04/12/2015

A carta de um policia á sua filha (reedição)

Após permissão do próprio autor da carta que usei neste mesmo video aqui fica publicado o seu nome: Luis Lisboa!
Apesar de depois de publicar o video,ter automaticamente dado todos os creditos da carta ao autor da mesma não divulguei a identificação dele apesar de ja o saber,por não ter autorização prévia para o fazer!
Pelo facto do video anterior igual a este publicado ontem por mim,apresentar legendas demasiado longas e não permitir uma correcta visualização das mesmas por quem visualiza o mesmo,resolvi alterar e colocar as legendas mais curtas para dessa forma permitir assim uma correcta leitura !!
O meu obrigado para quem no meu video anterior me chamou a atenção para esse mesmo facto e assim dessa forma ,pude melhorar este video!!

"Lara Fabian-Love By Grace", gravação de som administrado por:
SME

Simbologia da Bandeira Portuguesa



O SPP-PSP NÃO VAI ESTRAGAR ESCALAS NEM PREJUDICAR NINGUÉM...

15/11/2015

Suicídio. O dia em que António desistiu de ser polícia

Jornal i
António diz que os actuais comandantes da PSP são jovens que tratam os agentes mais velhos com enorme arrogância  
Nelson d’Aires Rosa Ramos
 
Protegeu ministros e prendeu criminosos. Ao serviço da PSP, viu gente enforcada e corpos decapitados. Durante anos trabalhou semanas a fio sem folgar e perdeu a conta às directas que fez em esquadras. Até que, quando estava prestes a fazer 20 anos de carreira, decidiu matar-se. António tinha 40 anos e sentia-se “inútil”. Sobreviveu e nunca ninguém na polícia lhe ofereceu ajuda.
“Tinha 22 anos quando entrei para a PSP. Antes disso ainda fui militar, mas tive sempre a ideia de ser polícia. Na escola já mostrava uma certa tendência para proteger os mais fracos e não gostava nada de injustiças. Na minha cabeça os polícias existiam para isso: proteger, ajudar e socorrer.
Não precisei de muitos anos de PSP para perceber que afinal a realidade era outra. O meu primeiro comandante, no final da década de 1980, era um oficial já com uma certa idade que favorecia os comerciantes da zona. E nós tínhamos todos de ser coniventes com aquilo, até porque ele fazia questão de nos avisar que não podíamos “romper o capote” – era a expressão usada. Se alguém discordasse do sistema, não durava ali muito tempo e aquilo fazia-me confusão.
À medida que vamos avançando no serviço, a forma de ver a vida vai mudando. Chegamos a casa e não conseguimos desligar e falar de outra coisa que não o trabalho. Às vezes está-se na esquadra tranquilamente e de repente muda tudo: cinco minutos depois já se está na rua, numa situação de perigo e com uma arma apontada. É uma adrenalina complicada. Depois regressa-se à esquadra e são horas a fio a escrever expediente. Perdia a conta às directas que fiz em trabalho. Antigamente só folgava de 15 em 15 dias e ainda hoje é complicado ter folgas. Muitas vezes o comandante avisa-nos de véspera que afinal não podemos ir de fim-de-semana porque há uma operação qualquer. Não podemos recusar – senão ficamos marcados – e quando se dá conta já não se descansa há dez dias seguidos. Isto para não falar dos turnos e das vezes que temos de trabalhar 24 horas seguidas.
Na polícia lidamos com coisas com que mais ninguém na sociedade quer lidar. Em mais de 30 anos de carreira já vi quase tudo. Já entrei em apartamentos e dei de caras com gente enforcada. Já tive de ir buscar uma cabeça projectada, num acidente de automóvel, a mais de 50 metros metros de distância do corpo e a seguir tive de ir dar a notícia à viúva e aos dois filhos pequeninos, que desataram a chorar. Uma vez entrou-me pela esquadra dentro, a meio da noite, uma mulher com uma sobrinha de três anos pela mão, que tinha acabado de ser violada pelo tio, e na altura eu tinha uma filha com essa idade.
Lidamos com coisas que nos marcam o resto da vida. Ainda não estava há um ano na polícia e não morri por milagre. Houve um assalto muito grande e, por descoordenação das chefias, correu tudo mal. Eu estava atrás de um muro com outros dois polícias e deu-se uma explosão muito grande. Tive a certeza absoluta que ia morrer e os meus ouvidos estouraram. Quando recuperei a consciência estava debaixo dos escombros e um colega meu, que tinha entrado no edifício, morreu. Durante muito tempo não consegui dormir. Quando fechava os olhos e estava a pegar no sono, dava saltos na cama porque ouvia o barulho da explosão e os gritos. Quando foi da menina violada, sonhava com isso constantemente e passei a olhar para a minha filha de maneira diferente, com alguma angústia. Também sonhei meses a fio com a cabeça e o corpo decapitado no acidente e o choro das crianças quando souberam que o pai não ia voltar. E estas coisas não se partilham na polícia. Com ninguém. Porque se uma pessoa se queixa ou fala no assunto, o que ouve, sobretudo das chefias – que supostamente deviam apoiar os seus homens –, são coisas do género “você quando veio para cá já sabia que era assim” ou “a porta da rua é a serventia da casa”. Cheguei a ouvir isso a comandantes quando dava a entender que alguma coisa não estava bem.
Durante 20 anos não parei em casa. Ingressei num dos corpos especiais da polícia e às vezes estava aos 15 e aos 20 dias fora, a viajar pelo país. Não vi os meus filhos crescer. Só ia a casa de vez em quando e quando aparecia tinha de dormir para poder voltar ao trabalho. É por isso que muitos polícias se divorciam. Poucas mulheres aguentam. Felizmente tive sorte. A minha mulher nunca me abandonou, apesar de eu a ter abandonado tantas vezes. Muitas vezes não conseguia sequer falar com o meu filho ao telefone, por causa dos horários trocados. Ele tem 30 e tal anos e ainda se lembra de eu me despedir dele antes de sair para o trabalho e de lhe dizer: “Agora vais ser o homem da casa e cuidar da tua mãe.” [Silêncio.]
A dada altura o ritmo era tão intenso que pensei desistir do corpo especial e voltar à esquadra, mas ia ganhar menos e entretanto tínhamos comprado casa. O ordenado não chegava. Essa é outra questão: ganha-se mal para aquilo que se faz e hoje em dia tem de se andar preocupado e a fazer contas de cabeça para pagar o que é preciso. Durante anos tive um part-time em segredo para pagar as contas.
Estar na polícia foi piorando a minha maneira de ver a vida e a minha cabeça. A partir dos 38 anos, mais ou menos, comecei a andar muito ansioso e não tinha vontade de fazer nada. Há muitas coisas de que não me lembro dessa altura, mas a minha mulher conta que estive meses sem sair do sofá. Os meus filhos falavam comigo e eu não lhes respondia. Ela falava comigo e eu gritava que me deixasse em paz. Se houve algum acontecimento que pudesse ter desencadeado isso? Não. Foi o acumular de anos e anos de noites mal dormidas e em branco, de tensão, de experiências de trauma, de stresse com a chefia. Estive dois anos de baixa e fui acompanhado por um médico de clínica geral que me ia receitando sertralina. A minha mulher teve de arranjar mais um emprego para aguentarmos o barco.
Até que um dia – e felizmente não o fiz de forma eficaz – achei que podia resolver tudo de outra maneira. Tinha 40 anos, estava quase a fazer 20 de polícia, e sentia-me completamente inútil. Fui perdendo o amor-próprio e sentia que ninguém se preocupava comigo ou queria saber. Programei tudo com dias de antecedência... estas coisas programam-se sempre em detalhe. Assegurei-me de que os miúdos estavam na escola e deixei a minha mulher sair para o trabalho. Depois tomei os comprimidos. O que aconteceu a seguir foi... não sei... talvez a mão de Deus. A minha mulher deu pela falta de uns papéis importantes e teve de voltar a casa. Eu estava no chão já quase sem sentidos, mas a ambulância ainda veio a tempo. Estive no hospital e o médico de clínica geral mandou-me para um psiquiatra, que me acompanhou durante dois anos. Sempre fora da PSP, porque os médicos da polícia nunca me inspiraram confiança. Preferi pagar tudo do meu bolso e não foi fácil, porque estava de baixa e recebia pouco. O gabinete de psicologia... o chefe daquilo recebe o aval do director nacional, e claro que deve haver troca de informações.
Como fui parar ao hospital, toda a gente soube do que aconteceu. Na polícia o ambiente é muito masculinizado e feito de homens que têm de ser fortes ou mostrar que o são. E a tendência quando alguém está com uma depressão é pensar: “Olha, aquele está maluco.” O psiquiatra dizia que, além de stresse pós-traumático resultante de situações de trabalho, evidenciava muitas marcas de maus- -tratos por parte das chefias.
Entretanto tinha de me apresentar na junta médica da PSP para renovar a baixa, com o relatório do psiquiatra. Ele passava-me a baixa sempre para mais 30 dias, mas o responsável pela junta – que era um comandante da polícia e não percebia nada de medicina – nunca me autorizava os 30 dias. Só me dava 15 dias de cada vez e dizia que era para me obrigar a voltar lá. Aquilo era uma tortura e eu já estava a passar tão mal! Além disso tinha de fazer 150 quilómetros para poder apresentar-me lá. Estive dois anos assim. Nunca ninguém me ofereceu apoio e nunca nenhum comandante – eles estão sempre a mudar – me telefonou a perguntar o que se passava comigo ou se poderiam ajudar. Nunca, nem a seguir à tentativa de suicídio. E isso era o pior... Sentia--me completamente invisível e abandonado pela instituição pela qual tinha dado tudo na vida: o meu tempo, a minha saúde. Curiosamente, nunca me tiraram a arma de serviço. A minha sorte foi que costumava deixá-la num armário no trabalho, porque quando a gente pensa em matar-se agarra naquilo que está mais à mão.
António diz que os actuais comandantes da PSP são jovens que tratam os agentes mais velhos com enorme arrogânciaVoltei ao serviço há um ano e pouco. Mais uma vez, nem uma palavra do comandante – que por acaso no dia em que eu cheguei fez questão de frisar que era licenciado e doutor. As pessoas não calculam o que são as chefias intermédias actuais na PSP. Homens com 20 ou 30 anos de experiência são comandados por miúdos com 22 ou 23 anos acabados de sair do instituto e que não sabem nada da vida nem da profissão. Talvez por insegurança, tornam-se autoritários e severos. Dou um exemplo: há pouco tempo um colega meu foi chamado ao gabinete do comandante, que, do nada, lhe anunciou que tinha até sexta-feira para meter o papel com um pedido de transferência senão corria com ele. Só porque sim. Isto acontece todos os dias na polícia. Há comandantes que telefonam aos polícias que estão de folga a exigir que se apresentem ao trabalho no dia a seguir e ai de quem mostrar má vontade. A arrogância é permanente em alguns locais de trabalho e uma pessoa tem de se calar senão tem a vida num inferno. Os amigos do comandante, geralmente miúdos da mesma idade com quem saem à noite, são favorecidos em tudo nas folgas de compensação e nos gratificados. Uma pessoa, especialmente com a minha idade, olha para isto tudo e sente-se completamente inútil. É como se não valêssemos nada e como se a carreira que fizemos não valesse nada.
Outro grande problema é que os polícias são avaliados em função de objectivos. Tem-se melhor nota do comandante se se passar mais multas ou pelo número de detenções. Eu não concordo com isso; prendo se tiver de prender. E vejo os miúdos mais novos permanentemente ansiosos e nervosos porque têm de mostrar serviço para o comandante lhes dar boa nota.
Entretanto, e como já tenho a idade, meti os papéis para a pré-aposentação. Só que há dias soube de um novo problema: parece que agora, por causa da entrada em vigor do novo estatuto, os pedidos já feitos caducaram e é preciso repetir o processo em Janeiro – todos os polícias aos mesmo tempo, sem saber quem passa à frente de quem. São estas coisas que moem e que não fazem sentido na PSP. Estou cansado da polícia.”

Suicídios na GNR e PSP: Especialistas pedem atenção a comportamentos depressivos

TVI24
Colegas podem ajudar identificando alterações de comportamento

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O Dr. Mauro Paulino, Coordenador da Mind | Psicologia Clínica e Forense, foi um dos especialistas entrevistados na reportagem dedicada ao tema do suicídio nas forças policias e exibida no Jornal das 8 de hoje.
VÍDEO

Director nacional da PSP enviou um email a todos os polícias em que admite o fracasso das políticas na prevenção dos suicídios na instituição.

Desde o início do ano suicidaram-se 12 elementos das forças de segurança
Desde o início do ano suicidaram-se 12 elementos das forças de segurançaAna Brígida Rosa Ramos
 Jornal i
Foi o quarto suicídio nas forças de segurança em menos de duas semanas e o terceiro na PSP. Uma agente da esquadra de Águas Santas, na Maia, suicidou-se anteontem à noite num parque nos arredores do local de trabalho. Ao que o i apurou, Ana utilizou a arma de serviço para dar um tiro no coração e deixou um bilhete de suicídio a avisar que não queria “polícias fardados no funeral”.
A agente estava a atravessar um processo de divórcio e foi o ex-marido, que trabalhava na mesma esquadra, que foi chamado à ocorrência –  

Agente da PSP avisou que não queria fardas no funeral

Noticias ao minuto 

Os suicídios nas forças de segurança demonstram a ineficácia das polícias na prevenção dos suicídios na instituição.

No espaço de duas semanas, quatro polícias puseram termo à vida, sendo que três deles pertenciam à PSP e um à GNR. O último caso ocorreu anteontem à noite, num parque nos arredores da esquadra de Águas Santas, na Maia.

Polícias no terreno estão sujeitos a Síndrome de Burnout

ZAP.aeiou 
Os polícias portugueses apresentam bom estado psicológico no primeiro ano de serviço, mas à medida que vão para o terreno registam mais problemas psicológicos, que no limite podem levar ao suicídio, alerta uma investigadora da Universidade do Porto.
-Estudos sobre o “Burnout e indicadores psicopatológicos em polícias”, que revelam que os jovens agentes da PSP, no seu primeiro ano de serviço efetivo e colocados em Lisboa, apresentam “valores baixos de ‘burnout’”, “bom estado psicológico” e “realização profissional boa”.
Os estudos fom realizados pela investigadora Cristina Queirós, da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, em conjunto com psicólogos da Divisão de Psicologia da PSP.
A investigadora alerta, contudo, que a progressão do mal-estar psicológico, cansaço emocional e stresse crónico no trabalho aumentam à medida que os polícias vão sendo colocados no terreno, principalmente no atual momento de crise, em que são confrontados com “mais exigências emocionais” e “cada vez menos recursos”.

Empresas de telecomunicações usam a fidelização até ao “limite do absurdo”

Público

Direcção-geral do Consumidor diz que há interpretação “dúbia” nos períodos de fidelização. Os operadores queixam-se de concorrência agressiva nos preços, os consumidores de ficar amarrados a contratos. A Anacom tem indícios de que há casos em que as empresas não cumprem os deveres de informação.
“Tem a certeza que quer emigrar?” A pergunta de um assistente de atendimento ao cliente da Meo perante um pedido de informações sobre o cancelamento de um contrato, traduz bem a resistência das empresas de telecomunicações em abrir mão de um cliente. Não é por acaso que as queixas sobre fidelização (incluindo a chamada refidelização, a renovação do período obrigatório de vinculação) continuam a chegar à Deco e à Anacom, que num relatório de Outubro revelou haver indícios de que a lei nem sempre é cumprida.
A seguir à ASAE, a Anacom é a entidade que mais queixas recebe no livro de reclamações e no relatório do primeiro semestre refere “indícios de incumprimento da legislação” em 13% das situações reclamadas, incluindo em temas como a “informação sobre as condições de oferta dos serviços, em particular sobre a existência e duração dos períodos de fidelização” e as “práticas comerciais desleais” na contratação.
Perante infracções, a Anacom pode aplicar sanções (embora as “empresas temam mais a carga burocrática associada aos processos do que as multas”, como disse um advogado especialista em telecomunicações ao PÚBLICO). Porém, tratando-se do que chama “conflitos individuais” entre clientes e empresas, o regulador “não tem competências de mediação” e boa parte dos processos acabam na Deco ou em centros de arbitragem de consumo.
A legislação permite que as empresas fixem períodos contratuais mínimos de dois anos para recuperarem custos como a instalação e activação do serviço. E também que voltem a fidelizar clientes com promoções ou novos tarifários. No entanto, a avaliar pelo número de queixas sobre fidelizações (até Setembro chegaram 18 mil à Deco, de um total de 42.530 recebidas sobre telecomunicações) é evidente que algo falha no diálogo entre empresas e clientes. As telecomunicações, como reconhece a Anacom nos seus relatórios, são um sector com “elevado nível de reclamações e litigância entre consumidores e operadores”, o que resulta da concorrência do mercado e das “práticas comerciais agressivas”. A tendência agravou-se com o aparecimento dos pacotes de telecomunicações, que são o serviço mais reclamado.

Motard da PSP ferido em escolta

Um motociclista da Divisão de Trânsito da PSP de Lisboa ficou esta segunda-feira à tarde ferido num despiste quando fazia a escolta ao presidente da Bulgária, de visita a Portugal. 
O acidente ocorreu junto à Assembleia da República, onde o governante búlgaro tinha sido recebido. 
Segundo apurou o CM, o despiste ocorreu às 15h30, no cimo da avenida D. Carlos I, e ter-se-á ficado a dever ao piso escorregadio (devido à chuva) e desnivelado (por causa dos carris do elétrico e do empedrado) http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/motard_da_psp_ferido_em_escolta.html
 

750 querem sair da PSP

Mário Andrade, presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia, salienta a entrada dos novos agentes. "Em 2016 vamos ter mais 800 polícias nas ruas. A renovação e o rejuvenescimento do efetivo são muito positivos. A espera para a pré-reforma tem de ser feita para não pôr em causa a operacionalidade", disse.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/…/det…/750_querem_sair_da_psp.html
 

19/10/2015

Estatuto profissional do pessoal com funções policiais da PSP - Decreto-Lei n.º 243/2015, de 19 de outubro

ACESSO (BASTA CLICAR) DRE

Estatuto profissional do pessoal com funções policiais da PSP - Decreto-Lei n.º 243/2015, de 19 de outubro

ESTATUTO DA PSP PUBLICADO EM DIÁRIO DA REPÚBLICA

Foto de Sindicato dos Profissionais de Polícia.
O Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP-PSP) congratula-se com a publicação em Diário da República, hoje, do novo Estatuto do Pessoal da PSP, diploma este que, não sendo o ideal, quando da entrada em vigor trará vários benefícios aos profissionais de Polícia e reporá alguns dos benefícios que se tinham vindo a perder ao longo dos últimos 10 anos. De entre as várias conquistas sindicais destacam-se:
PROMOÇÕES: Foi alterada a formula de progressão na carreira sendo considerado como fator principal a ANTIGUIDADE em 75% em detrimento da avaliação de serviço.
HORÁRIOS DE SERVIÇO: Será aplicado a todos os polícias o horário de 36 horas semanais, independentemente do serviço que efetuam;
TABELAS REMUNERATÓRIA: Criação de uma nova tabela remuneratória mais equilibrada, onde no início de cada categoria (Agentes, Chefes e Oficiais) é aumentado uma posição remuneratória, o que equivale ao aumento médio de 50 Euros;
CRIAÇÃO DE DUAS NOVAS CATEGORIAS: Chefe Coordenador e Agente Coordenador;
PRÉ-APOSENTAÇÃO: Passagem à pré-aposentação todos os polícias que reúnam as condições cumulativas de 55 anos de idade e 36 anos de serviço, e requeiram, sendo desligados passados dois meses após o pedido;
APOSENTAÇÃO: Passam à aposentação, sem redução no valor da pensão, os polícias que completem 60 anos de idade ou após cinco anos de pré-aposentação.
Em suma, o Estatuto agora publicado reflete, no seu essencial, o Memorando de Entendimento que tinha sido assinado pelo SPP-PSP com o Ministério da Administração Interna, provando-se, assim, que aqueles que diziam que as negociações não teriam efeitos práticos estavam rotundamente errados. Durante todo este processo, houve estruturas sindicais que só tentaram confundir os polícias e não esclarecê-los, recorrendo a diversos meios dilatórios, inclusive, às redes sociais para publicarem mentiras sobre o Estatuto, conforme agora se comprova. Os polícias sabem agora quem é que, afinal, realmente defende os seus interesses.
É verdade que aprovação do Estatuto representa um motivo para os polícias poderem voltar a sorrir, mas não esgota a ação do SPP, uma vez que ele contempla apenas cerca de 80% das justas reivindicações dos polícias. Por isso, iremos continuar a pugnar no sentido de trazer cada vez mais dignidade a todos os profissionais da PSP.
19/10/2015 A DIRECÇÃO NACIONAL DO SPP-PSP
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16/10/2015

Disparam baixas nas polícias

CM
Ausências por doença, acidente de trabalho e doença profissional aumentaram 28% em relação a 2013. Efetivo envelhecido é uma das justificações.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/doencas_na_psp_e_gnr_disparam.html

INACEITÁVEL!

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Polícias na Madeira com falta de apoios médico e judiciário

Uma delegação do SPP-PSP, chefiada pelo presidente Mário Andrade, visitou o Comando Regional da Madeira.
Desta foram detetadas várias situações preocupantes, destacando-se a falta de apoio médico e judiciário aos polícias que prestam serviço naquela região autónoma (ler mais em www.spp-psp.pt)

31/08/2015


São Miguel Arcanjo velai por mim, abra meus olhos, dai-me prudência em meus caminhos, livrai-me dos males físicos e morais, livrai-me das doenças, dos vícios das mas companhias dos perigos, e nos momentos de aflição, e nas ocasiões perigosas sede meu guia e meu protetor, me guarda meu amado São Miguel, me guarda contra tudo que me causa dano, físico e moral, coloque sobre mim as suas asas o seu manto e sua espada de luz, guardando e me livrando de todos os perigos Amém Amém e Amém!!

Facebook SPP/PSP

CONQUISTAMOS UM NOVO ESTATUTO QUE VEM DEFENDER TODOS OS POLÍCIAS !

Facebook

O Polícia, Boletim n.º 49

Boletim O Polícia n.º 49

CONQUISTAMOS O ESTATUTO QUE VEM DEFENDER TODOS OS POLÍCIAS

Conquistamos o Estatuto que vem defender todos os Polícias

AÇÃO POLICIAL 100% PEDAGÓGIA

AÇÃO POLICIAL 100% PEDAGÓGIA

20/08/2015

Vamos apelar aos colegas

que, até final de setembro, se cinjam a fazer mais prevenção, porque é preciso que os polícias deem um sinal claro de que não podem concordar com um governo que diz e não faz, que se compromete e não cumpre"

Facebook SPP-PSP

Comunicado Reunião_ASPP_SPP_SIAP_SVCP 18AGO2015

SPP-PSP
Comunicado Reunião_ASPP_SPP_SIAP_SVCP 18AGO2015Comunicado ASPP_SPP_SIAP_SVCP_18AGO2015.pdf

Ministra da Administração Interna garante a aprovação dos estatutos da PSP e GNR

A ministra da Administração Interna garantiu que a aprovação do novo estatuto profissional da PSP e da GNR está presa por detalhes e desvaloriza as críticas das forças de segurança que ameaçam avançar com vários protestos durante a campanha eleitoral. Os sindicatos da PSP têm vindo a acusar o Governo de falta de coragem para aprovar o documento, reunindo-se amanhã para decidir protestos. No que respeita às críticas, Anabela Rodrigues desvaloriza-as.

SPP REPUDIA SILÊNCIO DO GOVERNO SOBRE ESTATUTO PESSOAL DA PSP

SPP-PSP
SPP REPUDIA SILÊNCIO DO GOVERNO SOBRE ESTATUTO PESSOAL DA PSP

02/07/2015

Conselho Superior de Policia

Dia 9 de julho de 2015 - Eleições para o Conselho Superior de Policia e para o Conselho de Deontologia e Disciplina !
Mesas de voto, em todo os Comandos Metropolitanos !
Vota no teu representante !
E naquele que melhor te pode defender !




25/06/2015

PSP ameaça com protestos caso "pouca flexibilidade" continue


Noticias ao minuto
Os sindicatos da PSP exigiram hoje uma negociação suplementar ao estatuto profissional, após a ministra da Administração Interna ter encerrado unilateralmente o processo, e ameaçam avançar com novas formas de luta, caso continue "a pouca flexibilidade negocial".


"Perante a pouca flexibilidade negocial por parte da ministra da Administração Interna e do próprio Governo, os sindicatos da PSP sentem-se cada vez mais a ser empurrados para a contestação social", refere um comunicado conjunto das 10 estruturas sindicais da Polícia de Segurança Pública.
Os 10 sindicatos estiveram hoje à tarde reunidos após a ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, ter encerrado, na sexta-feira, "unilateralmente, o processo de negociação do estatuto da PSP, sem que nenhum dos sindicatos conheça o documento que o Governo pretende aplicar aos polícias".
Em comunicado, exigem que a tutela envie a proposta final do estatuto para aferirem quais as propostas que foram acolhidas e pedem uma negociação suplementar, que está prevista na lei sindical.
Segundo os sindicatos, a negociação suplementar só pode ocorrer após o envio da proposta final.
As 10 estruturas sindicais repudiam a forma como o processo negocial decorreu, "com tratamento diferenciado e manobras desestabilizadoras", e demonstram "incredulidade face à forma quase coerciva como alguns documentos foram entregues aos sindicatos, exigindo de imediato a concordância ou não com o seu teor".
No comunicado conjunto, os sindicatos da polícia reiteram "a total disponibilidade e intenção de, na ausência de outro comportamento, prosseguir com a implementação e planeamento de todas as forma de luta".
Os 10 sindicatos exigem ainda "a intervenção urgente" do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, tendo em conta que "não se pode alhear da forma como este processo continua a ser gerido" pela ministra da Administração Interna.

LISTAS PARA O CONSELHO SUPERIOR DE POLÍCIA

LISTAS CONSELHO SUPERIOR DE POLÍCIA

12/06/2015

INFORMAÇÃO ESTATUTO PESSOAL PSP REUNIÕES SPP no MAI

O SPP-PSP assinou, hoje, com a ministra da Administração Interna ata de reuniões mantidas durante as negociações tendo como objetivo as alterações do Estatuto Pessoal dos profissionais da PSP. 
Feito o balanço final das reuniões conseguimos alcançar um documento que traduz globalmente melhorias significativas para os policias e para o funcionamento da PSP, das quais se destacam: 
HORÁRIOS DE SERVIÇO: Conseguimos que sejam aplicadas a todos os policias o horário de 36 horas semanais, independentemente do serviço que efetuam. 
TABELAS REMUNERATÓRIA: Conseguiu-se a criação de uma nova tabela remuneratória onde no inicio de cada categoria (Agentes, Chefes e oficiais) a tabela é aumentada em uma posição remuneratória, o que equivale ao aumento médio de 50 Euros. Os policias que atualmente se encontram em posições intermédias/fictícias, passam automaticamente para a posição remuneratória cujo valor seja igual ou seguinte, eliminando assim definitiva a figura intermédia. 
MUDANÇA DE POSIÇÃO REMUNERATÓRIA: Conseguimos que se mantenham as regras em vigor, ou seja, de três em três anos. Alcançou-se ainda que a primeira posição quando do ingresso na instituição (Agentes e Subcomissário) sejam apenas de transição enquanto decorre o período de regime probatório (um ano), findo o qual transita para a posição seguinte. 
SUPLEMENTOS REMUNERATÓRIOS: Conseguimos que se mantenham os existentes bem como os critérios de aplicação. 
FACTORES DE PONDERAÇÃO PARA PROMOÇÃO: Chegou-se ao entendimento que a antiguidade é o factor mais relevante, garantindo assim que nenhum elemento mais novo ultrapassará o mais antigo. Assim a formula conterá a antiguidade com o peso de 75%, classe de comportamento 15% e a avaliação de serviço apenas 10%. 
OFICIAIS DE CARREIRA: Conseguimos que todos os Subcomissários oriundos da carreira base sejam promovidos de forma automática a Comissário, sendo criada uma norma de transição até 2019 (45 por ano).
PRÉ APOSENTAÇÃO: Conseguimos que passaram à pré aposentação todos os policias que reúnam as condições cumulativas de 55 anos de idade e 36 anos de serviço, sendo desligados passados dois meses após o pedido. Transitoriamente, para o equilíbrio operacional da PSP, é criado um regime até 2019 para fazer face aos atuais pedido de passagem a essa condição, findo este período transitam de forma automática. 
APOSENTAÇÃO: Conseguimos que passem à aposentação, sem qualquer redução no valor das pensões, todos os policias que completem 60 anos de idade ou após cinco anos de pré aposentação.
FERIADOS: Foi conseguido que os policias sejam recompensados nos termos da lei geral quando efetuem serviço em dias considerados como feriados. 
USO E PORTE DE ARMA: Os policias após a passagem à situação de aposentação continuam dispensados da licença de uso e porte de arma, sendo que têm de atestar as capacidades através de atestado médico de 5 em 5 anos. 
FÉRIAS: Embora o MAI mantenha a intenção de reduzir de 25 dias para 22 conseguimos que fossem atribuídos três dias a titulo de prémio de desempenho aos policias que apresentem avaliação de serviço positiva (suficiente, bom ou muito bom). 
CRIAÇÃO DE NOVAS CATEGORIAS: São criados as categorias de Agente Coordenador e Chefe Coordenador, ficando estabelecido um período transitório, até 2019 em que podem ser opositores a estas promoções os Agentes-Principais e ChefesPrincipais com 25 e 20 anos de carreira, respectivamente. A estas promoções apenas é exigida ação de formação. 
JUNTA SUPERIOR DE SAUDE: Chegou-se ao consenso de que a Junta Superior de Saúde da PSP substitui para todos os efeitos a Junta Superior de Saúde da Caixa Geral de Aposentações, e a Junta Superior da Segurança Social. 

08/06/2015 
O PRESIDENTE DA DIRECÇÃO DO SPP-PSP 
Mário Andrade Presidente do SPP/PSP