficiais da PSP, que reúnem os anos de serviço e requisitos necessários à ascensão na carreira. O anúncio não serviu, contudo, para desconvocar o protesto, que começou às 18h00 junto à estátua de D. José I, no Terreiro do Paço. "Estamos aqui porque não nos basta o Ministério da Administração Interna anunciar medidas. Temos de ter garantias de resolução deste e de outros problemas, como o posicionamento nos escalões remuneratórios criados pelo novo estatuto, a anulação do actual regime de horários e a assistência na doença, disse ao CM Peixoto Rodrigues, presidente do Sindicato Unificado de Polícia.
Armando Ferreira, presidente do Sindicato Nacional de Polícia, a braços com um processo disciplinar por ter sido o porta-voz de uma decisão sindical de pré-aviso de greve na PSP para 19,20 e 21 de Novembro (cimeira da NATO), comungava da mesma opinião. "O Governo tem de avançar com garantias", sustentou.
Pelas 18h30, estes e mais quatro presidentes de sindicatos foram chamados para uma reunião com representantes do MAI. À saída, a decisão de manter o protesto continuava. "Repetiram-nos a garantia do aval financeiro, passando a bola para a direcção da PSP com a indicação de que compete a esta a publicação da lista dos promovidos", explicou Paulo Rodrigues. Hoje, o presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia vai manter contactos com Oliveira Pereira, tendo prometido: "Se tivermos garantias de que as promoções ficam fechadas, e que por inerência os posicionamentos nos novos escalões remuneratórios forem efectuados, retiraremo-nos deste protesto". A vigília continuava à hora de fecho desta edição.
OFICIAIS EXIGEM VAGAS
Representantes dos dois sindicatos da classe de oficiais da PSP estiveram presentes na concentração de ontem no Terreiro do Paço, em Lisboa. Se ambos apoiam a iniciativa, as pretensões que apresentam são distintas.
Hélder Andrade, presidente da Associação Sindical de Oficiais de Polícia (ASOP), recebeu recentemente da tutela a garantia de duas medidas que considera "imprescindíveis".
"Foi-nos assegurado que vai ser aberto um concurso para 100 comissários, cujas vagas serão inteiramente preenchidas por oficiais da carreira-base", explicou.
Além disso, sustentou o presidente da ASOP, "parece que finalmente o Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna vai reconhecer as habilitações académicas dos oficiais da carreira-base".
Hélder Andrade espera para ver a concretização destas duas promessas, prometendo que caso essa concretização não surja, "haverá protestos nunca antes vistos na classe de oficiais".
Hugo Palma, vice-presidente do Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia, frisou o apoio do sindicato que representa à iniciativa. "Queremos ver desbloqueadas as promoções, assegurados os posicionamentos remuneratórios e que as condições de trabalho na PSP sejam melhoradas", concluiu.
GREVE SERVE PARA JUSTIFICAR FALTAS NA POLÍCIA
Os elementos da PSP que se ausentarem ao serviço por tempo indeterminado têm ao seu dispor um impresso de justificação de faltas que prevê, entre outras razões, a greve como justificativo. O documento é entregue pelo agente, chefe ou oficial no local de trabalho e, depois, analisado pelas respectivas chefias. Recorde-se, que à luz da lei 14/2002, que tutela o sindicalismo na PSP, bem como da Constituição, a greve é proibida na polícia, sendo punidos disciplinarmente os agentes que a reivindicarem.

23/09/2010

Garagens de prédios assaltadas de madrugada

Várias viaturas estacionadas em garagens de prédios na cidade de Castelo Branco foram assaltadas na madrugada de terça para quarta-feira. Os donos das viaturas deram pelos danos ao início da manhã, quando saíram de casa a caminho do emprego. O caso ocorreu num dos prédios construídos recentemente ao fundo da Alameda do Cansado.
António José Santos deu pelo assalto cerca das 7 da manhã, ao verificar que os vidros da sua viatura estavam partidos. O método foi utilizado nos restantes automóveis estacionados na garagem.
O proprietário avisou a PSP, que se deslocou ao local. Segundo este morador, os assaltos afectaram os dois prédios contíguos, mas naquele em que vive não havia sequer sinais de arrombamento nas portas de acesso ao prédio ou à própria garagem. Os moradores suspeitam por isso que o autor ou autores do assalto tenham conseguido dominar o sistema de abertura automática das portas da garagem.
“Não vejo outra hipótese porque não há nada arrombado”, afirmou o morador ao Reconquista.
Das viaturas desapareceram os documentos e outros objectos de valor, entre os quais os aparelhos de GPS. Os proprietários afectados temem agora que as informações sobre os percursos guardadas na memória dos aparelhos possam servir para outros actos criminosos.
O assalto atingiu cerca de duas dezenas de veículos e a estes juntam-se outros de casos ocorridos nas últimas semanas na região, o que segundo o subintendente Gomes Belo, comandante da PSP em Castelo Branco, representa “um pico de criminalidade, fora do normal”.

Duas dezenas de carros em garagens alvo de furto

Cerca de duas dezenas de carros foram esta madrugada vandalizados e furtados em garagens na cidade de Castelo Branco. Tal como é noticiado pela agência Lusa hoje de manhã, em apenas duas semanas o número de veículos furtados e vandalizados em garagens de prédios de colectivos de habitação sobe para 80, não apenas em Castelo Branco, mas também na Covilhã e no Fundão.

Esta noite os crimes ocorreram em duas garagens de prédios junto à rotunda da Europa e, tal como em casos anteriores os proprietários só deram conta dos estragos pela manhã quando se dirigiam para os veículos.

Cerca de 20 viaturas ligeiras tinham os vidros partidos e o interior remexido de onde foram furtados GPS, computadores portáteis e cartões de crédito.

Comissão de Utentes da A23 arranca ainda este mês com novos protestos

A sessão de debate promovida pelas comissões de utentes da A23, A24 e A25, que decorreu na sexta-feira passada contou com a participação de vários populares, bem como de empresários da Região, que aproveitaram a oportunidade para dar a conhecer os seus pontos de vista quanto à introdução de portagens nestas vias, nomeadamente na A23 e A25, que atravessa todo o Distrito de Castelo Branco (a A23) e a Guarda (a A25).

Para alguns empresários, a introdução de portagens nestas Scuts poderá vir a trazer "mais prejuizos do aquilo que o Governo está a prever". Neste ponto foi até levantada a sujestão de ser feito um estudo prévio que analise os prós e contras que esta medida trará para a Região.

"Há muitas empresas que têm uma frota de cerca de 30 a 40 viaturas e que não vão conseguir suportar esta renda que irá acrescer às suas despesas mensais", referia na sessão um empresário do Tortosendo, Covilhã.

O encerramento de algumas empresas que, por sua vez, "vai empurrar para o desemprego" muitas pessoas, é o principal receio dos empresários que marcaram presença neste encontro.

A Comissão de Utentes da A23, representada por João Delgado, deixou já marcadas algumas acções de protesto que arrancam ainda este mês e que se prolongam durante o mês de Outubro. A par das acções de protesto, a comissão vai ainda colocar faixas em locais estratégicos, promover acções de sensibilização e pretende ainda colocar em circulação um abaixo-assinado contra a introdução de portagens.

PSP: MAI assegura promoções dos polícias

Lisboa, 23 set (Lusa) - O Ministério da Administração Interna (MAI) anunciou hoje que vai assegurar as promoções dos polícias, após diligências desenvolvidas nas últimas semana com outros departamentos governamentais e com a Direção Nacional da PSP.
"O MAI assegurou hoje a concretização das promoções resultantes dos concursos anteriormente concluídos na PSP, na sequência das diligências desenvolvidas nas últimas semanas, em articulação com os restantes departamentos governamentais competentes e com a Direção Nacional da PSP", refere em comunicado o Ministério.
O MAI adianta que "está convicto" de que todas os polícias "estão conscientes dos esforços desenvolvidos para acolher as suas aspirações, num contexto económico-financeiro particularmente difícil, e de que continuarão a executar a sua missão com a competência, dedicação e profissionalismo de sempre".

22/09/2010

21/09/2010

Polícia: Sindicalistas denunciam «perseguição» da Direcção Nacional da PSP

Armando Ferreira, presidente do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL), afirmou, esta terça-feira, que está a ser alvo de uma «perseguição» por parte da Direcção Nacional da PSP, que determinou a sua suspensão preventiva, até à conclusão do processo disciplinar que lhe foi instaurado.

Armando Ferreira, que falava perante os deputados da comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, defendeu que o processo disciplinar que lhe foi instaurado «foi claramente movido por perseguição sindical». Uma atitude que, segundo o responsável do SINAPOL, pretende garantir o fracasso da greve convocada por aquela estrutura sindical.

«Não era expectável que outros sindicatos fizessem greve depois de saberem da suspensão do presidente do SINAPOL. Há sindicatos que só não aderiram à ideia da greve porque tiveram medo», denunciou.

Para Armando Ferreira, «este tipo de atentados» serve para «tentar silenciar a actividade sindical da PSP e obrigar a aceitar as decisões hierárquicas».

Governo Civil manda polícias para casa à meia-noite e meia

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia e o Sindicato dos Profissionais de Polícia queriam manifestar-se na capital: o arrancar da concentração estava agendado, mas não havia hora de início. O Governo Civil cita a lei e manda toda a gente para casa até à meia-noite e meia
Segundo o Governo Civil de Lisboa, Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) e Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP/PSP) pretendiam manifestar-se «sine die» e «por tempo indeterminado», mas a lei «define no artigo 11º que as iniciativas não poderão prolongar-se para além das 00h30 horas».
Em comunicado, a entidade dirigida por António Galamba acrescenta que a lei exige a «descontinuidade temporal» destes actos.
«Por essa razão, não há iniciativas 24 sobre 24 horas por tempo indeterminado», acrescenta.
Além do tempo, a legislação levanta também imposições quanto ao local, prevendo-se «uma distância mínima entre o local da concentração/vigília e as instalações de órgãos de soberania».
Assim sendo, da reunião de hoje entre o Governo Civil e a ASPP ficou definido que os polícias se manifestarão junto à estátua de D. José, no Terreiro do Paço.
SOL

MAI promete soluções para os polícias em breve

O ministro da Administração Interna mostra-se optimista, não diz quando, mas refere que muito em breve os polícias vão ter o problema resolvido. A Antena 1 sabe que na base dos protestos dos sindicatos da PSP estão 3 milhões de euros, verba que já estava inscrita no Orçamento para a PSP pagar as progressões. No entanto, Teixeira dos Santos ainda não deu luz verde e os polícias vão para as ruas protestar, já depois de amanhã. Protesto por tempo indeterminado frente ao MAI. o ministro Rui Pereira diz que está a trabalhar para evitar mais conflitos.

 

20/09/2010

PSP: Governo Civil de Lisboa diz que concentração frente ao MAI "não cumpre legislação em vigor"

Lisboa, 20 set (Lusa) -- O Governo Civil de Lisboa considerou hoje que a concentração dos sindicatos de polícia frente ao Ministério da Administração Interna prevista para quinta feira "não cumpre a legislação em vigor", uma vez que a comunicação da iniciativa não menciona a hora de conclusão.
O despacho, assinado pelo governador civil de Lisboa, António Galamba, e que a agência Lusa teve acesso, refere que quaisquer concentrações "não poderão prolongar-se para além das 0:30".
"Assim, resultante da lei que regula o direito de manifestação, uma comunicação de concentração com início às 18:00 e sem data/prazo para a sua conclusão não cumpre a legislação em vigor, devendo as comunicações reportar-se a iniciativas que tenham a sua conclusão às 00:30 horas", adianta o documento.

Governo falha «timing» e polícias não desistem de manif

«Não nos consegui dar um timing», lamentou Paulo Rodrigues, observando que o que o Governo transmitiu é que até final do ano haveria a possibilidade de resolver a questão das promoções e a colocação nas novas posições remuneratórias. 
Apesar de o MAI estar disposto a negociar, o presidente da ASPP/PSP entende que o Governo «não consegue dizer quando é que consegue resolver» os problemas, pelo que não resta outra solução senão a realização da concentração, tanto mais que tais questões eram para ser «resolvidas no imediato».
Quanto à concentração, Paulo Rodrigues avançou que a mesma terá lugar de manhã até à meia-noite, mas admitiu que se houver polícias que queiram permanecer no local durante a noite não é isso que vai colocar em causa a segurança dos cidadãos.
«Se os polícias considerarem que devem estar durante todo o tempo, inclusive à noite, estão durante a noite», sublinhou, dizendo não acreditar que durante a concentração outros elementos da PSP, da Polícia Municipal ou outra os queiram impedir de realizar o protesto diante do MAI, pois ninguém vai fazer «desacatos» nem «pôr em causa» a segurança do país.
O Governo Civil de Lisboa considerou hoje que a concentração de sindicatos de polícia frente ao Ministério da Administração Interna prevista para quinta-feira «não cumpre a legislação em vigor», uma vez que a comunicação da iniciativa não menciona a hora de conclusão.

“Achamos que a PSP tem de ter um gestor”

Armando Ferreira, Presidente do Sindicato Nacional da Polícia fala da greve e do desencanto que se vive na PSP.


Correio da Manhã – A Constituição, que proíbe as greves na PSP, é entrave à defesa dos direitos dos polícias?
Armando Ferreira – A Constituição não proíbe a greve na PSP mas restringe direitos sindicais nas leis próprias de cada sector da sociedade. Se é proibido fazer greve na PSP, então porquê criar serviços mínimos?
– Como surgiu a ideia do pré-aviso de greve?
– A ideia de lançar um pré-aviso de greve surgiu por ser inovadora. Havia a necessidade de mostrar o estado de desespero em que os polícias portugueses neste momento se encontram.
– Consideram que a vossa decisão vincula toda a PSP?
– Temos perto de três mil associados, de momento. A vinculação da nossa decisão a toda a PSP só pode ser comentada da nossa parte com os e-mails e mensagens de solidariedade que recebemos.
– Também pedem a demissão do director nacional da PSP?
– Com a Direcção Nacional da PSP o Sinapol não fala mais. Achamos que a PSP tem de ter um gestor à frente dos seus destinos. Nesta linha, Rui Sá Gomes é um bom nome para o cargo de director nacional.

18/09/2010

Inês Tomé está melhor, mas ainda está na lista de espera para um transplante

Em 17 de Junho de 2010 foi divulgado aqui um pedido

Pedido de sangue ( B- ) URGENTE

Hoje podemos informar,

“Coração voltou a bater por milagre”

A jovem de Pinhel, há meses angustiada com a necessidade de fazer um transplante cardíaco, ganhou uma nova esperança após uma consulta nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), já que o seu "coração começou a bater com mais força", quando até aí "estava praticamente parado". "Continuo na lista de espera para um coração novo, mas, para já, só penso em manter o meu", disse ontem ao CM Inês Tomé, de 18 anos.

 

IV Edição da Semana do Bebé

Centro Hospitalar Cova da Beira - Covilhã
A Semana do Bebé do Centro Hospitalar Cova da Beira, é uma iniciativa anual desta instituição de saúde que pelo 4º ano consecutivo, pretende dar um impulso renovado e chamar a atenção das populações para a questão dos baixos índices de natalidade em Portugal, e em particular do interior, e possíveis consequências desta falta de renovação geracional, num futuro que se anuncia a curto prazo.

Programa Semana do Bebé 2010

Sete sindicatos aderiram ao protesto de dia 23 em frente ao Ministério da Administração Interna

Sete sindicatos da PSP decidiram hoje aderir a um protesto marcado para dia 23 em frente ao Ministério da Administração Interna e pedir uma reunião com o ministro das Finanças para exigir o desbloqueamento das verbas necessárias à Polícia
Os sindicatos reunidos hoje nas instalações do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL), em Lisboa, decidiram que «não aceitam que dirigentes sindicais em legal exercício das suas funções» sejam alvo de processos disciplinares como é o caso de Armando Ferreira, dirigente do SINAPOL.
Os polícias querem que o ministro das Finanças desbloqueie as «verbas necessárias» para a PSP «cumprir com a plenitude de missões» que lhe estão conferidas e para desbloquear a progressão nas carreiras.
António Augusto, do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), disse aos jornalistas que as reivindicações dos polícias têm a ver com as carreiras, com promoções e com o facto de a PSP ser «vilipendiada naquilo de que necessita».
«Temos instalações a cair, não há materiais para apetrechar a PSP e vamos ao ministro das Finanças expor a situação e exigir-lhe que arranje as verbas necessárias», disse.
Em declarações aos jornalistas, Armando Ferreira garantiu que hoje «não se falou da greve» convocada pelo seu sindicato para a altura da cimeira da NATO em Lisboa, que afirmou continuar em cima da mesa, uma vez que as razões que levaram o SINAPOL a convocar o protesto não estão todas cobertas pela concentração de dia 23.
Desconvocar a greve caberá apenas «à assembleia-geral» do Sinapol, explicou, afirmando que o sindicato mantém como reivindicações a suspensão dos horários e das avaliações de serviço.
A propósito do processo disciplinar movido a Armando Ferreira, António Augusto afirmou que os sindicatos hoje reunidos «não vão permitir que se responsabilize um dirigente sindical da PSP no exercício legal das suas actividades».
«Isto não se passa em mais lado nenhum», salientou.
Quanto ao protesto de dia 23, António Augusto afirmou que vai decorrer «24 horas por dia até serem resolvidas» as principais reivindicações dos sindicatos.
Os sindicatos hoje reunidos na sede do SINAPOL decidiram também pedir «de imediato» reuniões com os grupos parlamentares pela «necessidade urgente» de legislar sobre o estatuto da PSP e sobre o regulamento disciplinar, entre outras matérias.
A reunião de hoje de sindicatos da PSP aconteceu uma semana depois de o SINAPOL ter divulgado um pré-aviso de greve para os dias 19, 20 e 21 de Novembro, durante a realização da cimeira da NATO em Lisboa.
Na origem da greve está o aumento das horas de serviço, regimes de avaliação e progressão na carreira, além da não regulamentação do estatuto profissional da PSP «quase um ano após a sua entrada em vigor», segundo o SINAPOL.
Após o pré-aviso de greve e declarações prestadas pelo presidente do SINAPOL aos órgãos de comunicação social, a Direcção Nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP) anunciou a instauração de um processo disciplinar e «a suspensão preventiva» da PSP de Armando Ferreira.
Lusa/SOL 

Polícias manifestam-se frente ao MAI

16/09/2010

CONCENTRAÇÃO EM FRENTE AO MINISTÉRIO

 CONCENTRAÇÃO EM FRENTE AO MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA POR TEMPO INDETERMINADO

 O Sindicato dos Profissionais de Policia – SPP/PSP no seguimento da reunião efectuada com os vários sindicatos decidiu participar na iniciativa já anunciada pela ASPP/PSP, para dia 23 de Setembro, pelas 18H30 junto ao Ministério da Administração Interna.

O SPP/PSP apela a todos os Profissionais da Policia de Segurança Publica a participar, para demonstrar o seu descontentamento pela forma como têm sido tratados pelo Governo, nos horários, aposentação, na saúde, nas promoções, nas avaliações, nas posições remuneratórias, fardamento, etc.
 De Policias para Policias.

Lisboa, 16 de Setembro de 2010

A DIRECÇÃO NACIONAL DO SPP/PSP


Vídeos
Notícias

PSP reúne-se com Finanças e acampa junto ao MAI

Polícias dizem que a segurança pública está comprometida
Polícias dizem que a segurança pública está comprometida (Foto: Pedro Cunha/arquivo)

Castigo

Ao contrário de outros dos seus pares – que pensam o mesmo, mas preferem discutir o assunto em voz baixa, prudentemente e à cautela, à espera de uma oportunidade, um lugar no topo, uma promoção –, o director de Aveiro e o de Lisboa não calaram a opinião. Em vez de os ouvir, a Direcção Nacional castiga-os. Não interessa, para já, se Teófilo Santiago e José Braz têm razão.
O modelo de investigação criminal partilhado pela PJ, PSP e GNR terá de ser discutido a sério – e chegaremos à conclusão se faz sentido, ou se é de evitar, a unificação das polícias. O que importa, por agora, é que foram punidos por delito de opinião. Teófilo Santiago coordena a investigação do processo ‘Face Oculta’ que tantas dores de cabeça tem dado ao Governo. O castigo, aplicado um ano depois do ‘crime’, tem um travo a aviso – para não ter opinião ou, pelo menos, para não falar muito alto.

Garagens assaltadas na Covilhã

Foram ainda danificadas 10 viaturas


Dois assaltos a garagens de prédios de habitação na Covilhã danificaram esta semana uma dezena de carros, disseram à Lusa fonte da PSP e moradores.
Na noite de terça-feira, as garagens colectivas de pelo menos dois prédios foram assaltadas na Covilhã.
A PSP da Covilhã registou também uma tentativa de assalto a uma outra garagem, cuja fechadura foi danificada, depois de ter sido forçada.
Num dos prédios assaltados foram danificadas sete viaturas e apresentadas duas queixas por furto, enquanto noutro houve pelo menos três carros danificados e está por apurar se houve algum material roubado.
Tanto num caso como noutro, os moradores descreveram à Lusa que encontraram os carros com vidros partidos e portas arrombadas.
Segundo fonte do Comando Distrital de Castelo Branco da PSP, elementos da esquadra de investigação criminal da Covilhã têm recolhido diversos vestígios para investigação.