20/05/2013

O SPP-PSP reuniu hoje com o Secretário de Estado da Administração Pública







O SPP-PSP Contesta Pacote de Medidas de Austeridade Apresentadas Pelo Governo




26/03/2013

12/03/2013

Crónicas de um polícia

DNoticias.pt


Ficámos a olhar uns para os outros, atónitos, sem percebermos muito bem o que tinha acontecido


Sempre coloquei elevado sentido de responsabilidade na minha actividade policial, por isso, aquilo que para alguns poderia parecer uma insignificância, para mim fazia sentido questionar, pôr em causa, tentar entender, interferir, etc.
Uma noite, seriam cerca das 04h da madrugada, desempenhava eu as funções de arvorado do carro patrulha, fazia a segurança à cidade conjuntamente com os meus colegas, motorista e tripulante, quando, ao passarmos numa determinada rua, verifiquei que uma viatura ali estacionada tinha o vidro da porta do lado do condutor aberto.
O meu lado zeloso e proactivo levou-me a concluir que algo tinha de ser feito, até porque a viatura encontrava-se em condições de segurança muito frágeis. Desta forma, com as referências da matrícula da viatura, com a ajuda da Central Rádio e dos recursos informáticos ao serviço da Policia, consegui saber onde residia o proprietário do veículo, e, animado pelo sentido do dever, no pressuposto que este cidadão iria ficar reconhecido à Policia pela dedicação, zelo e preocupação com o património, toquei à campainha no andar correspondente, sem que inicialmente alguém do outro lado respondesse.
Após alguma insistência, finalmente, alguém, com notória voz de sono, interroga através do intercomunicador: "Quem é?"  Respondi: "Boa noite, desculpe incomodar, é a Policia. É que o senhor deixou a sua viatura estacionada com o vidro aberto, era só para o informar."  Ao que aquele cidadão retorquiu:  "E qual é o problema? Isto são horas de chatear as pessoas? Se tem o vidro aberto o problema é meu…" click… (desligou o intercomunicador).
Ficámos a olhar uns para os outros, atónitos, sem percebermos muito bem o que tinha acontecido. Quase automaticamente dirigimo-nos para o carro patrulha e retomámos a rotina que nos estava incumbida. Não esperávamos nem beijos nem abraços daquele cidadão, mas esta sua ingratidão deixou-nos a meditar todo o resto do turno. Durante algum tempo o silêncio que se gerou entre nós indiciava o mal-estar que aquela situação tinha provocado. Pensei na vida, repensei, voltei a pensar. Julguei-me um inútil, desmenti-me, repreendi-me, aplaudi-me, confortei-me, irritei-me, acalmei-me… enfim.
Ainda assim, até ao final do turno ainda passámos uma meia-duzia de vezes junto àquela viatura, tentando garantir-lhe os mínimos de segurança, e pese embora as mossas que estas lições de vida nos provocam o sentido da responsabilidade fala mais alto, e o "bichinho" da segurança aos outros vai-se alimentando das coisas boas que também nos vão acontecendo. Depois deste episódio outras situações idênticas nos aconteceram, voltámos a tocar à campainha, felizmente com desfechos mais felizes, que nos encheram de novo o ânimo e a dedicação à causa pública!

2300 forçam saídas da Polícia e Guarda

Dois mil e trezentos elementos querem sair da PSP e GNR, respetivamente 1000 e 1300.

E, por isso, já se candidataram à pré-reforma - reserva no caso da GNR - à espera que o Ministério da Administração Interna lhes dê autorização para deixarem o trabalho operacional. Para já as condições passam por ter pelo menos 55 anos de idade ou 36 de serviço. A lista, segundo o Sindicato dos Profissionais de Polícia, é grande, porque todos os anos são "muito poucos" os que recebem autorização para a pré-reforma. 

No entanto, no final do ano passado, o Governo apresentou uma proposta, já a aplicar no decorrer de 2013, no sentido de que os papéis para a pré-reforma possam ser só metidos quando os polícias tiverem 57 anos. "Vamos ficar com uma polícia muito envelhecida. Aos 55 anos, os polícias já não têm os reflexos apurados como se devia ter nesta profissão. Não é fácil trabalhar por turnos, à chuva, ao vento, ao calor. Cada ano que passa é pior. O Governo deve apostar em novos elementos, mais jovens e que possam dar respostas ao trabalho", afirma António Ramos, presidente do SPP/PSP.

Esta opinião é partilhada por César Nogueira, presidente da Associação dos Profissionais da Guarda, que também considera que os postos territoriais da GNR vão sair afetados. "Estamos atualmente com défice de militares. Não podemos comparar estes homens e mulheres com os funcionários públicos, uma vez que estamos a falar de muitas mais horas que eles prestam de serviço a cada dia", refere o sindicalista ao CM

Por decidir está também o ingresso de agentes e militares nas duas forças de segurança neste ano. Está prevista a entrada de 500 novos elementos para a PSP e de 300 para a GNR, mas o MAI ainda não garantiu às forças de segurança as novas entradas.

Convocatória

Convocatoria32013

02/03/2013

Sindicato dos Profissionais da Polícia critica Mário Figueiredo

DECLARAÇÕES DO PRESIDENTE DA LIGA EM CAUSA - Record

 
O Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP-PSP) criticou esta terça-feira o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), pelas suas declarações após os incidentes no encontro entre as equipas B do V. Guimarães e do Sp. Braga.

"O SPP quer desde já deixar claro que as forças de segurança são as únicas que têm formação adequada para garantir a segurança pública. As empresas contratadas pelos clubes são, de acordo com a lei, um complemento das autoridades e não os seus substitutos", lê-se num comunicado da associação sindical da Polícia de Segurança Pública.

No domingo, em conferência de imprensa, o presidente da LPFP, Mário Figueiredo disse que "não cumpre aos clubes financiar, com pagamentos de horas extraordinárias, um número exorbitante de forças de segurança pública".

"Não podemos ter 150 polícias nos estádios quando 30 são suficientes. É o exagero do número de polícias afetos aos jogos que tem compelido alguns clubes - talvez com maiores dificuldades financeiras - a abdicar do policiamento", argumentou o dirigente.

O SPP considera que "o presidente da Liga está claramente fora da realidade" e lembra que "um jogo entre o Braga e o Guimarães, infelizmente, é sempre um jogo de alto risco por razões históricas de rivalidade". "Mesmo com mil adeptos presentes, 30 polícias serviriam para quê? Vigiar as portas de entrada, auxiliar nas revistas, zelar pela segurança da equipa de arbitragem, dos jogadores, dos dirigentes e dos adeptos visitados e visitantes, faz-se com esses elementos? Pura demagogia de quem, certamente, não sabe do que fala", refere o comunicado do SPP.

O sindicato considera que se está "a falar de um policiamento pago ao 'preço da chuva'" e que "os polícias requisitados para fazer a segurança aos eventos desportivos são aqueles que menos ganham entre todos os intervenientes". "Enquanto um polícia ganha 38 euros por quatro horas de serviço, os restantes intervenientes (árbitros, técnicos e os desportistas) ganham centenas, para não dizermos milhares de euros, em apenas 90 minutos", lê-se.

O SPP conclui que "pensar que se vai desviar meios da via pública para policiar de graça eventos de caráter particular que geram chorudos lucros é querer prejudicar todos os restantes cidadãos".

No domingo, o árbitro portuense Hugo Pacheco recusou reatar o jogo entre Vitória de Guimarães B e Sporting de Braga B, interrompido aos oito minutos devido a cenas de violência entre os adeptos dos dois clubes da 2.ª Liga.

SPP-PSP Repudia Declarações Do Presidente Da Liga Portuguesa De Futebol Profissional


O SPP quer desde já deixar claro que as forças de segurança são as únicas que têm formação adequada para garantir a segurança pública. As empresas de segurança contratas pelos clubes são, de acordo com a Lei, um complemento das autoridades e não os seus substitutos. Quanto ao rácio de polícias para cada jogo de futebol, o presidente da Liga está claramente fora da realidade: um jogo entre o Braga e o Guimarães, infelizmente, é sempre considerado de alto risco por razões históricas de rivalidade. Mesmo com apenas mil adeptos presentes, 30 polícias serviriam para quê? Vigiar as portas de entrada, auxiliar nas revistas, zelar pela segurança da equipa de arbitragem, dos jogadores, dos dirigentes e dos adeptos visitados e visitantes, faz-se com esses elementos? Pura demagogia de quem, certamente, não sabe do que fala.
A legislação sobre segurança no futebol profissional apenas passou a tratar os clubes como qualquer cidadão ou empresa que solicite os serviços remunerados – feitas fora das horas normais de trabalho – da PSP ou GNR. Acresce, ainda assim, que estamos a falar de um policiamento pago "ao preço da chuva". Os polícias requisitados para fazer a segurança aos eventos desportivos são aqueles que menos ganham entre todos os intervenientes no espectáculo: dirigentes, equipas técnicas, árbitros e futebolistas. Enquanto um polícia ganha 38 euros por quatro horas de serviço, os restantes intervenientes (árbitros, técnicos e os desportistas) ganham centenas, para não dizermos milhares de euros, em apenas 90 minutos. Este tipo de afirmações são dispensáveis e em nada contribuem para a segurança dos espectadores dos espetáculos desportivos, muito pelo contrário. E pensar que se vai desviar meios da via pública para policiar de graça eventos de carácter particular que geram chorudos lucros é querer prejudicar todos os restantes cidadãos.

19/02/2013

Nem todos os seguros são de BORLA. Atenção ao valor das cotas!


Seguro de Saúde



O que é?
É um seguro de saúde de Grupo, realizado entre o SPP e a Allianz Portugal, que reembolsa os 10% não pagos pelo SAD/PSP em caso de Hospitalização, Cirurgia e Fisioterapia ou Reabilitações, com ou sem internamento. O valor será reembolsado por crédito em conta bancária após apresentação das despesas. O capital máximo suportado anualmente pela Allianz é de 10.000,00€ por pessoa segura.
Quanto custa?
O seguro tem um prémio total anual de 15,00€ por pessoa segura. O pagamento será efectuado por débito automático em conta bancária.
Quem pode aderir?
Todos os associados do SPP, no activo, com menos de 69 anos, bem como os cônjuges e os filhos a cargo (com menos de 24 anos). As coberturas cessam aos 70 anos para os associados e cônjuges, e aos 25 anos para os filhos a cargo. A adesão pode ser efectuada em qualquer altura.
Quando aderir?
O contrato contudo tem vencimento anual a 1 de Janeiro. Caso efectue a sua adesão noutra altura do ano, apenas será cobrado um prémio proporcional até 31 de Dezembro, sendo que após 1 de Janeiro terá vencimento anual. As coberturas têm os seguintes perídos de carências, apenas podendo ser utilizados após estes periodos.
É possível utilizar logo o seguro?
Hospitalização e Cirugia: 365 dias
Fisioterapia e Reabilitação por Doença: 365 dias
Fisioterapia e Reabilitação por acidente, agressão ou acidente vascular cerebral: Sem carência
Como aderir?
Poderá obter os boletins de adesão e demais informação nesta secção de protocolos ou em www.delphis.com.pt
Quando preenchido, devolver o boletim de adesão pelo correio para:
Delphis.com.pt
Av. da Estação, n.º 52 - 1F
4775-251 Viatodos
Questões adicionais ou informações sobre o protocolo:
Delphis.com.pt - Gestores de Seguros / Tel./Fax 252 963 827

16/02/2013

PSP de Santarém altera horários para cumprimento de 36 horas semanais


“Estão desde o início da semana a ser implementados turnos de oito horas para quem tem funções de supervisão ou coordenação em todas as esquadras do comando distrital,”, disse esta quarta-feira, 13 de Fevereiro, à Lusa Jorge Soares, responsável pelas relações públicas no Comando Distrital da PSP de Santarém.
Os turnos de oito horas para os supervisores “eram uma aspiração dos próprios agentes” a que o comando deu agora resposta no âmbito de um reajustamento de horários.
Os ajustes incidem “sobretudo nos horários de entrada e saída” dos agentes que cumprem turnos de seis horas. Devido à rotação de equipas, “ficavam por cumprir cerca de 15 minutos por dia, o que fazia com que esses agentes tivessem que, algumas vezes por mês, fazer mais duas ou três horas para compensar”.
O desfasamento foi resolvido com o alargamento da maioria dos turnos por mais 15 minutos, alteração que na esquadra de Santarém está a ser introduzida esta semana, “incidindo sobre os agentes que gozaram as folgas há menos tempos, e “faseadamente chegará a todos”.
Nas restantes seis esquadras (Ourém, Abrantes, Tomar, Fátima, Torres Novas, Entroncamento e Cartaxo) o ajustamento está a ser feito “de acordo com as datas que forem mais adequadas em termos de serviço”, afirmou o comissário.
Num comunicado enviado à imprensa, o Comando Distrital da PSP de Santarém negou que os ajustamentos de horários tenham causado “revolta” junto dos agentes, segundo notícias da imprensa na semana passada.
Citando António Ramos, presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia, o Correio da Manhã afirmava que a aplicação dos novos horários teria aberto “guerra” entre os comando e agentes, estes últimos insatisfeitos pelo facto de o novo modelo alegadamente inviabilizar folgas de dois dias seguidos.
A comandante distrital da PSP, a superintendente Paula Peneda, negou em comunicado que tenha sido recebido algum pedido de horário diferente do implementado e reafirmou que o comando se limitou a “efectuar os ajustamentos necessários para que [os horários] coincidam com as matrizes do despacho, adequando-se ao horário de referência”, ou seja, as 36 horas semanais.
De acordo com a comandante, “o processo dos horários, tal como outros, não está encerrado e a todo o momento poderá ser reavaliado e eventualmente melhorado”.
Porém, “até à data não houve qualquer reclamação sobre os horários, que até dão mais estabilidade aos agentes que assim deixam de ter que fazer as horas de compensação”, concluiu Jorge Soares.

As Batalhas Do SPP-PSP Para 2013







10/02/2013

SPP-PSP Não Esquece Preocupações Dos Policias








Comunicado







03/02/2013

Tabela Remuneratória Única


Ex.mo Senhor Presidente do SPP
 Sobre o assunto em epígrafe, encarrega-me Sua Excelência o Diretor Nacional da PSP de enviar a Vossa Excelência uma projeçãorelativamente ao processo em curso de reposicionamento na tabela remuneratória da PSP.

Em 2010 e 2011 foram desenvolvidos processos de transição para posições fixas da nova tabela remuneratória. Face à complexidade dos procedimentos, este novo processo irá decorrer em três fases distintas (nos meses de janeiro, fevereiro e março, mas com efeitos retroativos a janeiro do corrente ano): 
1.ª FASE (Concretização do posicionamento remuneratório, já operada no vencimento de janeiro)

Nesta fase, foram colocados em posições fixas da tabela remuneratória única 2194 polícias. 
2.ª FASE (Concretização do posicionamento remuneratório, a operar no vencimento de fevereiro, com efeitos retroativos ao mês de janeiro/2013)

Nesta fase, serão colocados em posições fixas da tabela remuneratória única cerca de 7 000 polícias. 
3.ª FASE (Concretização do posicionamento remuneratório, por “arrastamento”)

Nesta fase, estima-se que serão colocados em posições fixas da tabela remuneratória única cerca de 3 600 polícias. 
Mais me encarrega de informar Vossa Excelência do seguinte:

  1. Desde o dia 01 de janeiro de 2010, com a entrada em vigor do Decreto-lei n.º 299/2009, de 14 de outubro, que aprova o Estatuto de Pessoal Policial da PSP (EPPSP), que todo o pessoal com funções policiais se encontra na tabela única remuneratória – uns elementos encontram-se em posições fixas (por imposição legal) e outros nas posições remuneratórias automaticamente criadas (artigo 112.º do EPPSP);
  2. .Apesar dos constrangimentos existentes, e que foram publicamente divulgados, o pessoal policial tem vindo a ser colocado sucessivamente em posições fixas da nova tabela remuneratória - quer por ter completado o módulo de tempo, quer por ter ingressado na carreira ou por ter sido promovido.
  3. .Em 2013 outros polícias poderão ainda ser colocados em posições fixas da nova tabela remuneratória, por força dos seguintes motivos:
3.1. No âmbito dos procedimentos concursais em curso poderão existir elementos policiais que ainda se encontram em posições intermédias e que, terminado o procedimento, serão obrigatoriamente colocados em posições fixas;
3.2. Como é do conhecimento generalizado, a PSP solicitou uma clarificação superior relativamente à seguinte dúvida: saber se o ano de 2012 deve, ou não, ser tido em conta para efeitos de contagem de tempo (progressão horizontal na categoria e carreira).