26/09/2016

Elite da PSP fora de transferências

Elite da PSP fora de transferênciasCM

Cerca de 300 polícias colocados hoje nas áreas de residência.
Hoje é o dia mais aguardado para cerca de 300 elementos da PSP no Comando de Lisboa, alguns deslocados há largos anos. Serão finalmente transferidos para as suas áreas de residência. Só que, para trás, prejudicados, são deixados 30 elementos da Unidade Especial de Polícia (UEP) que estavam nas mesmas circunstâncias, o que está a gerar revolta entre os mesmos. A Direção Nacional da PSP não autoriza para já a sua mudança, uma vez que a elite da PSP não pode ficar desfalcada de tantos agentes. A maioria dos elementos apresenta-se hoje na divisão da PSP da sua área de residência e vão poder, consoante as vagas, escolher em que esquadra querem trabalhar. Os 30 polícias de elite – colocados em Belas, Sintra –, por seu lado, vão ter de aguardar pela mudança mais um ou até mesmo seis meses. E quando se apresentarem na sua zona de residência vão sujeitar-se às vagas que não foram escolhidas agora pelos colegas. "É uma enorme desigualdade. Não vão ter a mesma oportunidade dos que se mudam já", diz ao CM Mário Andrade, do Sindicato dos Profissionais de Polícia. Mal souberam da transferência, alguns agentes trataram da mudança junto com a família. Matricularam filhos em escolas – e agora têm de vê-los partir e ficar mais tempo em Lisboa. "Administrativamente já estão transferidos, mas por uma questão logística vão ter de aguardar. Só quando abrir concurso para a UEP e entrarem mais agentes é que estes poderão sair." O CM tentou obter reação da PSP, sem sucesso.

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06/07/2016

Comandantes alertam para desmotivação na PSP

Polícias dizem que existe uma situação de rutura iminente.
Subcomissários da PSP alertaram o diretor nacional daquela polícia para "a desmotivação, descontentamento, incerteza" que existe naquela força de segurança, em que os polícias se sentem "profundamente maltratados", e exigem uma "mudança urgente". "A desmotivação, o descontentamento, a incerteza e diríamos até mais, a desconfiança, reina no seio da PSP", referem os subcomissários, que na maioria desempenham funções de comandantes de esquadras, num manifesto enviado ao diretor nacional da PSP, superintendente-chefe Luís Farinha, por ocasião do aniversário da Polícia de Segurança Pública. Na carta, os subcomissários oriundos do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna chamam a atenção para "a degradação das condições de trabalho e aumento considerável da desmotivação, conduzindo a PSP para uma realidade profissional que se tornou insustentável". Os profissionais dizem sentir-se "profundamente maltratados pela direção nacional" e recusam-se a "aceitar a situação decadente para a qual somos arrastados", dando conta do "absoluto desprezo e falta de reconhecimento" do trabalho que desenvolvem. Os subcomissários falam de situações de polícias que "não sabem o que lhes vai acontecer", nomeadamente quando podem ir para a aposentação ou pré-reforma. Estagnação das carreiras, concursos de promoção, compensação de trabalho extra horário, remuneração inferior às funções exercidas são algumas das questões que urge resolver, além da regulamentação de várias matérias prevista no estatuto profissional da PSP. No manifesto, os subcomissários destacam o trabalho desenvolvido pelos agentes e chefes, que vão além das suas obrigações: "Estes profissionais, há muito descrentes, desmotivados e alguns até revoltados, têm dado cumprimento à sua função, pelo profissionalismo que lhes é inerente, mas muito pelo esforço e dedicação dos subcomissários que, na atual conjuntura, são os únicos que os conseguem aglutinar na prossecução do objetivo traçado". Os comandantes de esquadras relembram uma carta enviada à tutela, em 2012, pelos superintendentes (cargo mais elevado na PSP), na qual alertavam para o "descontentamento em todas as categorias hierárquicas", que poderá potenciar "a motivação, coesão e disciplina". Para os subcomissários, esta motivação, coesão e disciplina "está em rutura iminente, assim como a quebra da cadeia de comando, que devia assentar essencialmente na confiança". Os subcomissários pedem ainda "um processo de mudança" na PSP e manifestam "total disponibilidade" para ajudar a encontrar soluções que ajudem a ultrapassar a atual conjuntura

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GOVERNO ESTÁ A PROGRAMAR A MELHORIA DAS CONDIÇÕES NA PSP

A Ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, afirmou que o Governo está «a programar a melhoria das infraestruturas e equipamentos da Polícia de Segurança Pública (PSP), através de um planeamento mais realista de investimento, com especial cuidado para as necessidades mais urgentes».
PSP, 5 julho 2016Estas declarações foram feitas na comemoração dos 149 anos da PSP, em Lisboa, numa cerimónia presidida pelo Primeiro-Ministro, António Costa.
Reforço da dimensão operacional
«Este não é um objetivo de concretização rápida ou fácil», ressalvou a Ministra, referindo-se à melhoria das condições na PSP. Isto devido, «sobretudo, aos constrangimentos administrativos, orçamentais e legais que existem», acrescentou.
«É também intenção do Governo reforçar a dimensão operacional da PSP, através de ações de redução do seu empenho em tarefas de apoio e de âmbito administrativo», disse Constança Urbano de Sousa.
Estatuto profissional
Referindo-se ao estatuto da PSP, recentemente aprovado, a Ministra afirmou que o documento «está em processo de regulamentação, com a preparação de diplomas que visam criar condições das normas ali instituídas».
A produzir efeitos desde dezembro, o estatuto profissional da PSP tem sido contestado pelos sindicatos da PSP, quer devido à falta de regulamentação das principais matérias, quer devido aos cortes nas pensões dos polícias.
Constança Urbano de Sousa concluiu: «A aposentação está a ser objeto de um trabalho interministerial, para se definir um regime mais justo, mais igualitário e mais claro».

PSP vai perder cerca de 25% dos trabalhadores nos próximos cinco anos

Economico
O director nacional da PSP, superintendente-chefe Luís Farinha, alerta para a urgência de um rejuvenescimento do efectivo.PSP vai perder cerca de 25% dos trabalhadores nos próximos cinco anos 
“A elevada média etária dos recursos humanos policiais, com valores muito próximos dos 50 anos em diversas unidades territoriais, são realidades que carecem de reversão urgente pelo rejuvenescimento do efectivo, do qual cerca de 25 por cento deixará o serviço activo nos próximos cinco anos por força das previsões estatutárias”, disse o director nacional da PSP, na cerimónia que assinalou os 149 anos daquela força de segurança.
No discurso, o superintendente-chefe Luís Farinha adiantou que as projecções efectuadas apontam para que “as saídas de efectivos do activo, nos próximos cinco anos, sejam superiores às eventuais novas admissões”....

É PREOCUPANTE!


02/07/2016

Ministra desilude polícias e tréguas com o governo chegam ao fim

A ministra da Administração Interna já esgotou a paciência dos sindicatos da PSP e da GNR. Ameaçam voltar à rua.
(...)o Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP) concluiu que a avaliação "é negativa e claramente lesiva dos interesses de todos os polícias", pelos mesmos motivos da ASPP. O presidente do SPP, Mário Andrade, disse à agência Lusa que os polícias podem vir a realizar ações de protesto caso o estatuto profissional não seja totalmente cumprido nas próximas semanas. "Seis meses é tempo mais do que suficiente para estudos e análises e exige-se que o governo e a direção nacional da PSP adotem medidas tendentes a que o estatuto da PSP seja cumprido e devidamente regulamentado", considerou o SPP.(...)
DN

17/06/2016

GOVERNO TERMINA SEMESTRE COM NOTA NEGATIVA NA APLICAÇÃO DO ESTATUTO DA PSP

O Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP-PSP) reuniu a sua direção para fazer um balanço sobre a atuação do Ministério da Administração Interna e da Direção Nacional da PSP nos últimos seis meses, tendo concluído que a respetiva avaliação é negativa e claramente lesiva dos interesses de todos os polícias e cidadãos em geral.
Desde que o atual Governo tomou posse que o SPP deixou bem claro que pretendia ver aplicado integralmente o Estatuto Pessoal da PSP, que entrou em vigor em Dezembro do ano passado, devendo ser repostas algumas anomalias existentes anteriormente, em especial nas posições remuneratórias. Existem Policias mais novos na categoria a auferirem maior remuneração base do que colegas mais antigos. Existem policias (Agentes e Subcomissários) colocados em posições remuneratórias indicadas apenas para policias em regime probatório que deveria ser apenas de um ano).
Solicitámos, desde logo, a criação urgente e imediata de regulamentação (portaria ou despacho conjunto) do sistema de atribuição de prémios de desempenho, de modo a que fosse possível, ainda neste ano de 2016, a atribuição de dias de férias como prémio.
Também defendemos que fosse efetuada uma calendarização atempada para a admissão de candidatos a Agentes da PSP, aproveitando as reservas ainda existentes, e sugerimos que se iniciasse a formação, em número de 800/1000 no início de Setembro 2016. Até ao momento não se iniciou a convocação dos candidatos desconhecendo-se qual o número a admitir e datas previstas.
Tendo em conta a falta de profissionais em todas as categorias solicitámos que fossem agilizados os procedimentos concursais de promoção em curso desde Setembro de 2014 (Agentes a Ag. Principais; Chefes a Chefes Principais; Subcomissários a Comissário), estes já concluídos. Logo que concluídos estes procedimentos o SPP defendia que deveriam ser abertos novos procedimentos concursais nas diversas categorias muito em especial as categorias de Agente Principal, Agente Coordenador; Chefe; Chefe Principal; Chefe Coordenador e Comissário.
Considerando as dificuldades recentemente sentidas pela DN/PSP em conseguir cativar e fazer deslocar para a EPP em Torres Novas formadores em matérias policiais e não policiais integradas do programa dos cursos de Agentes e Chefes, o SPP-PSP solicitou que fosse criado um estatuto do formador ou outro mecanismo de modo a que os potenciais candidatos não venham a ser penalizados financeiramente com a sua deslocação para a EPP. Assim a PSP conseguiria mobilizar, motivar e escolher os mais qualificados para formadores e deste modo a formação seria de melhor qualidade, o que se traduziria num melhor serviço para a população que servimos.
O SPP-PSP sugeriu, igualmente, que durante o ano 2016 o MAI deveria iniciar a negociação com vista à revisão urgente do Estatuto Disciplinar da PSP (Lei 7/90), diploma este que está desajustado da realidade social e policial.
No âmbito das diversas visitas que a direção do SPP-PSP fez a vários comandos de Policia foram igualmente alertados, quer o MAI quer a DN/PSP, para a degradação de dezenas de infraestruturas e para o défice de policias e falta de meios materiais existentes na maioria das esquadras.
Finalmente, entre muitas outras matérias, também se tentou sensibilizar a DNPSP para a necessidade urgente de se procederem à mobilidade de efetivos entre comandos e identificamos, em nosso entender causas geradoras de conflitos familiares, sugerindo para se repensarem os métodos dessa mobilidade, sugerindo ainda formas de se minimizar o grave problema dos suicídios nas forças de segurança.
Passaram seis meses e o que fizeram o Governo e a DN/PSP? Pouco ou Nada!
A DN/PSP tem empurrado a falta de iniciativa para resolver problemas para o Ministério da Administração Interna e este insiste em reuniões, atrás de reuniões que mais não visam do que adiar, adiar e voltar a adiar a aplicação de medidas concretas.
Assim, o Estatuto da PSP continua por aplicar em quase todas as matérias previstas e os regulamentos urgentes que se impunha já terem sido elaborados e publicados continuam a não passar de meras cogitações políticas, como é o caso dos prémios e desempenho e o corte/redução do valor da pensão com a aplicação do factor de sustentabilidade quando da passagem à Aposentação.
Não existe qualquer plano, que seja do nosso conhecimento, para remodelar as esquadras degradadas e também não está prevista a renovação dos meios materiais, nomeadamente a aquisição de novas viaturas, não existe qualquer indicação sobre aquisição de fardamento para os polícias poderem desempenhar de forma digna a sua missão.
Recentemente a Ministra da Administração Interna fez saber que está a ser estudada uma reorganização do dispositivo do Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP, com o objetivo de colocar mais polícias nas ruas. Mas já o anterior Governo PSD/CDS-PP também tinha iniciado uma reorganização no dispositivo do COMETLIS, tendo mesmo chegado a encerrar algumas esquadras.
E assim vamos andando, de estudos em estudos, sem que nada seja feito verdadeiramente em prol dos polícias e da segurança dos cidadãos.
O SPP-PSP considera que seis meses é tempo mais do que suficiente para estudos e análises e exige que o Governo e a Direção Nacional adotem rapidamente medidas tendentes a que o Estatuto da PSP seja cumprido e devidamente regulamentado. Assim num sinal de clara transparência exigimos:
1- Que seja criada e publicada a lista de antiguidades, por categorias, na PSP.
2- Que seja anunciada e publicada a listagem de pedidos de mobilidade entre comandos e com antecedência razoável a previsibilidade das datas de mobilidade.
3- Que seja publicada as listagens de pedidos de passagem à pré Aposentação.
4- Que sejam abertos procedimentos concursais para ocupação de vagas nas diversas carreiras.
5- Que seja iniciada urgentemente a convocação dos candidatos a Agente da PSP e se inicie o curso de formação.
6- Que a CGA deixe de aplicar o fator de sustentabilidade aos policias quando passem à Aposentação.
7- Que seja efetuada a aquisição de fardamento em quantidade e qualidade suficientes para ser fornecido aos policias.
8- Que seja iniciada a remodelação de infraestruturas e aquisição de viaturas policiais para a renovação da frota em patrulhamento diário.
Caso o atual impasse se mantenha, nas próximas semanas, o SPP-PSP irá estudar e anunciar oportunamente a tomada de medidas para demonstrar o desagrado dos polícias, medidas que certamente vai passar pela adoção de outras formas de protesto.
O presidente da Direção do SPP
Mário Andrade

18/05/2016

PSP encontrado morto no quintal pela mãe Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/psp_encontrado_morto_em_peniche.html

cm
Polícia estava com a arma de serviço em Peniche. Veja o vídeo.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/psp_encontrado_morto_em_peniche.html

José Luís, um agente da PSP de 44 anos, foi encontrado morto esta quarta-feira, por volta das 07h15, no chão do quintal de casa pela mãe, com um tiro na cabeça, em Peniche. O homem estava fardado, pois ia entrar ao serviço esta manhã. Tomou o pequeno-almoço em casa, cumprimentou os pais e saiu para o quintal da habitação. Pouco depois ouviu-se o disparo da arma de serviço e o agente foi encontrado morto no chão. Não se conhecem ainda as motivações que terão levado o PSP a cometer suicídio. A Polícia Judiciária de Leiria já esteve no local e a GNR ainda está junto à casa. Na pacata localidade vive-se um ambiente de grande consternação.

Três ministérios preparam solução para cortes nas reformas dos polícias

Publico
A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, disse esta terça-feira que continua a tentar encontrar uma solução para o problema dos cortes nas pensões das forças de segurança, que terá de passar por alterações legislativas.
Ministra da Administração Interna alertou que o problema afecta não só os agentes da PSP, mas também os inspectores da PJ.
"Estou a trabalhar com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e também com o da Justiça no sentido de encontramos uma solução que terá de passar pela criação de um regime jurídico de excepção mas que seja justo e equitativo", disse a ministra na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.
Constança Urbano de Sousa disse que não pode precisar quando estará concluída esta tarefa, acrescentando ser um problema que não afecta apenas as polícias, abrangendo igualmente a Polícia Judiciária (PJ).
Como a PJ está sob a alçada do Ministério da Justiça, o assunto está também a ser tratado com Francisca Van Dunem.
A ministra mostrou-se preocupada por a redução das pensões de reforma afectar os elementos da PSP e dos militares da GNR, sublinhando que vai continuar a trabalhar na questão de modo a que possam encontrar uma solução "justa e equitativa para todos".

14/05/2016

15 mil polícias com ajuda psicológica


Ministra da Administração Interna admite ao CM que haja polícias a passar por dificuldades
Causas são as más condições de trabalho e horários.

http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/15_mil_policias_pedem_ajuda_psicologica.html

Cuidar de quem cuida de nós

Governos não tiveram sensibilidade para polícias.
CM
14.05.2016 01:45 
Polícias sem condições de trabalho e de vida, dominados por um sentimento de injustiça por parte do Estado, são um verdadeiro barril de pólvora para si próprios e para a sociedade. Este não é o retrato geral da PSP e GNR, mas quando há 15 mil polícias a necessitar de apoio psicológico temos aí o sintoma de uma grave doença que ameaça gangrenar o Estado de Direito. Os sucessivos governos não têm tido a melhor sensibilidade para lidar com os pilares essenciais do poder de Estado, concentrados nos ministérios da Administração Interna e da Justiça, e muito menos com os homens e mulheres que os servem. Umas vezes, o modelo de organização das polícias é o mero joguete de um eleitoralismo inaceitável. Outras, concentram-se nas forças policiais todas as tensões partidárias de luta intestina pelo poder. Com poucas exceções, a relação dos dirigentes políticos com as polícias tem sido de ignorância quanto aos reais problemas das pessoas que as servem. Em quarenta anos de democracia fica mais a generosidade de quem garante a segurança de todos nós do que a competência política de quem decide sobre a vida desses homens e mulheres. Já era tempo de equilibrar os pratos da balança e cuidar mais e melhor de quem cuida de nós.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/editoriais/detalhe/cuidar_de_quem_cuida_de_nos.html

Sempre na defesa e ajuda dos Profissionais de Polícia !

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Mais uma vez a P.S.P., está de luto !

Outro Profissional de Polícia, partiu para o eterno descanso !
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21/04/2016

Comunicado Reportagem TVI

Comunicado Reportagem TVI

Repórter TVI: "É preciso perceber o que está a acontecer com estes homens"

Ana Leal, autora da grande reportagem “Encruzilhada”, contou na TVI24 como foi realizar este trabalho. "Não foi fácil mostrar esta realidade", confessa Resultado de imagem para Repórter TVI: "É preciso perceber o que está a acontecer com estes homens"

Encruzilhada | TVI Player

Encruzilhada | TVI Player

Há cada vez mais polícias a pedirem apoio psicológico.

E a esse pedido de apoio, juntam-se também os de fornecimento de bens alimentares ou mesmo de roupa, não só para os agentes, mulheres e filhos. Aos gabinetes de psicologia, chegam todos os dias homens que falam de fome, do isolamento das famílias, de exaustão laboral. A maioria verbaliza mesmo uma vontade de por termo à vida.

É um retrato nu e cru da PSP e da GNR, como nunca viu, com testemunhos inéditos e exclusivos.

“Encruzilhada”, é uma grande reportagem da jornalista Ana Leal, com imagem de João Paulo Delgado e edição de João Pedro Ferreira, para ver este domingo à noite, no Jornal das 8, em Repórter TVI.



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Polícias em condições precárias

Discurso Direto - Polícias em condições precárias | TVI Player



Vídeo de uma testemunha ( esposa de militar GNR ) 



O POLÍCIA Boletim n.º 51

http://www.spp-psp.pt/publica/o_policia_51_abril_2016.pdf

LICENÇA DE INSTALAÇÃO