15/11/2015

Suicídios na GNR e PSP: Especialistas pedem atenção a comportamentos depressivos

TVI24
Colegas podem ajudar identificando alterações de comportamento

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Vejam o vídeo !



O Dr. Mauro Paulino, Coordenador da Mind | Psicologia Clínica e Forense, foi um dos especialistas entrevistados na reportagem dedicada ao tema do suicídio nas forças policias e exibida no Jornal das 8 de hoje.
VÍDEO

Director nacional da PSP enviou um email a todos os polícias em que admite o fracasso das políticas na prevenção dos suicídios na instituição.

Desde o início do ano suicidaram-se 12 elementos das forças de segurança
Desde o início do ano suicidaram-se 12 elementos das forças de segurançaAna Brígida Rosa Ramos
 Jornal i
Foi o quarto suicídio nas forças de segurança em menos de duas semanas e o terceiro na PSP. Uma agente da esquadra de Águas Santas, na Maia, suicidou-se anteontem à noite num parque nos arredores do local de trabalho. Ao que o i apurou, Ana utilizou a arma de serviço para dar um tiro no coração e deixou um bilhete de suicídio a avisar que não queria “polícias fardados no funeral”.
A agente estava a atravessar um processo de divórcio e foi o ex-marido, que trabalhava na mesma esquadra, que foi chamado à ocorrência –  

Agente da PSP avisou que não queria fardas no funeral

Noticias ao minuto 

Os suicídios nas forças de segurança demonstram a ineficácia das polícias na prevenção dos suicídios na instituição.

No espaço de duas semanas, quatro polícias puseram termo à vida, sendo que três deles pertenciam à PSP e um à GNR. O último caso ocorreu anteontem à noite, num parque nos arredores da esquadra de Águas Santas, na Maia.

Polícias no terreno estão sujeitos a Síndrome de Burnout

ZAP.aeiou 
Os polícias portugueses apresentam bom estado psicológico no primeiro ano de serviço, mas à medida que vão para o terreno registam mais problemas psicológicos, que no limite podem levar ao suicídio, alerta uma investigadora da Universidade do Porto.
-Estudos sobre o “Burnout e indicadores psicopatológicos em polícias”, que revelam que os jovens agentes da PSP, no seu primeiro ano de serviço efetivo e colocados em Lisboa, apresentam “valores baixos de ‘burnout’”, “bom estado psicológico” e “realização profissional boa”.
Os estudos fom realizados pela investigadora Cristina Queirós, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, em conjunto com psicólogos da Divisão de Psicologia da PSP.
A investigadora alerta, contudo, que a progressão do mal-estar psicológico, cansaço emocional e stresse crónico no trabalho aumentam à medida que os polícias vão sendo colocados no terreno, principalmente no atual momento de crise, em que são confrontados com “mais exigências emocionais” e “cada vez menos recursos”.

Empresas de telecomunicações usam a fidelização até ao “limite do absurdo”

Público

Direcção-geral do Consumidor diz que há interpretação “dúbia” nos períodos de fidelização. Os operadores queixam-se de concorrência agressiva nos preços, os consumidores de ficar amarrados a contratos. A Anacom tem indícios de que há casos em que as empresas não cumprem os deveres de informação.
“Tem a certeza que quer emigrar?” A pergunta de um assistente de atendimento ao cliente da Meo perante um pedido de informações sobre o cancelamento de um contrato, traduz bem a resistência das empresas de telecomunicações em abrir mão de um cliente. Não é por acaso que as queixas sobre fidelização (incluindo a chamada refidelização, a renovação do período obrigatório de vinculação) continuam a chegar à Deco e à Anacom, que num relatório de Outubro revelou haver indícios de que a lei nem sempre é cumprida.
A seguir à ASAE, a Anacom é a entidade que mais queixas recebe no livro de reclamações e no relatório do primeiro semestre refere “indícios de incumprimento da legislação” em 13% das situações reclamadas, incluindo em temas como a “informação sobre as condições de oferta dos serviços, em particular sobre a existência e duração dos períodos de fidelização” e as “práticas comerciais desleais” na contratação.
Perante infracções, a Anacom pode aplicar sanções (embora as “empresas temam mais a carga burocrática associada aos processos do que as multas”, como disse um advogado especialista em telecomunicações ao PÚBLICO). Porém, tratando-se do que chama “conflitos individuais” entre clientes e empresas, o regulador “não tem competências de mediação” e boa parte dos processos acabam na Deco ou em centros de arbitragem de consumo.
A legislação permite que as empresas fixem períodos contratuais mínimos de dois anos para recuperarem custos como a instalação e activação do serviço. E também que voltem a fidelizar clientes com promoções ou novos tarifários. No entanto, a avaliar pelo número de queixas sobre fidelizações (até Setembro chegaram 18 mil à Deco, de um total de 42.530 recebidas sobre telecomunicações) é evidente que algo falha no diálogo entre empresas e clientes. As telecomunicações, como reconhece a Anacom nos seus relatórios, são um sector com “elevado nível de reclamações e litigância entre consumidores e operadores”, o que resulta da concorrência do mercado e das “práticas comerciais agressivas”. A tendência agravou-se com o aparecimento dos pacotes de telecomunicações, que são o serviço mais reclamado.

Motard da PSP ferido em escolta

Um motociclista da Divisão de Trânsito da PSP de Lisboa ficou esta segunda-feira à tarde ferido num despiste quando fazia a escolta ao presidente da Bulgária, de visita a Portugal. 
O acidente ocorreu junto à Assembleia da República, onde o governante búlgaro tinha sido recebido. 
Segundo apurou o CM, o despiste ocorreu às 15h30, no cimo da avenida D. Carlos I, e ter-se-á ficado a dever ao piso escorregadio (devido à chuva) e desnivelado (por causa dos carris do elétrico e do empedrado) http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/motard_da_psp_ferido_em_escolta.html
 

750 querem sair da PSP

Mário Andrade, presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia, salienta a entrada dos novos agentes. "Em 2016 vamos ter mais 800 polícias nas ruas. A renovação e o rejuvenescimento do efetivo são muito positivos. A espera para a pré-reforma tem de ser feita para não pôr em causa a operacionalidade", disse.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/…/det…/750_querem_sair_da_psp.html
 

19/10/2015

Estatuto profissional do pessoal com funções policiais da PSP - Decreto-Lei n.º 243/2015, de 19 de outubro

ACESSO (BASTA CLICAR) DRE

Estatuto profissional do pessoal com funções policiais da PSP - Decreto-Lei n.º 243/2015, de 19 de outubro

ESTATUTO DA PSP PUBLICADO EM DIÁRIO DA REPÚBLICA

Foto de Sindicato dos Profissionais de Polícia.
O Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP-PSP) congratula-se com a publicação em Diário da República, hoje, do novo Estatuto do Pessoal da PSP, diploma este que, não sendo o ideal, quando da entrada em vigor trará vários benefícios aos profissionais de Polícia e reporá alguns dos benefícios que se tinham vindo a perder ao longo dos últimos 10 anos. De entre as várias conquistas sindicais destacam-se:
PROMOÇÕES: Foi alterada a formula de progressão na carreira sendo considerado como fator principal a ANTIGUIDADE em 75% em detrimento da avaliação de serviço.
HORÁRIOS DE SERVIÇO: Será aplicado a todos os polícias o horário de 36 horas semanais, independentemente do serviço que efetuam;
TABELAS REMUNERATÓRIA: Criação de uma nova tabela remuneratória mais equilibrada, onde no início de cada categoria (Agentes, Chefes e Oficiais) é aumentado uma posição remuneratória, o que equivale ao aumento médio de 50 Euros;
CRIAÇÃO DE DUAS NOVAS CATEGORIAS: Chefe Coordenador e Agente Coordenador;
PRÉ-APOSENTAÇÃO: Passagem à pré-aposentação todos os polícias que reúnam as condições cumulativas de 55 anos de idade e 36 anos de serviço, e requeiram, sendo desligados passados dois meses após o pedido;
APOSENTAÇÃO: Passam à aposentação, sem redução no valor da pensão, os polícias que completem 60 anos de idade ou após cinco anos de pré-aposentação.
Em suma, o Estatuto agora publicado reflete, no seu essencial, o Memorando de Entendimento que tinha sido assinado pelo SPP-PSP com o Ministério da Administração Interna, provando-se, assim, que aqueles que diziam que as negociações não teriam efeitos práticos estavam rotundamente errados. Durante todo este processo, houve estruturas sindicais que só tentaram confundir os polícias e não esclarecê-los, recorrendo a diversos meios dilatórios, inclusive, às redes sociais para publicarem mentiras sobre o Estatuto, conforme agora se comprova. Os polícias sabem agora quem é que, afinal, realmente defende os seus interesses.
É verdade que aprovação do Estatuto representa um motivo para os polícias poderem voltar a sorrir, mas não esgota a ação do SPP, uma vez que ele contempla apenas cerca de 80% das justas reivindicações dos polícias. Por isso, iremos continuar a pugnar no sentido de trazer cada vez mais dignidade a todos os profissionais da PSP.
19/10/2015 A DIRECÇÃO NACIONAL DO SPP-PSP
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16/10/2015

Disparam baixas nas polícias

CM
Ausências por doença, acidente de trabalho e doença profissional aumentaram 28% em relação a 2013. Efetivo envelhecido é uma das justificações.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/doencas_na_psp_e_gnr_disparam.html

INACEITÁVEL!

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Polícias na Madeira com falta de apoios médico e judiciário

Uma delegação do SPP-PSP, chefiada pelo presidente Mário Andrade, visitou o Comando Regional da Madeira.
Desta foram detetadas várias situações preocupantes, destacando-se a falta de apoio médico e judiciário aos polícias que prestam serviço naquela região autónoma (ler mais em www.spp-psp.pt)

31/08/2015


São Miguel Arcanjo velai por mim, abra meus olhos, dai-me prudência em meus caminhos, livrai-me dos males físicos e morais, livrai-me das doenças, dos vícios das mas companhias dos perigos, e nos momentos de aflição, e nas ocasiões perigosas sede meu guia e meu protetor, me guarda meu amado São Miguel, me guarda contra tudo que me causa dano, físico e moral, coloque sobre mim as suas asas o seu manto e sua espada de luz, guardando e me livrando de todos os perigos Amém Amém e Amém!!

Facebook SPP/PSP

CONQUISTAMOS UM NOVO ESTATUTO QUE VEM DEFENDER TODOS OS POLÍCIAS !

Facebook

O Polícia, Boletim n.º 49

Boletim O Polícia n.º 49

CONQUISTAMOS O ESTATUTO QUE VEM DEFENDER TODOS OS POLÍCIAS

Conquistamos o Estatuto que vem defender todos os Polícias

AÇÃO POLICIAL 100% PEDAGÓGIA

AÇÃO POLICIAL 100% PEDAGÓGIA

20/08/2015

Vamos apelar aos colegas

que, até final de setembro, se cinjam a fazer mais prevenção, porque é preciso que os polícias deem um sinal claro de que não podem concordar com um governo que diz e não faz, que se compromete e não cumpre"

Facebook SPP-PSP

Comunicado Reunião_ASPP_SPP_SIAP_SVCP 18AGO2015

SPP-PSP
Comunicado Reunião_ASPP_SPP_SIAP_SVCP 18AGO2015Comunicado ASPP_SPP_SIAP_SVCP_18AGO2015.pdf

Ministra da Administração Interna garante a aprovação dos estatutos da PSP e GNR

A ministra da Administração Interna garantiu que a aprovação do novo estatuto profissional da PSP e da GNR está presa por detalhes e desvaloriza as críticas das forças de segurança que ameaçam avançar com vários protestos durante a campanha eleitoral. Os sindicatos da PSP têm vindo a acusar o Governo de falta de coragem para aprovar o documento, reunindo-se amanhã para decidir protestos. No que respeita às críticas, Anabela Rodrigues desvaloriza-as.

SPP REPUDIA SILÊNCIO DO GOVERNO SOBRE ESTATUTO PESSOAL DA PSP

SPP-PSP
SPP REPUDIA SILÊNCIO DO GOVERNO SOBRE ESTATUTO PESSOAL DA PSP

02/07/2015

Conselho Superior de Policia

Dia 9 de julho de 2015 - Eleições para o Conselho Superior de Policia e para o Conselho de Deontologia e Disciplina !
Mesas de voto, em todo os Comandos Metropolitanos !
Vota no teu representante !
E naquele que melhor te pode defender !




25/06/2015

PSP ameaça com protestos caso "pouca flexibilidade" continue


Noticias ao minuto
Os sindicatos da PSP exigiram hoje uma negociação suplementar ao estatuto profissional, após a ministra da Administração Interna ter encerrado unilateralmente o processo, e ameaçam avançar com novas formas de luta, caso continue "a pouca flexibilidade negocial".


"Perante a pouca flexibilidade negocial por parte da ministra da Administração Interna e do próprio Governo, os sindicatos da PSP sentem-se cada vez mais a ser empurrados para a contestação social", refere um comunicado conjunto das 10 estruturas sindicais da Polícia de Segurança Pública.
Os 10 sindicatos estiveram hoje à tarde reunidos após a ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, ter encerrado, na sexta-feira, "unilateralmente, o processo de negociação do estatuto da PSP, sem que nenhum dos sindicatos conheça o documento que o Governo pretende aplicar aos polícias".
Em comunicado, exigem que a tutela envie a proposta final do estatuto para aferirem quais as propostas que foram acolhidas e pedem uma negociação suplementar, que está prevista na lei sindical.
Segundo os sindicatos, a negociação suplementar só pode ocorrer após o envio da proposta final.
As 10 estruturas sindicais repudiam a forma como o processo negocial decorreu, "com tratamento diferenciado e manobras desestabilizadoras", e demonstram "incredulidade face à forma quase coerciva como alguns documentos foram entregues aos sindicatos, exigindo de imediato a concordância ou não com o seu teor".
No comunicado conjunto, os sindicatos da polícia reiteram "a total disponibilidade e intenção de, na ausência de outro comportamento, prosseguir com a implementação e planeamento de todas as forma de luta".
Os 10 sindicatos exigem ainda "a intervenção urgente" do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, tendo em conta que "não se pode alhear da forma como este processo continua a ser gerido" pela ministra da Administração Interna.

LISTAS PARA O CONSELHO SUPERIOR DE POLÍCIA

LISTAS CONSELHO SUPERIOR DE POLÍCIA

12/06/2015

INFORMAÇÃO ESTATUTO PESSOAL PSP REUNIÕES SPP no MAI

O SPP-PSP assinou, hoje, com a ministra da Administração Interna ata de reuniões mantidas durante as negociações tendo como objetivo as alterações do Estatuto Pessoal dos profissionais da PSP. 
Feito o balanço final das reuniões conseguimos alcançar um documento que traduz globalmente melhorias significativas para os policias e para o funcionamento da PSP, das quais se destacam: 
HORÁRIOS DE SERVIÇO: Conseguimos que sejam aplicadas a todos os policias o horário de 36 horas semanais, independentemente do serviço que efetuam. 
TABELAS REMUNERATÓRIA: Conseguiu-se a criação de uma nova tabela remuneratória onde no inicio de cada categoria (Agentes, Chefes e oficiais) a tabela é aumentada em uma posição remuneratória, o que equivale ao aumento médio de 50 Euros. Os policias que atualmente se encontram em posições intermédias/fictícias, passam automaticamente para a posição remuneratória cujo valor seja igual ou seguinte, eliminando assim definitiva a figura intermédia. 
MUDANÇA DE POSIÇÃO REMUNERATÓRIA: Conseguimos que se mantenham as regras em vigor, ou seja, de três em três anos. Alcançou-se ainda que a primeira posição quando do ingresso na instituição (Agentes e Subcomissário) sejam apenas de transição enquanto decorre o período de regime probatório (um ano), findo o qual transita para a posição seguinte. 
SUPLEMENTOS REMUNERATÓRIOS: Conseguimos que se mantenham os existentes bem como os critérios de aplicação. 
FACTORES DE PONDERAÇÃO PARA PROMOÇÃO: Chegou-se ao entendimento que a antiguidade é o factor mais relevante, garantindo assim que nenhum elemento mais novo ultrapassará o mais antigo. Assim a formula conterá a antiguidade com o peso de 75%, classe de comportamento 15% e a avaliação de serviço apenas 10%. 
OFICIAIS DE CARREIRA: Conseguimos que todos os Subcomissários oriundos da carreira base sejam promovidos de forma automática a Comissário, sendo criada uma norma de transição até 2019 (45 por ano).
PRÉ APOSENTAÇÃO: Conseguimos que passaram à pré aposentação todos os policias que reúnam as condições cumulativas de 55 anos de idade e 36 anos de serviço, sendo desligados passados dois meses após o pedido. Transitoriamente, para o equilíbrio operacional da PSP, é criado um regime até 2019 para fazer face aos atuais pedido de passagem a essa condição, findo este período transitam de forma automática. 
APOSENTAÇÃO: Conseguimos que passem à aposentação, sem qualquer redução no valor das pensões, todos os policias que completem 60 anos de idade ou após cinco anos de pré aposentação.
FERIADOS: Foi conseguido que os policias sejam recompensados nos termos da lei geral quando efetuem serviço em dias considerados como feriados. 
USO E PORTE DE ARMA: Os policias após a passagem à situação de aposentação continuam dispensados da licença de uso e porte de arma, sendo que têm de atestar as capacidades através de atestado médico de 5 em 5 anos. 
FÉRIAS: Embora o MAI mantenha a intenção de reduzir de 25 dias para 22 conseguimos que fossem atribuídos três dias a titulo de prémio de desempenho aos policias que apresentem avaliação de serviço positiva (suficiente, bom ou muito bom). 
CRIAÇÃO DE NOVAS CATEGORIAS: São criados as categorias de Agente Coordenador e Chefe Coordenador, ficando estabelecido um período transitório, até 2019 em que podem ser opositores a estas promoções os Agentes-Principais e ChefesPrincipais com 25 e 20 anos de carreira, respectivamente. A estas promoções apenas é exigida ação de formação. 
JUNTA SUPERIOR DE SAUDE: Chegou-se ao consenso de que a Junta Superior de Saúde da PSP substitui para todos os efeitos a Junta Superior de Saúde da Caixa Geral de Aposentações, e a Junta Superior da Segurança Social. 

08/06/2015 
O PRESIDENTE DA DIRECÇÃO DO SPP-PSP 
Mário Andrade Presidente do SPP/PSP

20/05/2015

PSP de folga prende gang Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/20150520_1250_psp_de_folga_prende_gang.html

Agente persegue e apanha três ladrões em Carcavelos.
Um agente da Unidade Especial da PSP (UEP) prendeu dois ladrões na segunda-feira, quando se encontrava de folga e em passeio junto à praia da Torre, em Oeiras. O elemento policial, com cerca de cinco anos de serviço nesta força de segurança, apercebeu-se do roubo de um telemóvel a uma mulher de 29 anos, feito por três jovens. Identificando-se como polícia, o agente tentou pôr termo ao crime. Foi logo agredido a murro e pontapé, tendo os três ladrões fugido em direção à praia de Carcavelos. O polícia pediu auxílio e foi possível, com o apoio de cinco patrulhas da esquadra da PSP de Carcavelos, intercetar os três jovens. Um deles, menor de 15 anos, foi entregue aos pais. Aos outros, de 19 e 21 anos, foi apreendido o telemóvel e droga.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/20150520_1250_psp_de_folga_prende_gang.html

Decreto-Lei n.º 81/2015 DR

Finalmente, foi publicada em DR legislação que permite aos cônjuges ou aqueles que vivam em condições análogas dos polícias poderem, caso pretendam, inscrever - se no SAD.
Decreto-Lei n.º 81/2015 - Diário da República n.º 94/2015, Série I de 2015-05-15
https://dre.pt/…/guest/pe…/-/search/67212152/details/normal…
O SPP-PSP à muito que reivindica esta situação, embora não seja nas condições por nós proposto, é sempre uma mais valia. Esperamos agora ver alargadas as convenções com os clínicos.
Com os melhores cumprimentos
S.P.P. - De Polícias para Polícias !

Sousa Tavares "Se hoje em dia conseguimos ir à bola, à polícia o devemos"

Noticias ao minutoMiguel Sousa Tavares analisou, esta segunda-feira, as situações de violência que marcaram os festejos dos adeptos do Benfica perante a conquista do segundo título de campeão consecutivo.Se hoje em dia conseguimos ir à bola, à polícia o devemos
O comentador da SIC começou por lamentar o facto de “grande parte do futebol ter sido capturado por um bando de energúmenos que não vai aos estádios para ver o futebol, até vê os jogos de costas, e só lá vai para provocar”.
Mas na opinião de Miguel Sousa Tavares “há soluções” para estes problemas, pois “os clubes cujos adeptos se portam mal são castigados, o que não acontece em Portugal”.
Ainda assim, o escritor considera que “seria injusto reduzir a festa dos benfiquistas aos desacatos provocados por alguns”, contudo, sublinhou, “seria hipócrita tentar tapar o sol com a peneira e, a partir de um caso isolado e lamentável ocorrido com um agente da PSP, atirar as culpas para cima da polícia”.
“Se hoje em dia conseguimos ir ao futebol, de vez em quando, à polícia o devemos. Se não fosse pela polícia a integrar as claques e a fazer cordões de segurança, o futebol em Portugal era inviável”, acrescentou.
Frisando que há muitos países onde se tal tivesse acontecido “haveria muitos feridos a lamentar”, Sousa Tavares deixa um alerta: “Tenham cuidado ao atirar as culpas para cima da polícia. Se qualquer dia a polícia disser que não quer mais policiar jogos de futebol, quero saber o que acontece ao futebol em Portugal”.

Pobres polícias

Pobres polícias que tanto acreditaram e não mereciam tamanha canalhice.

Há quatro anos, quando começou a campanha eleitoral, os partidos que venceram as eleições, desfraldaram não sei quantas bandeiras de reformas consideradas fundamentais. Choveram promessas e compromisso de honra jurados até aos confins da exaltada vontade de mudar Portugal. Entre tantas promessas, houve uma que levantou ruído e, ao mesmo tempo, esperança. Tratava-se da grande reforma das polícias, segundo as denúncias gritadas, maltratadas pelos governos anteriores, e que agora, sim, agora!, iriam ter o reconhecimento profissional que desempenho tão difícil merecia. Fiz parte daqueles que embarcaram na ilusão. Há muito que as carreiras da PJ, da PSP e da GNR, assim como os seus estatutos profissionais, merecem uma revisão profunda, assim como a distribuição de competências específicas e territoriais e de articulação nas ações de prevenção e repressão. Era da mais elementar justiça olhar de perto as expectativas e necessidades destes cerca de quarenta e cinco mil homens e mulheres que garantem a nossa proteção e segurança. E por ela vão morrendo. A primeira desilusão chegou quando me deram acesso aos modelos de reorganização. Fiquei chocado. Uma hierarquia piramidal militarista incorporava todas as polícias numa salgalhada que confundia conceitos básicos, tais como segurança e prevenção, e teci várias críticas que, por serem de uma conversa privada, aqui não reproduzo. Porém, a ilusão não se desmoronou porque essa reunião concluíra com a indicação de que iriam proceder a alterações significativas e mais tarde se falaria sobre o produto final. E lá marchei, entusiasmado, tecendo loas à coragem para tão grande desafio, essencial para a modernização das instituições policiais e segurança dos cidadãos. Nos dois primeiros anos de mandato do governo ainda esperei pela celebrada reforma. Depois desconfiei que era mais uma treta. Esta semana que passou, viemos a saber pela boca da ministra que não há reforma nenhuma. Bom, diga-se, em abono da verdade que não há reforma, nem pingo de vergonha, pois não se brinca, mente, manipula a vida de quarenta e cinco mil homens e mulheres sem respeito, sem qualquer consideração e com desprezo imerecido. Pobres polícias que tanto acreditaram e não mereciam tamanha canalhice.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/colunistas/francisco_moita_flores/detalhe/pobres_policias.html