14/12/2010

Sindicatos da PSP promovem vigília

Exigido ao Governo o cumprimento do estatuto profissional

Sete sindicatos da PSP exigiram ontem ao Governo que cumpra o Estatuto Profissional da polícia, reclamando que há promoções e transições de escalão que estão por cumprir, bem como a atualização do suplemento das forças de segurança e o do fardamento.
As exigências foram feitas à porta do Ministério da Administração Interna, em Lisboa, onde cerca de 30 dirigentes sindicais montaram uma vigília depois de terem visto gorados dois pedidos de reunião com a tutela. Aos jornalistas, o presidente do Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP/PSP) adiantou que a vigília reuniu também dirigentes da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Associação Sindical dos Oficiais de Polícia (ASOP), Sindicato Unificado da Polícia de Segurança Pública (SUP), Sindicato Independente da Carreira de Chefe de Polícia (SICCP) e Sindicato Independente dos Agentes de Polícia (SIAP).
“Aquilo que temos vindo a pedir constantemente é que no mínimo se cumpra o Estatuto (Profissional da PSP)", disse António Ramos, sublinhando que o novo regime "foi imposto" e que "algumas partes negativas, como a alteração dos horários nalguns comandos, já foram introduzidas".
O líder do SPP/PSP garantiu que os sindicatos compreendem as dificuldades do país e lembrou que neste momento o que está a ser contestado não são os cortes nos salários ou o aumento dos impostos, medidas previstas para todos os trabalhadores públicos.
“Queremos que o Estatuto seja cumprido e estas medidas já deviam ter sido implementadas logo no início de janeiro e não o foram”, sublinhou.

13/12/2010

Sindicatos da PSP fazem vigília em defesa do Estatuto Profissional

Sete sindicatos da PSP exigiram hoje ao Governo que cumpra o Estatuto Profissional da polícia, reclamando que há promoções e transições de escalão que estão por cumprir, bem como a atualização do suplemento das forças de segurança e o do fardamento.

As exigências foram feitas à porta do Ministério da Administração Interna, na Praça do Comércio, em Lisboa, onde cerca de 30 dirigentes sindicais montaram uma vigília depois de terem visto gorados dois pedidos de reunião com a tutela.

Em declarações aos jornalistas, o presidente do Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP/PSP) adiantou que a vigília reuniu também dirigentes da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Associação Sindical dos Oficiais de Polícia (ASOP), Sindicato Unificado da Polícia de Segurança Pública (SUP), Sindicato Independente da Carreira de Chefe de Polícia (SICCP) e Sindicato Independente dos Agentes de Polícia (SIAP).

"Aquilo que temos vindo a pedir constantemente é que no mínimo se cumpra o Estatuto [Profissional da PSP]", disse António Ramos, sublinhando que o novo regime "foi imposto" aos jornalistas e que "algumas partes negativas, como a alteração dos horários nalguns comandos, já foram introduzidas". Assim, "no mínimo que seja cumprido o Estatuto", afirmou.

O líder do SPP/PSP garantiu que aqueles sindicatos compreendem as dificuldades financeiras do país, mas lembrou que neste momento o que está a ser contestado não são os cortes nos salários ou o aumento dos impostos, medidas previstas para todos os trabalhadores públicos.

"Queremos que o Estatuto seja cumprindo e estas medidas já deviam ter sido implementadas logo no início de janeiro e não o foram", sublinhou.

Nesse sentido, os polícias querem que sejam cumpridas as promoções que "ainda estão pendentes dos chefes a chefe principal", que são cerca de 410, bem como a inserção nas novas carreiras com as respetivas colocações nos índices remuneratórios, para a qual estava destinada uma verba de 20 milhões de euros.

António Ramos acrescentou que falta também a atualização do suplemento das forças de segurança de 16 por cento para 18 por cento e a atualização do subsídio de fardamento de 150 euros paea 200 euros em 2011.

"Em relação ao subsídio de fardamento foi entregue uma tranche de 50 euros em outubro ficando outra para novembro e outra em dezembro e até à data não foi reposta mais nenhuma verba em relação ao fardamento", reclamou.

O líder do SPP/PSP deixou ainda a garantia de que se não obtiverem qualquer resposta por parte da tutela, os sindicatos voltarão a reunir a 06 de janeiro e aí serão equacionadas "ações de luta mais radicais".

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
Lusa

 

Polícias em protesto à porta do MAI

30 dirigentes sindicais montaram uma vigília depois de terem visto gorados dois pedidos de reunião com a tutela

Sete sindicatos da PSP exigiram esta segunda-feira ao Governo que cumpra o Estatuto Profissional da polícia, reclamando que há promoções e transições de escalão que estão por cumprir, bem como a actualização do suplemento das forças de segurança e o do fardamento.

As exigências foram feitas à porta do Ministério da Administração Interna, na Praça do Comércio, em Lisboa, onde cerca de 30 dirigentes sindicais montaram uma vigília depois de terem visto gorados dois pedidos de reunião com a tutela.
Em declarações aos jornalistas, o presidente do Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP/PSP) adiantou que a vigília reuniu também dirigentes da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Associação Sindical dos Oficiais de Polícia (ASOP), Sindicato Unificado da Polícia de Segurança Pública (SUP), Sindicato Independente da Carreira de Chefe de Polícia (SICCP) e Sindicato Independente dos Agentes de Polícia (SIAP).
«Aquilo que temos vindo a pedir constantemente é que no mínimo se cumpra o Estatuto [Profissional da PSP]», disse António Ramos, sublinhando que o novo regime «foi imposto» aos jornalistas e que «algumas partes negativas, como a alteração dos horários nalguns comandos, já foram introduzidas». Assim, «no mínimo que seja cumprido o Estatuto», afirmou.
O líder do SPP/PSP garantiu que aqueles sindicatos compreendem as dificuldades financeiras do país, mas lembrou que neste momento o que está a ser contestado não são os cortes nos salários ou o aumento dos impostos, medidas previstas para todos os trabalhadores públicos.
«Queremos que o Estatuto seja cumprindo e estas medidas já deviam ter sido implementadas logo no início de Janeiro e não o foram», sublinhou.
Nesse sentido, os polícias querem que sejam cumpridas as promoções que «ainda estão pendentes dos chefes a chefe principal», que são cerca de 410, bem como a inserção nas novas carreiras com as respectivas colocações nos índices remuneratórios, para a qual estava destinada uma verba de 20 milhões de euros.
António Ramos acrescentou que falta também a actualização do suplemento das forças de segurança de 16 por cento para 18 por cento e a actualização do subsídio de fardamento de 150 euros para 200 euros em 2011.
Polícias em protesto (MARIO CRUZ/LUSA)«Em relação ao subsídio de fardamento foi entregue uma tranche de 50 euros em Outubro ficando outra para Novembro e outra em Dezembro e até à data não foi reposta mais nenhuma verba em relação ao fardamento», reclamou.
O líder do SPP/PSP deixou ainda a garantia de que se não obtiverem qualquer resposta por parte da tutela, os sindicatos voltarão a reunir a 06 de Janeiro e aí serão equacionadas «acções de luta mais radicais»
.Polícias em protesto (MARIO CRUZ/LUSA)
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Polícias em protesto contra a falta de resposta do governo

Os polícias mantêm-se à porta do Ministério da Administração InternaDezenas de profissionais da polícia estão reunidos em frente ao Ministério da Administração Interna, numa vigília de protesto pela falta de resposta do governo. Os vários sindicatos da polícia estão em luta pela falta de resposta de uma reunião pedida à tutela, que deveria ter ocorrido até dia 30 de Novembro, e em que seria debatido o Estatuto Profissional. Numa tentativa de acalmar os protestos dos sindicatos da PSP, em Setembro passado, o Ministério da Administração Interna (MAI) comprometeu-se a aumentar cerca de sete mil polícias. No entanto, dois meses depois, à excepção dos 1200 que foram promovidos nessa altura, não houve aumentos salariais. As reivindicações dos profissionais da polícia continuam a ser as mesmas: o desbloqueamento da verba para as promoções de cerca de 1500 agentes já aprovadas por concurso; e que os agentes passem para as posições remuneratórias previstas no novo estatuto profissional em vigor desde Janeiro. "É uma questão de falta de verbas", explicou António Ramos, presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), acrescentando que no total seria necessário um gasto de 20 milhões de euros. O dirigente sindical explicou que a vigília "é uma forma de dar uma segunda oportunidade ao ministério para responder às exigências". Agentes policiais de várias instituições de segurança do país marcaram uma manifestação para amanhã em frente à residência oficial do primeiro-ministro, em protesto contra as medidas de austeridade do Governo.

Polícias manifestam-se contra medidas de austeridade

Agentes das forças de segurança vão manifestar-se na terça-feira em frente à residência oficial do primeiro-ministro para alertar José Sócrates para os perigos de as medidas de austeridade serem prejudiciais para os profissionais e para a segurança dos portugueses.

Agentes da PSP, GNR, Polícia Marítima, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Guarda Prisional e ASAE vão concentrar-se na próxima terça-feira, a partir das 16 horas, para alertar para os perigos das "medidas impostas pelo Governo nos últimos anos" e para as eventuais repercussões das medidas de austeridade previstas para 2011.
A decisão da concentração partiu da Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, organismo que representa cerca de 35 mil polícias.
Em declarações à agência Lusa, Paulo Rodrigues, da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), explicou que as medidas que o Governo impôs aos profissionais das diversas forças de segurança "são prejudiciais para o funcionamento das instituições", criando "desmotivação" entre os profissionais que "se reflecte negativamente no trabalho prestado".
Entre as alterações recentes de "atropelo claro dos direitos dos profissionais", Paulo Rodrigues lembrou o fim das compensações salariais criadas para equilibrar "os fracos salários".
A CCP alerta agora para o "agravamento da situação" caso as medidas de austeridade previstas para 2011 venham a ser impostas às forças policiais: "Já não é apenas uma questão sócio-profissional, porque além dos direitos dos polícias estão também em causa os direitos dos cidadãos", disse Paulo Rodrigues.
O representante sindical lembra que sem dinheiro "será mais difícil para as instituições conseguirem continuar com a qualidade que é preciso", principalmente numa época em que "a grande criminalidade está em alta" e "a pequena criminalidade tem tendência a crescer".
A manifestação em frente à residência oficial de José Sócrates servirá para chamar a atenção do primeiro-ministro para o risco de "a segurança pública vir a ser prejudicada": "A redução da despesa pode vir a encarecer-nos em dobro no futuro", sublinhou o sindicalista.
Até terça-feira, a CCP espera ainda receber uma resposta do gabinete de José Sócrates no sentido de serem recebidos até ao final do ano para uma audiência, tal como solicitado a 4 de Novembro.
Entretanto, realiza-se hoje à tarde uma vigília de agentes da PSP em frente ao Ministério da Administração Interna, em Lisboa, como forma de protesto pela falta de resposta de uma reunião pedida à tutela para debater o novo Estatuto Profissional da classe.
A vigília foi organizada por cinco sindicatos de polícia, nomeadamente o Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP/PSP) e a Associação Sindical de Oficiais de Polícia (ASOP/PSP).
Paulo Rodrigues disse à Lusa que a ASPP não vai participar na vigília, porque foi marcada anteriormente a concentração de terça-feira junto à residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, também em Lisboa.
"A ASPP não participa, mas está solidária com essa acção, porque a ASPP apoia todas as lutas dos polícias em defesa dos seus direitos", precisou Paulo Rodrigues.

Sindicato dos Profissionais de Polícia: Policias exigem cumprimento de remunerações e subsídios

fotoExigir que o sistema remuneratório seja feito de acordo com o novo estatuto aplicado à PSP, bem como a actualização dos suplemento das forças de segurança e subsidio de fardamento foram as reivindicações avançadas pela Delegação de Castelo Branco/Covilhã do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP-PSP) que realizou terça-feira, dia 30 de Novembro, uma sessão de esclarecimento, na Sede da Associação Recreativa e Desportiva da Carapalha, em Castelo Branco.

O objectivo foi abordar os problemas que mais afectam os efectivos da PSP, apesar desta sessão ficar marcada pela ausência desses mesmos profissionais. Contudo, marcou presença o presidente do SPP-PSP, António Ramos, que também revelou que outra das exigências feitas à tutela é a abertura do concurso de promoção de chefe a chefe-principal, o que abrange 200 efectivos em 2010 e 210 em 2011.
Para que estas medidas avancem falta o desbloqueamento de “uma verba de 20 milhões de euros, que está igualmente prometida, mas ainda nada avançou”.
João Soares lembrou que “o director nacional garantiu que, até final do ano, os 150 euros de subsídio de fardamento seriam pagos, a quem tivesse este crédito, mas, até agora, só receberam 50 euros”, questionando porque é que “a empresa que faz o fardamento consegue vendê-lo mais barato que a polícia vende aos agentes”.
Já António Ramos reitera que “uma das principais dificuldades é a falta de efectivos. A portaria em vigor está desactualizada, sobretudo depois de terem passado para a área da PSP mais cerca de dois milhões de habitantes. Há um concurso de mil novos alistados, que vão começar a formação em Janeiro, mas mesmo assim é manifestamente insuficiente”.
Em termos de material, além de viaturas mais modernas, diz faltarem “coletes, algemas e lanternas”.
“Vamos ser penalizados pelos cortes orçamentais e as medidas de austeridade, mas vamos ser também penalizados pela não aplicação do novo estatuto”, acrescenta.
No final desta reunião, João Soares deixo ainda a sua preocupação pelo facto do Governo Civil ter enviado um ofício à PSP a solicitar ao comando que se encarregue de hastear a bandeira no edifício do Governo Civil aos domingos e nestes dias feriados, considerando que “esta não é uma missão para a polícia, mas é esta a polícia que temos, com gente com espírito servilista”.

08/12/2010

Provedor de Justiça contraria agentes da PSP

Provedor de Justiça contraria agentes da PSPProvedoria entende que corte de suplementos remuneratórios do GOE e do Corpo de Intervenção não viola Constituição.

O provedor de Justiça considera que "não existem fundamentos para requerer a inconstitucionalidade" do novo quadro legal de suplementos remuneratórios, que extinguiu alguns desses subsídios aos agentes do Grupo de Operações Especiais (GOE) e do Corpo de Intervenção (CI).
Alfredo José de Sousa recebeu várias participações de agentes daquelas subunidades especiais da PSP, alegando que esta nova legislação, que entrou em vigor no início do corrente ano (Decreto-Lei 229/2009), violava um "princípio fundamental da Constituição, no seu artigo 13.º: o princípio da igualdade".
Os agentes alertavam para o facto de, com a aplicação do novo regime, haver casos de agentes nas mesmas funções a auferir remunerações globais distintas. Haveria até situações em que, de acordo ainda com as exposições recebidas na Provedoria, que agentes com mais antiguidade tinham ficado a receber menos do que os mais novos.
Mas o entender do provedor não foi esse. Segundo o parecer de Alfredo Sousa, a que o DN teve acesso, é certo que "após a vigência do Decreto-Lei 229/2009 dois elementos da PSP em situação similar poderão surgir enquadrados por suplementos remuneratórios distintos, desde logo, se à data da entrada em vigor das soluções legais pertinentes integravam universos distintos de destinatários das normas: os que a 1 de Janeiro de 2010 já exerciam as referias funções e os que vieram a exercê-las depois".
Ou seja, os que exerciam as funções operacionais antes e que ainda as exercem continuam a receber os suplementos anteriores. Os novos operacionais do GOE e do CI passam a receber, de acordo com o novo regime, cerca de 460 euros.
Mesmo que um operacional mais antigo passe a auferir menos que um mais recente, "não poderá argumentar-se", concluiu o Provedor, que haja "violação de igualdade". Com a entrada em vigor do novo regime jurídico, que "por um lado extingue determinado suplemento remuneratório (suplementos GOE/CI e de risco agravado) e, por outro, salvaguarda as expectativas daqueles que, estando à data da entrada em vigor da nova lei a exercer funções que lhe atribuía o suplemento extinto, continuarão a receber esse mesmo suplemento se e enquanto se mantiverem nas mencionadas funções até ao limite da sua vida activa".
Na semana passada, o provedor de Justiça também já tinha manifestado a sua oposição à reclamação dos agentes da PSP sobre a alegada "violação da protecção de confiança", que representava, na opinião dos profissionais destas subunidades, a perda dos suplementos quando deixassem de exercer as funções operacionais.
Alfredo José de Sousa lembrou que os suplementos "não representam direitos adquiridos", no sentido de que os mesmos se deverão manter mesmo se for alterada a legislação ou se os agentes deixarem de exercer as funções operacionais. O provedor sublinhou que o legislador pretendeu "premiar aqueles que exercem efectivamente actividades associadas a um risco maior, obviando à banalização" dos suplementos.

VIGÍLIA NO DIA 13 DE DEZEMBRO

SPP/PSP


NÃO DESISTIMOS ATÉ TERMOS O QUE NOS PERTENCE.

03/12/2010

VIGÍLIA PARA JUNTO DO MAI, COM INÍCIO ÀS 15h00 DO DIA 13 DE DEZEMBRO




SPP/PSP




SPP, ASPP, ASOP, SUP, SICCP e SIAP

Multas caem para metade

Desmotivação da PSP e GNR continua a reflectir-se no número de contra-ordenações.

A insatisfação e desmotivação dos elementos das forças de segurança – na GNR e PSP – já provocaram prejuízos ao Estado superiores a 28 milhões de euros. Nos últimos dois anos, as receitas com multas por infracções ao Código da Estrada caíram quase para metade. E as contestações têm tendência a aumentar: "O Governo tem atropelado tanto o direito dos polícias e da própria instituição, que a desmotivação é geral", afirma ao CM Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP).
José Alho, da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG), afina pelo mesmo diapasão: "Têm tentado combater a quebra nas multas com operações stop, mas nem isso tem resultado. O pessoal está todo desmotivado".
O ano de 2009 foi atípico no que respeita à passagem de multas de trânsito, por causa da greve de zelo desencadeada como forma de protesto pela extinção da Brigada de Trânsito da GNR. Os resultados negativos reflectiram-se nos cofres do Estado. Houve orientações para que se intensificassem as operações de fiscalização, mas o facto é que este ano os valores das multas continuaram a baixar.
Segundo o relatório de execução orçamental, até Outubro tinham sido cobrados 34,9 milhões de euros relativos a contra-ordenações por infracções rodoviárias. No mesmo período, em 2008, já haviam sido cobrados 63 milhões de euros. Ou seja, em dois anos registou-se uma quebra de 28,1 milhões de euros.
Oficialmente, os representantes associativos e sindicais dos elementos das forças de segurança não assumem a prática de greve às multas, porque isso é ilegal. Mas não desmentem a existência de uma mudança de atitude dos militares da GNR e agentes da PSP. "O que se tem verificado é um comportamento mais preventivo e pedagógico, em detrimento de acções repressivas", dizem.
De acordo com os dados da receita do Estado, só este ano o valor das receitas com multas decresceu 16,1 milhões de euros. 

"ISSO É O QUE EU FAÇO HÁ MESES"
Na semana passada, a Comissão Coordenadora Permanente, que congrega vários sindicatos e associações das forças de segurança, pediu aos associados que optassem por uma atitude menos repressiva perante os cidadãos, como forma de protesto pelos "atropelos aos direitos" dos polícias e militares. Segundo Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP), um dos polícias presentes respondeu de imediato: "Isso é que eu faço há meses".

COMANDO ÚNICO PARA O TRÂNSITO
As quebras verificadas nas receitas relacionadas com as multas de trânsito "revelam que o Governo tem que dar o braço a torcer", afirma José Alho, presidente da Associação Sócio-Profissional Independente da Guarda (ASPIG). O responsável considera que a extinção da Brigada de Trânsito da GNR foi um erro e defende que a solução passa "pela criação de um comando único a formar e orientar o trânsito a nível nacional", como acontecia antes da alteração na orgânica da GNR. 

DIREITO DE RESPOSTA
AUTORIDADE RODOVIÁRIA ESCLARECE MULTAS
A propósito da notícia publicada ontem pelo CM sob o título ‘Multas caem para metade’, recebemos o seguinte esclarecimento da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.
"Na sequência das notícias publicadas e divulgadas hoje [ontem], dia 2 de Dezembro de 2010, sobre a diminuição da aplicação de contra-ordenações pela PSP e GNR, vimos por este meio informar que o valor da receita resultante da cobrança das contra-ordenações até Outubro de 2010 foi de 65 447 162 €. No período homólogo de 2009 o mesmo valor resultou em 67 047 254 €.
O valor apresentado pela Direcção-Geral do Orçamento (DGO) inclui a restituição de saldos consignados, não reflectindo portanto a receita bruta de contra-ordenações cobradas até à data, não sendo por isso mesmo comparável.
Assim, as notícias hoje divulgadas assentam em pressupostos incorrectos absolutamente desligados da veracidade dos factos. Uma coisa é a realidade traduzida na receita bruta cobrada, outra as operações contabilísticas envolvendo saldos consignados, que não são efectuados todos os anos nas mesmas datas.
Se verificarmos o Boletim da DGO de Abril de 2010 (pág. 22), por exemplo, veremos que, até essa data, as receitas com "multas do Código da Estrada" eram de 22,5 milhões de euros em 2010, contra 12,1 milhões em 2009."
Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária 

01/12/2010

Segurança: Principais sindicatos marcam concentração em frente à residência do primeiro-ministro a 14 de dezembro

Os principais sindicatos dos serviços e forças de segurança decidiram hoje realizar a 14 de dezembro uma concentração em frente à residência do primeiro-ministro para manifestarem preocupação com o 'desinvestimento' previsto para o sector no próximo ano.

A Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, que hoje esteve reunida, quer sensibilizar José Sócrates para os problemas que as medidas de austeridade podem causar na segurança pública.

O secretário nacional da CCP, Paulo Rodrigues, disse à agência Lusa que a estrutura, de que fazem parte os sindicatos e associações mais representativos do setor da segurança interna, entregou no início do mês ao chefe do Governo uma moção, na qual alertava para o 'desinvestimento no sector e pedia uma reunião a José Sócrates.

Paulo Rodrigues lamentou que o primeiro-ministro tenha encaminhado os sindicatos para os respetivos ministérios.

“A CCP solicitou a reunião ao primeiro-ministro precisamente devido à ausência de diálogo construtivo e da falta de competência dos diversos ministérios que tutelam as forças e serviços de segurança para responder”, adiantou, justificando que ao nível das Finanças “não têm capacidade para alterar o orçamento”.

Nesse sentido, os principais sindicatos dos serviços e forças de segurança voltam a apelar ao chefe do Governo para os receber e decidiram realizar a 14 de dezembro uma concentração em frente à residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa, para sensibilizar José Sócrates para os problemas do sector.

“A segurança pública em Portugal vai ficar mais pobre em 2011 e mais parecida com o passado”, disse Paulo Rodrigues, acrescentando que a CCP vai desenvolver outras ações de protesto caso os seus representantes não sejam recebidos por Sócrates.

Paulo Rodrigues, também presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), adiantou que a PSP entrará em défice de 86 milhões de euros a partir de novembro do próximo ano, não tendo dinheiro para pagar salários a partir dessa data.

No entanto, o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, já garantiu, no Parlamento, que haverá dinheiro para o pagamento dos salários na PSP em 2011.

Fazem parte da CCP a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima (ASPPM), Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SCIF/SEF), Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) e Associação Sindical dos Funcionários da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASF-ASAE).

A APG, ASPP e SCIF/SEF são tutelados pelo Ministério da Administração Interna, a ASPPM pelo Ministério da Defesa, o sindicato dos guardas prisionais pelo Ministério da Justiça, enquanto a Associação Sindical dos Funcionários da ASAE é tutelada pelo Ministério da Economia.

Sindicato apoia agentes que querem regressar à Madeira

O Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP) garantiu, ontem, no Funchal que há agentes da Madeira que estão a prestar serviço no continente, que querem regressar à Região.
Tendo em conta esta vontade, o sindicato vai apresentar uma proposta ao director nacional. A intenção foi deixada por António Ramos, porta-voz da delegação do sindicato que durante dois dias esteve na Madeira a contactar com estes profissionais.
António Ramos garantiu que há falta de policias na RAM e apontou como exemplo a esquadra de Santana onde “basta um agente estar de baixa que é difícil fazer o policiamento”. No Destacou as “excelentes condições” das esquadras, com excepção para três casos. Falta, também, repôr 20 viaturas e motociclos que foram danificados pelo temporal de Fevereiro.

27/11/2010

SESSÃO ESCLARECIMENTO EM CASTELO BRANCO

A Delegação de Castelo Branco/Covilhã do SPP/PSP tem agendada uma sessão de esclarecimento para o dia 30 de Novembro de 2010, às 15H00, na Sede da Associação Recreativa e Desportiva da Carapalha em Castelo Branco, vão ser aborbados, entre outros, os seguintes temas:

1.   Fardamento;

2.   Operacionalidade/Formação/Idade dos Profissionais nos Comandos Interiores, horários;


3.   Outros.




A tua opinião é o mais importante, PARTICIPA!


   A Direcção Nacional do SPP/PSP

CONTRA ORDENAÇÕES

http://www.ansr.pt/Portals/0/minisite/img/Fluxograma_CO.gifANSR

Problemas da polícia de cá são comuns

Delegação do sindicato dos profissionais de polícia está na região 

O Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP) detectou os mesmos problemas no Comando Regional que tem encontrado no restante território nacional.
Ontem, no final de um encontro com o comandante regional da PSP, intendente Jorge Cabrita, o vice-coordenador nacional do SPP mostrou-se agradado pela confiança que Cabrita tem nos homens que comanda.
"Saiamos contentes ao ver que o senhor comandante sabe que tem uma grande qualidade humana ao seu dispor", disse António Augusto, explicando que isto vem ao encontro do que o SPP tem defendido.
"Os problemas que existem na PSP não são por falta de qualidade profissional, são políticos", afirmou, dizendo que o governo tem de olhar para a segurança como um investimento, não como um gasto. "Ao investir na segurança, está a investir na qualidade de vida dos cidadãos",  defendeu António Augusto.
Depois do encontro a delegação do SPP visitou várias esquadras, e detectou os mesmos problemas do que no continente. "São os problemas comuns em termos de instalações, como acontece no Porto Santo ou na Ponta do Sol", disse o sindicalista.

Caldas da Rainha: PSP abre processo de averiguações no caso da alegada falta de condições de carro patrulha

A PSP informou hoje que tem em curso um processo de averiguações ao caso da alegada falta de condições de higiene de um carro patrulha da PSP das Caldas da Rainha em que os agentes andavam de máscara.

“Encontra-se em curso um processo de averiguações para apuramento de responsabilidades” disse à Lusa fonte da direção Nacional da PSP que nega a existência de problemas nas viaturas da divisão das Caldas da Rainha.

A falta de viaturas, que alegadamente teria obrigado os agentes a efetuarem as rondas num carro com problemas mecânicos foi noticiada pela comunicação social na semana passada tendo sido divulgadas imagens de agentes envergando máscaras.

Contactada pela Lusa, a direção nacional da PSP afirma que a divisão “possui as viaturas necessárias ao cumprimento integral do serviço policial a que estão afetas”, assegurando estarem “todas devidamente inspecionadas e em condições de circulação”.

A PSP afirma desconhecer “os motivos que originaram este comportamento por parte dos agentes” que diz justificar a abertura de um processo de averiguações.

Para o Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), trata-se de “uma forma de intimidar e tentar calar as situações que desagradam à hierarquia”, disse à Lusa o presidente, António Ramos, repudiando “este tipo de atitude”.

António Ramos reafirma que “há muito tempo as viaturas se encontravam em más condições operacionais”, facto que pode ser comprovado “pelos relatórios que vinham sendo feitos pelos agentes que as usavam”.

O mesmo responsável sublinha que irá “ficar atento ao desenrolar do processo de averiguações” e que o sindicato disponibilizará “apoio jurídico” aos agentes envolvidos.

“Se forem alvo de sanções iremos recorrer até às últimas consequência”, remata António Ramos.

DYA

26/11/2010

Quase tudo o que precisa de saber para circular nas Scut

Depois de muitas hesitações e adiamentos, vive-se hoje um dia histórico. As primeiras três Scut (Costa da Prata, Grande Porto e Norte Litoral) começaram a ser pagas e deixam de ser vias sem custos para os utilizadores. E nem o facto de um tribunal ter aceite uma providência para suspender as portagens no Grande Porto trava a cobrança. Para contestar a acção, o governo invocou a grave urgência para o interesse público em que diz que a medida é essencial para o equilíbrio das contas do Estado

Onde e até quando compro o dispositivo?

Quem ainda não tem pode adquirir os novos dispositivos nas lojas da Via Verde ou através do site viaverde.pt onde pode comprar o dispositivo só Via Verde, ou simultaneamente Via Verde e o DEM (dispositivo electrónico de matrícula). Nos CTT pode adquirir dispositivos com pré-pagamento associado, DEM associado aos CTT, e DT (dispositivo temporário). Só o registo do dispositivo electrónico como DEM dá isenções e descontos.

Quanto custa?

O dispositivo custa 27 euros. No caso da Via Verde, esta anuncia no site um preço de 25 euros caso adira ao extracto electrónico.

Tenho Via Verde. Que preciso de fazer?

Se não morar (ou, no caso de empresa, não tiver sede) num concelho abrangido pelos descontos, não terá de fazer nada porque o sistema Via Verde funciona como portagens tradicionais. Se morar ou tiver sede em algum concelho com direito a descontos, deverá dirigir-se à Via Verde, por forma a, por uma acção meramente administrativa, associar o dispositivo a um DEM. Para o efeito terá de provar a sua morada, o que implica a apresentação física do original do documento de registo de propriedade. Caso utilize o site da Via Verde para solicitar a adesão ao DEM, terá 60 dias para ir a uma loja e mostrar documentos.

E se passar numa auto-estrada e não tiver dispositivo?

Será identificado por uma fotografia da matrícula.

Como é que eu sei o montante que estou a dever? Como posso pagá-lo?

Pode pagar no prazo de cinco dias úteis, contados a partir do segundo dia após a passagem. Deverá ir a uma estação dos CTT ou à rede pay-shop onde, indicando o número da matrícula, lhe será fornecida a relação dos valores a pagar. Nos cinco dias úteis pode pagar de uma só vez as passagens que tiver efectuado até à data em que pedir o extracto, desde que não ultrapasse os cinco dias úteis sobre a passagem mais antiga.

Se pagar depois, fica mais caro?
Se fizer o pós-pagamento terá sempre o custo administrativo associado a esta cobrança. Ainda que se dirija aos CTT ou à rede pay-shop no prazo de cinco dias úteis, para além das portagens, terá de pagar mais 0,25 euros+IVA por cada taxa em dívida, com limite máximo de dois euros+IVA por cada pagamento. Se quando se dirigir aos CTT constarem do extracto três viagens, pagará as taxas de portagem, mais 3x0,25€x1,21= 0,91€. Se do extracto constarem mais de oito taxas, pagará só as taxas mais 2€+IVA, ou seja, cerca de mais 2,42€

Se não pagar, o que acontece? 
Nesse caso (e caso não tenha saldo na conta associada à Via Verde ou na conta pré-paga associada a um dispositivo electrónico) segue a cobrança coerciva. O proprietário do veículo é identificado e recebe uma comunicação com as taxas em dívida, às quais é adicionado novo custo administrativo de 1,7 euros+IVA por cada taxa não paga e sem limite de quantidade. Se as taxas e os custos não forem pagos até 15 dias, é instruído um auto de notícia. O proprietário é novamente notificado; se pagar em mais de 15 dias, pagará as portagens, acrescidas de 50% da coima mínima (a coima mínima corresponde a dez vezes a taxa de portagem em dívida, com um mínimo de 25 euros por cada uma) e dos custos administrativos (os 1,7€ já debitados, acrescidos de outros 1,4€, num total de 3,1 euros+IVA por taxa em dívida). Se as taxas, as coimas com desconto e os custos administrativos não forem pagos, o processo vai para o Instituto Nacional das Infra-estruturas Rodoviárias. São aplicáveis todas as coimas definidas na lei, que podem ir até cinco vezes a coima mínima, mais custos administrativos em dívida, mais novo custo administrativo de 75€+IVA por portagem em dívida.

Como provo que sou residente para ter direito ao desconto? 
Os concelhos elegíveis estão identificados em portaria. Para ter descontos é preciso ter o DEM. Nas primeiras 10 viagens de cada mês o desconto é de 100%, não paga nada. Nas viagens seguintes tem desconto de 15%. A prova de residência faz-se pela apresentação física na Via Verde ou nos CTT do título de propriedade ou de declaração de locadora que identifique nome e morada do locatário.

Posso ter desconto em várias Scut? 
Sim, se o concelho em que resida conste de mais do que uma lista associada a cada uma das concessões (há concelhos, como o Porto, onde há descontos em três concessões).

Se comprar o dispositivo, mas não estiver disponível, o que acontece?

Nesse caso a Via Verde ou os CTT têm solução alternativa para cobrança temporária através de fotografia.

Saberei em que locais o meu carro será taxado? 
Sim. Nos nós com acesso a troços portajados, ou na via antes de entrar num desses troços, existirá sinalização que indica que a via é portajada por meios electrónicos. Junto de cada ponto de cobrança há um painel com as taxas aplicáveis.

Há alternativa ao débito em conta que garanta o anonimato? 
Sim. Se adquirir um DT nos CTT, sem identificação e com pré-carregamento, o anonimato é garantido. O pós-pagamento também é anónimo, pois processa-se por identificação da matrícula nos CTT.

Sou estrangeira e acabei de chegar. Como serei informada e onde posso adquirir sistema de pagamento? 

Há informação junto das fronteiras que alerta para o pagamento. Em algumas áreas de serviço das concessões vão ser instalados postos de venda.

Há valores mínimos para dispositivos para estrangeiros? Sou obrigada a gastar tudo ou serei reembolsada? 

No acto de compra/aluguer do DT há que prestar uma caução de valor igual ao custo de aquisição (27€). Caso associe um cartão de crédito ao DT, nesse acto só suportará a caução, porque as taxas de portagem e os custos de aluguer do DT lhe serão debitados no cartão. Caso não associe cartão, pode optar por fazer um pré-pagamento em dinheiro, sendo exigido um mínimo de 50€ ou 100€ conforme se trate de ligeiro ou pesado. A caução será o único valor devolvido, e caso o DT seja também devolvido.

Que site e telefone informam? 
O estradas.pt ou o número 808 210 000.

25/11/2010

Utentes dizem-se enganados com portagens na A23 no troço que atravessa o Médio Tejo

Instalação dos pórticos para a cobrança de portagens deverá arrancar no início de 2011 
A Comissão de Utentes da A23 no Médio Tejo confessa-se apreensiva com o anúncio da colocação de pórticos entre o nó da A1 em Torres Novas e Abrantes. “Alguns ‘agentes’ ou ‘comissários’ locais do Governo disseram-nos sempre que o troço entre o nó da A1 e Abrantes não seria portajado. Agora, estamos perante um facto consumado, e o Governo coloca portagens nesse troço. Com isso tentaram enganar e dividir os utentes de toda a A23”, afirmou António Costa Ferreira, da Comissão de Utentes da A23 no Médio Tejo.
Salientando a “apreensão em todo o processo”, o porta-voz dos utilizadores reiterou que “a A23 é fundamental e não há alternativas dignas para os utentes que não estejam em condições de pagar a utilização da via”. António Costa Ferreira distingue o volume de tráfego entre o nó da A1, em Torres Novas, e Abrantes do restante traçado da A23, justificando-o com “a organização empresarial e dos serviços do Estado no Médio Tejo”.
“Vamos empenhar-nos para que o processo não vá para a frente”, frisou o porta-voz, acrescentando que, “mesmo sem portagens, em algumas das vias supostamente alternativas, como o centro do Entroncamento ou junto a Torres Novas, apresentam, em algumas horas do dia, um trânsito caótico”.
A Scutvias, concessionária da SCUT Beira Interior disse sexta-feira que a instalação dos pórticos para a cobrança de portagens na A23 deverá arrancar no início de 2011. O Governo anunciou que a cobrança de portagens nas SCUT Interior Norte, Beiras Litoral e Alta, Beira Interior e Algarve terá início até 15 de Abril de 2011, mas o ministro das Obras Públicas já disse que se houver condições para que a cobrança comece antes dessa data, o Governo trabalhará nesse sentido.
A Scutvias, concessionária da SCUT Beira Interior, ainda não deu início à instalação dos pórticos, mas afirmou que, para que o prazo de 15 de Abril seja cumprido, “a instalação física dos pórticos se iniciará no começo do próximo ano”. A concessionária acrescentou que do quilómetro zero da A23 (confluência com a A1 na zona de Torres Novas) ao quilómetro 37 (Nó Oeste de Abrantes) “serão instalados três conjuntos de pórticos". Estes pórticos serão localizados nos sublanços Zibreira/Torres Novas, Entroncamento/Atalaia, Constância Centro/Montalvo – Abrantes.foto
Entre o quilómetro 37 e o quilómetro 217 da A23 (confluência com a A25 após a Cidade da Guarda) serão instalados 13 conjuntos de pórticos, acrescentou a concessionária. Estes pórticos serão instalados nos sublanços Abrantes Este/Mouriscas, Mouriscas/Mação, Gavião/Envendos, Fratel/Perdigão, Alvaiade/Sarnadas –Retaxo, Sarnadas – Retaxo/Castelo Branco Sul, Castelo Branco Norte/Alcains, Alcains/Lardosa, Castelo Novo/Fundão, Alcaria/Covilhã Sul, Covilhã Norte/Belmonte Sul, Belmonte Norte/Benespera, Benespera/Guarda.

DISTRIBUIÇÃO DE PRENDAS DE NATAL 2010

SPP/PSP


DISTRIBUIÇÃO DE PRENDAS DE NATAL 2010

Petição Polícia Única

SPP/PSP

 Fusão das Várias Policias que daria origem à Policia Nacional... 


24/11/2010

Greve geral: 85 a 90% dos funcionários judiciais aderiram

O sindicato dos funcionários judiciais avançou que a adesão à greve geral de hoje, às 10h00, se situava entre os 85 e os 90%, sendo "muitos" os tribunais em que chegou aos 100%.
Em comunicado enviado às redações, o sindicato avança que a adesão foi de 100% em tribunais como Valença, Ponte da Barca, Amarante, Esposende, Resende, S. João da Madeira, Barcelos, Régua, Lamego, Famalicão, Póvoa do Lanhoso, Águeda, DIAP de Aveiro, Castelo Branco, Tribunal de Trabalho e Tribunal Administrativo de Viseu, Covilhã, Ministério Público de Oeiras, Benavente, Mafra, Cascais, Barreiro, Reguengos, Redondo, Santiago do Cacém, Beja, Olhão e Faro.
No mesmo comunicado, o sindicato dos funcionários judiciais avança que no Palácio da Justiça a adesão foi de 93%, estando três juízos cíveis e quatro varas cíveis encerrados.
O sindicato, segundo o seu presidente, Fernando Jorge, continua a atualizar os dados "embora com previsível dificuldade, atendendo ao elevado número de tribunais no país - cerca de 400 - e à dificuldade de contacto telefónico até porque a maioria dos telefonistas estão em greve".
A CGTP e a UGT realizam hoje uma greve geral conjunta contra as medidas de austeridade, anunciadas pelo Governo em setembro, que têm como objetivo consolidar as contas públicas, entre as quais os cortes de salários nos trabalhadores do Estado, o congelamento das pensões em 2011 e o aumento em dois pontos percentuais do IVA.
Esta é a segunda greve geral marcada pelas duas centrais. A primeira realizou-se há 22 anos contra o pacote laboral.
Diário Digital / Lusa

PSP detona explosivos encontrados em terreno da Covilhã

A Polícia de Segurança Pública (PSP) procedeu, esta quarta-feira, ao rebentamento de barras de material explosivo encontradas num terreno na Covilhã, por entre vegetação silvestre, informou fonte da protecção civil.
As barras foram encontradas num balde, algo que despertou a atenção de um homem que passava junto ao local, perto da Rua Cidade do Fundão e de dois estabelecimentos de ensino.
Segundo fonte revelou à agência Lusa, suspeita-se que as barras deveriam ter como fim a aplicação em obras de construção civil, tendo sido abandonadas “há bastante tempo”.
No local do incidente esteve a PSP, assim como duas viaturas com cinco homens dos Bombeiros Voluntários da Covilhã, como medida de prevenção, entre as 12h37 e as 14h00.

23/11/2010

Só se gastaram 1,7 dos cinco milhões de euros destinados à segurança da cimeira da NATO

Segundo o Governo Civil de Lisboa, dos cinco milhões de euros que estava previsto gastar-se com a segurança da cimeira da NATO, apenas 1,69 milhões foram efectivamente adjudicados. Das mais de 50 viaturas prometidas à PSP apenas chegou uma.
Das 50 viaturas prometidas para a cimeira da NATO, a PSP recebeu só uma e depois da cimeiraDas mais de 50 viaturas, de vários géneros, prometidas à PSP para utilização na cimeira da NATO, realizada em Lisboa na última sexta-feira e sábado, apenas chegou uma. Foi anteontem à noite, decorridas perto de 36 horas após o encerramento da cimeira, que aterrou no aeroporto da Portela o primeiro carro blindado de uma encomenda de seis. Os sindicatos policiais querem saber onde pára o resto do material prometido e quando vem, até porque as compras anunciadas eram no valor de cinco milhões de euros.

"É óbvio que o sindicato questiona e quer saber onde está o material prometido e que foi largamente publicitado pela Direcção Nacional [da PSP] e pelo ministério [da Administração Interna]", disse ao PÚBLICO o presidente do Sindicato Independente da Polícia, Peixoto Rodrigues.

Já António Ramos, presidente do Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP), refere que "algumas motosserras, escudos, viseiras e dois blindados não custam cinco milhões de euros".

No domingo, a empresa canadiana Milícia fez chegar a Lisboa um dos seis blindados acordados. Esta empresa ganhou o contrato depois de ter sido a que ofereceu o material a menor custo. Previa-se ainda que outras empresas entregassem, entre outros, um carro com um canhão de água, um veículo pesado para desobstrução de vias, de transporte de pessoal, antimotim e celulares. Estes carros não chegaram porque nenhuma das empresas convidadas se mostrou disponível para satisfazer as pretensões do Estado.

MAI em silêncio

De resto, durante a cimeira, algumas equipas do Grupo de Operações Especiais (GOE) mobilizadas para assegurar a ordem pública foram conduzidas para os locais em camionetas e carrinhas sem qualquer tipo de protecção. O Ministério da Administração Interna nada diz sobre os atrasos na recepção dos equipamentos nem sobre a eventualidade de vir a accionar cláusulas indemnizatórias previstas no contrato com o fornecedor.

Ontem, o Governo Civil de Lisboa divulgou um comunicado onde dá conta dos procedimentos para a aquisição do diverso equipamento policial que deveria ter vindo a tempo da cimeira. Constata-se que em nove procedimentos solicitados (pedidos de negócio a empresas), apenas quatro foram aceites, a saber: os seis blindados (no valor de 1,08 milhões de euros), material electrónico não especificado (140 mil euros), máscaras de protecção química e biológica (11 mil euros) e mais três lotes de equipamento de manutenção de ordem pública (de 313 mil euros, 110 mil euros e 36 mil euros). Assim, dos cinco milhões de euros que estava previsto gastar-se, apenas 1,69 milhões foram efectivamente adjudicados.

Tanto Peixoto Rodrigues como António Ramos afirmam, enquanto sindicalistas, que não possuem informação suficiente acerca do destino dado aos cinco milhões de euros que o Ministério da Administração Interna (MAI) foi buscar ao Governo Civil de Lisboa com o pretexto de comprar equipamento para a polícia. O que os dois sindicalistas sabem é que, nos últimos dias, a direcção nacional da PSP satisfez algumas das dívidas que tinha para com o efectivo.

Já o presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, Paulo Rodrigues, entende que todo o equipamento prometido deve ser entregue à PSP, considerando "inadmissível" que alguma verba possa ser desviada para outros fins. Esta questão será debatida com a direcção nacional numa reunião até final do mês.

A PSP pagou recentemente, a cada um dos cerca de 22 mil efectivos, 50 de um total de 150 euros destinados ao subsídio de fardamento. Além disso, deixou a promessa, no final de Outubro, de no final deste mês e com o vencimento de Dezembro, pagar os restantes 100 euros. Além disso, uma parte do efectivo policial tem a receber as verbas relativas ao Fundo de Fardamento, o qual foi extinto no final do ano passado. 

António Ramos lembrou também que a PSP pagou entretanto os gratificados de Fevereiro e Março deste ano feitos em eventos desportivos de equipas amadoras

QUER MANIFESTAR-SE EM SEGURANÇA E NÃO SER CONFUNDIDO COM BANDIDOS?

SPP/PSP


Para nós não é novidade porque conhecemos os Polícias Portugueses, homens e mulheres que sempre dão o seu melhor e de quem o País só tem motivos para se orgulhar e respeitar.

22/11/2010

Um blindado já está em Lisboa

Veículo chegou ontem ao aeroporto da Portela

Um dos blindados adquiridos pelo Ministério da Administração Interna, para a operação de segurança da Cimeira da NATO, que se realizou entre 19 e 20 de Novembro, chegou este domingo ao aeroporto da Portela. Um dia depois de terminado o encontro de chefes de Estado na capital.

Segundo foi confirmado ao tvi24.pt por funcionários do aeroporto, a viatura, que ficará na posse da PSP, chegou domingo ao terminal de carga da Portela, entre as 11h00 e o 12h00.

No local, para levantar os blindados estava o Grupo de Operações Especiais (GOE).

Chegou a ser avançado que tinham chegado dois blindados a Lisboa, mas tal não se verificou.

O porta-voz da PSP, Paulo Flor, garantiu ao tvi24.pt que foi entregue apenas um blindado. «Foi entregue uma viatura de transportes blindada à PSP ontem (domingo) à tarde».

Paulo Flor explicou ainda, em declarações à Lusa, que o «blindado civil» é da categoria BR6 e tem capacidade para transportar 11 polícias.

Segundo informações avançadas esta segunda-feira pelo Diário de Notícias (DN), 90% do material de segurança comprado para a cimeira da NATO, não chegou a tempo do encontro.

Os deputados da oposição ouvidos pelo DN acusam o ministério da Administração Interna de «irresponsabilidade». O PCP exige a anulação do negócio. O PSD salienta ainda que o MAI «acabou por desvirtuar o ajuste directo, que até é enquadrado pelo Tratado de Lisboa para compras desta natureza. Podia tudo ter sido feito com calma, dentro da lei e chegado a tempo».

Cimeira da NATO: CDS-PP quer explicações sobre atraso dos blindados

Covilhã: Polícia Judiciária detém suspeito de assalto à mão armada

Covilhã: Polícia Judiciária detém suspeito de assalto à mão armada
A Polícia Judiciária (PJ) anunciou hoje a detenção de um homem de 23 anos suspeito de assaltar uma loja do centro da Covilhã à mão armada no último dia 14.Após interrogatório policial, o indivíduo está obrigado a apresentações periódicas às autoridades como medida de coação que, de resto, já estava a cumprir na sequência de outro assalto semelhante que terá cometido na zona de Coimbra, disse à agência Lusa fonte policial.
Desta vez, o detido terá roubado 300 euros de uma loja de produtos regionais na Rua Visconde da Coriscada, a poucos metros da Praça do Município.
De acordo com a PJ, o homem terá entrado no estabelecimento quando lá estava apenas uma funcionária, à qual apontaria a arma, e que entregou todo o dinheiro existente na caixa registadora.
A situação foi filmada por uma câmara de vigilância, mas acabou por ser “outro pormenor”, que levou à detenção, acrescentou a mesma fonte.
O assaltante usou sempre um casaco, luvas e um capuz que lhe tapou a cara, peças de vestuário que foram apreendidas ao detido, mas a arma utilizada não foi encontrada, nem o dinheiro foi recuperado, sublinhou.
O homem reside na Covilhã com uma companheira e uma criança e encontra-se em Portugal em situação ilegal, referiu a mesma fonte, segundo a qual o crime ter-se-á justificado com “dificuldades económicas”.

20/11/2010

Sócrates agradece à PSP


O primeiro-ministro desloca-se este sábado à Direção Nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP) para felicitar a corporação pelo trabalho "eficiente e profissional" feito ao longo dos dois dias de Cimeira da NATO em Lisboa.
"O primeiro-ministro quer felicitar a PSP pela forma profissional e eficiente como actuou na Cimeira da NATO, numa operação de segurança que constituiu um êxito", disse à agência Lusa fonte do gabinete de José Sócrates. 
A mesma fonte adiantou que as cimeiras da NATO são tradicionalmente  consideradas "as mais complexas" do ponto de vista da segurança.  
A visita do Chefe de Governo português deve ocorrer logo que terminem os compromissos institucionais relativos à Cimeira da NATO, que decorre no Parque das Nações, em Lisboa.
No final da Cimeira da NATO, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro espanhol, José Luís Zapatero, foram dois dos responsáveis políticos que elogiaram a organização portuguesa.   

NATO: Polícias passam fome em turnos de doze horas


Coordenados dez mil agentes espalhados por vários pontos de Lisboa. Equipas que vieram de Setúbal dizem não ter recebido comida, o que a PSP nega. Sede da NATO em Oeiras reforçada.
O primeiro dia da Cimeira da NATO mobilizou ontem dez mil polícias em toda a zona de Lisboa. As primeiras queixas, no entanto, já começaram a surgir. Agentes de Equipas de Intervenção Rápida (EIR) da PSP de Setúbal afirmam ter passado fome nas 12 horas de turno ontem efectuadas, tendo igualmente um grupo de polícias especializados em segurança pessoal abandonado o quartel do Ralis, alegando más condições.
"Os agentes das EIR de Setúbal não receberam refeições ligeiras [sandes e sumos] a meio do turno, ao contrário de EIR de outros comandos. Em 12 horas de trabalho seguido isso é inadmissível", disse ao CM Peixoto Rodrigues, presidente do Sindicato Unificado de Polícia. A Direcção Nacional da PSP nega que tal tenha acontecido, alegando que os "agentes quiseram tomar a primeira refeição do dia em Setúbal, tendo recebido senhas para a outra no Parque das Nações".
Pouco contentes estavam também perto de cem agentes que, por terem cursos de segurança pessoal, foram destacados para reforçar o policiamento das comitivas. Insatisfeitos com o quartel do Ralis, cerca de 40 abandonaram aquele local, para se alojarem na INATEL de Oeiras ou regressarem a casa.
A operação de segurança à cimeira decorreu ontem sem incidentes. O único sobressalto ocorreu no quartel-general da NATO, em Oeiras. Na quarta-feira, carrinhas de radicais foram vistas perto das instalações, tendo surgido informações de que poderia estar em preparação um protesto. A PSP reforçou a segurança.
A Baixa de Lisboa esteve, por seu turno, sob forte vigilância policial, à semelhança dos hotéis das comitivas. A Gare do Oriente, contígua ao perímetro de segurança da cimeira, serviu de quartel-general à PSP. Elementos das várias valências da Unidade Especial de Polícia partiam dali para patrulhas constantes, notando-se mais policiamento durante a manhã.
GNR CHAMADA A FORMAR POLÍCIAS NO AFEGANISTÃO
O ministro da Defesa adiantou ontem que vai propor o envio de mais 40 formadores para a missão da NATO no Afeganistão e que esta nova força incluirá militares da GNR, que irão formar forças de polícia afegãs. Os militares deverão estar no terreno durante a Primavera de 2011. "Portugal compreende a necessidade deste esforço", declarou Augusto Santos Silva à margem da cimeira, sublinhando que desta forma Portugal passará a ter quase 250 militares na missão da ISAF.
CINCO AGENTES FERIDOS
Devido ao piso molhado e à pressa em chegar ao Parque das Nações, para fazer parte do contingente de segurança à Cimeira da NATO, cinco polícias ficaram ontem feridos na sequência do despiste das viaturas em que seguiam.
O primeiro acidente aconteceu cerca das 09h00, na CRIL, e envolveu uma viatura descaracterizada da Unidade Especial de Polícia, do Comando Distrital da PSP de Setúbal. Três polícias sofrerem ferimentos ligeiros, sendo transportados para o Hospital de Santa Maria.
O segundo despiste ocorreu pelas 10h50 no IC17, junto ao Centro Comercial Odivelas Parque, com uma viatura do Centro de Inactivação de Explosivos e Segurança em Subsolo (CIEXS) da PSP que, em sequência do despiste, tombou. O acidente causou ferimentos ligeiros em dois polícias, que receberam tratamento médico no Hospital de São José.
Não foi necessária a intervenção dos Sapadores de Lisboa. Apenas o INEM esteve nos dois locais dos acidentes, onde prestou os primeiros socorros e fez o transporte dos cinco polícias feridos.

19/11/2010

Professora tem medo do povo


A professora do ensino básico da Escola Primária de Verdelhos, na Covilhã, ainda não voltou às aulas, com medo de represálias da população. As pessoas não lhe perdoam o facto de, segundo dizem, ser a favor da retirada à mãe das duas meninas, de 4 e 6 anos, por maus-tratos e negligência.
A professora viveu momentos difíceis na segunda-feira à noite, quando foi ameaçada por populares que se concentraram no largo da aldeia e conseguiram evitar a saída das irmãs. Para já, estão com uma tia. "Pouca gente da aldeia gosta dela [da professora]", diz o morador Adelino Marcelino.
Paulo Rosa, presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens da Covilhã, considera que a docente "está injustamente a ser acusada de uma coisa da qual não tem culpa". Liliana Ramos, presidente do Agrupamento de Escolas de Teixoso, esteve ontem "em reunião" e, como tal, não foi possível ao CM apurar como pensa resolver o problema.
Sandra Correia, a mãe das duas meninas, que sofre de uma doença psiquiátrica e quer ser internada para receber tratamento, continua "apreensiva" e com "muito medo" do futuro das filhas. "Não as quero perder por nada deste mundo", refere. Ontem, voltou a pedir ajuda à educadora Maria José. "Esta mulher precisa com urgência de cuidados médicos", diz a educadora.

Portagens: Concessionária da A23 diz que instação de pórticos deverá começar no ínicio de 2011

A Scutvias, concessionária da SCUT Beira Interior disse à Lusa que a instalação dos pórticos para a cobrança de portagens na A23 deverá arrancar no início de 2011, enquanto as concessionárias das restantes três SCUT não avançaram datas.
O Governo anunciou que a cobrança de portagens nas SCUT Interior Norte, Beiras Litoral e Alta, Beira Interior e Algarve terá início até 15 de abril de 2011, mas o ministro das Obras Públicas já disse que se houver condições para que a cobrança comece antes desta data, o Governo trabalhará nesse sentido.
Contactadas pela Lusa, as concessionárias das quatro SCUT afirmaram, por escrito, que ainda não começaram a instalar os pórticos que permitirão a cobrança de portagens.
A Scutvias, concessionária da SCUT Beira Interior,Portagens: Concessionária da A23 diz que instação de pórticos deverá começar no ínicio de 2011 não deu início à instalação dos pórticos, mas afirmou à Lusa que, para que o prazo de 15 de abril seja cumprido, “a instalação física dos pórticos se iniciará no começo do próximo ano”.
A concessionária acrescentou que do quilómetro zero da A23 (confluência com a A1) ao quilómetro 37 (Nó Oeste de Abrantes) “serão instalados três conjuntos de pórticos".
Estes pórticos serão localizados nos sublanços Zibreira/Torres Novas, Entroncamento/Atalaia, Constância Centro/Montalvo – Abrantes.
Entre o quilómetro 37 e o quilómetro 217 da A23 (confluência com a A25 após a Cidade da Guarda) serão instalados 13 conjuntos de pórticos, acrescentou a concessionária.
Estes pórticos serão instalados nos sublanços Abrantes Este/Mouriscas, Mouriscas/Mação, Gavião/Envendos, Fratel/Perdigão, Alvaiade/Sarnadas –Retaxo, Sarnadas – Retaxo/Castelo Branco Sul, Castelo Branco Norte/Alcains, Alcains/Lardosa, Castelo Novo/Fundão, Alcaria/Covilhã Sul, Covilhã Norte/Belmonte Sul, Belmonte Norte/Benespera, Benespera/Guarda.
Fonte oficial da Ascendi, concessionária da SCUT Beiras Litoral e Alta, disse à Lusa que os pórticos ainda não começaram a ser instalados, acrescentando que “os procedimentos concretos para a introdução de portagens ainda estão em negociações”.
A Norscut, concessionária da SCUT Interior Norte, afirmou que está “em negociações com o Estado Português para a integração de portagens na A24”, considerando por isso não ser “oportuno transmitir mais informações” sobre este assunto.
A sul, a Euroscut, concessionária da SCUT Algarve, também ainda não avançou com a instalação dos pórticos.
“Não estão a ser instalados [os pórticos]”, afirmou à Lusa fonte oficial da concessionária, sem acrescentar mais informações.
A cobrança de portagens nas antigas SCUT Norte Litoral, Grande Porto e Costa da Prata começou a 15 de outubro.