02/07/2016

Ministra desilude polícias e tréguas com o governo chegam ao fim

A ministra da Administração Interna já esgotou a paciência dos sindicatos da PSP e da GNR. Ameaçam voltar à rua.
(...)o Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP) concluiu que a avaliação "é negativa e claramente lesiva dos interesses de todos os polícias", pelos mesmos motivos da ASPP. O presidente do SPP, Mário Andrade, disse à agência Lusa que os polícias podem vir a realizar ações de protesto caso o estatuto profissional não seja totalmente cumprido nas próximas semanas. "Seis meses é tempo mais do que suficiente para estudos e análises e exige-se que o governo e a direção nacional da PSP adotem medidas tendentes a que o estatuto da PSP seja cumprido e devidamente regulamentado", considerou o SPP.(...)
DN

17/06/2016

GOVERNO TERMINA SEMESTRE COM NOTA NEGATIVA NA APLICAÇÃO DO ESTATUTO DA PSP

O Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP-PSP) reuniu a sua direção para fazer um balanço sobre a atuação do Ministério da Administração Interna e da Direção Nacional da PSP nos últimos seis meses, tendo concluído que a respetiva avaliação é negativa e claramente lesiva dos interesses de todos os polícias e cidadãos em geral.
Desde que o atual Governo tomou posse que o SPP deixou bem claro que pretendia ver aplicado integralmente o Estatuto Pessoal da PSP, que entrou em vigor em Dezembro do ano passado, devendo ser repostas algumas anomalias existentes anteriormente, em especial nas posições remuneratórias. Existem Policias mais novos na categoria a auferirem maior remuneração base do que colegas mais antigos. Existem policias (Agentes e Subcomissários) colocados em posições remuneratórias indicadas apenas para policias em regime probatório que deveria ser apenas de um ano).
Solicitámos, desde logo, a criação urgente e imediata de regulamentação (portaria ou despacho conjunto) do sistema de atribuição de prémios de desempenho, de modo a que fosse possível, ainda neste ano de 2016, a atribuição de dias de férias como prémio.
Também defendemos que fosse efetuada uma calendarização atempada para a admissão de candidatos a Agentes da PSP, aproveitando as reservas ainda existentes, e sugerimos que se iniciasse a formação, em número de 800/1000 no início de Setembro 2016. Até ao momento não se iniciou a convocação dos candidatos desconhecendo-se qual o número a admitir e datas previstas.
Tendo em conta a falta de profissionais em todas as categorias solicitámos que fossem agilizados os procedimentos concursais de promoção em curso desde Setembro de 2014 (Agentes a Ag. Principais; Chefes a Chefes Principais; Subcomissários a Comissário), estes já concluídos. Logo que concluídos estes procedimentos o SPP defendia que deveriam ser abertos novos procedimentos concursais nas diversas categorias muito em especial as categorias de Agente Principal, Agente Coordenador; Chefe; Chefe Principal; Chefe Coordenador e Comissário.
Considerando as dificuldades recentemente sentidas pela DN/PSP em conseguir cativar e fazer deslocar para a EPP em Torres Novas formadores em matérias policiais e não policiais integradas do programa dos cursos de Agentes e Chefes, o SPP-PSP solicitou que fosse criado um estatuto do formador ou outro mecanismo de modo a que os potenciais candidatos não venham a ser penalizados financeiramente com a sua deslocação para a EPP. Assim a PSP conseguiria mobilizar, motivar e escolher os mais qualificados para formadores e deste modo a formação seria de melhor qualidade, o que se traduziria num melhor serviço para a população que servimos.
O SPP-PSP sugeriu, igualmente, que durante o ano 2016 o MAI deveria iniciar a negociação com vista à revisão urgente do Estatuto Disciplinar da PSP (Lei 7/90), diploma este que está desajustado da realidade social e policial.
No âmbito das diversas visitas que a direção do SPP-PSP fez a vários comandos de Policia foram igualmente alertados, quer o MAI quer a DN/PSP, para a degradação de dezenas de infraestruturas e para o défice de policias e falta de meios materiais existentes na maioria das esquadras.
Finalmente, entre muitas outras matérias, também se tentou sensibilizar a DNPSP para a necessidade urgente de se procederem à mobilidade de efetivos entre comandos e identificamos, em nosso entender causas geradoras de conflitos familiares, sugerindo para se repensarem os métodos dessa mobilidade, sugerindo ainda formas de se minimizar o grave problema dos suicídios nas forças de segurança.
Passaram seis meses e o que fizeram o Governo e a DN/PSP? Pouco ou Nada!
A DN/PSP tem empurrado a falta de iniciativa para resolver problemas para o Ministério da Administração Interna e este insiste em reuniões, atrás de reuniões que mais não visam do que adiar, adiar e voltar a adiar a aplicação de medidas concretas.
Assim, o Estatuto da PSP continua por aplicar em quase todas as matérias previstas e os regulamentos urgentes que se impunha já terem sido elaborados e publicados continuam a não passar de meras cogitações políticas, como é o caso dos prémios e desempenho e o corte/redução do valor da pensão com a aplicação do factor de sustentabilidade quando da passagem à Aposentação.
Não existe qualquer plano, que seja do nosso conhecimento, para remodelar as esquadras degradadas e também não está prevista a renovação dos meios materiais, nomeadamente a aquisição de novas viaturas, não existe qualquer indicação sobre aquisição de fardamento para os polícias poderem desempenhar de forma digna a sua missão.
Recentemente a Ministra da Administração Interna fez saber que está a ser estudada uma reorganização do dispositivo do Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP, com o objetivo de colocar mais polícias nas ruas. Mas já o anterior Governo PSD/CDS-PP também tinha iniciado uma reorganização no dispositivo do COMETLIS, tendo mesmo chegado a encerrar algumas esquadras.
E assim vamos andando, de estudos em estudos, sem que nada seja feito verdadeiramente em prol dos polícias e da segurança dos cidadãos.
O SPP-PSP considera que seis meses é tempo mais do que suficiente para estudos e análises e exige que o Governo e a Direção Nacional adotem rapidamente medidas tendentes a que o Estatuto da PSP seja cumprido e devidamente regulamentado. Assim num sinal de clara transparência exigimos:
1- Que seja criada e publicada a lista de antiguidades, por categorias, na PSP.
2- Que seja anunciada e publicada a listagem de pedidos de mobilidade entre comandos e com antecedência razoável a previsibilidade das datas de mobilidade.
3- Que seja publicada as listagens de pedidos de passagem à pré Aposentação.
4- Que sejam abertos procedimentos concursais para ocupação de vagas nas diversas carreiras.
5- Que seja iniciada urgentemente a convocação dos candidatos a Agente da PSP e se inicie o curso de formação.
6- Que a CGA deixe de aplicar o fator de sustentabilidade aos policias quando passem à Aposentação.
7- Que seja efetuada a aquisição de fardamento em quantidade e qualidade suficientes para ser fornecido aos policias.
8- Que seja iniciada a remodelação de infraestruturas e aquisição de viaturas policiais para a renovação da frota em patrulhamento diário.
Caso o atual impasse se mantenha, nas próximas semanas, o SPP-PSP irá estudar e anunciar oportunamente a tomada de medidas para demonstrar o desagrado dos polícias, medidas que certamente vai passar pela adoção de outras formas de protesto.
O presidente da Direção do SPP
Mário Andrade

18/05/2016

PSP encontrado morto no quintal pela mãe Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/psp_encontrado_morto_em_peniche.html

cm
Polícia estava com a arma de serviço em Peniche. Veja o vídeo.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/psp_encontrado_morto_em_peniche.html

José Luís, um agente da PSP de 44 anos, foi encontrado morto esta quarta-feira, por volta das 07h15, no chão do quintal de casa pela mãe, com um tiro na cabeça, em Peniche. O homem estava fardado, pois ia entrar ao serviço esta manhã. Tomou o pequeno-almoço em casa, cumprimentou os pais e saiu para o quintal da habitação. Pouco depois ouviu-se o disparo da arma de serviço e o agente foi encontrado morto no chão. Não se conhecem ainda as motivações que terão levado o PSP a cometer suicídio. A Polícia Judiciária de Leiria já esteve no local e a GNR ainda está junto à casa. Na pacata localidade vive-se um ambiente de grande consternação.

Três ministérios preparam solução para cortes nas reformas dos polícias

Publico
A ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa, disse esta terça-feira que continua a tentar encontrar uma solução para o problema dos cortes nas pensões das forças de segurança, que terá de passar por alterações legislativas.
Ministra da Administração Interna alertou que o problema afecta não só os agentes da PSP, mas também os inspectores da PJ.
"Estou a trabalhar com o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e também com o da Justiça no sentido de encontramos uma solução que terá de passar pela criação de um regime jurídico de excepção mas que seja justo e equitativo", disse a ministra na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.
Constança Urbano de Sousa disse que não pode precisar quando estará concluída esta tarefa, acrescentando ser um problema que não afecta apenas as polícias, abrangendo igualmente a Polícia Judiciária (PJ).
Como a PJ está sob a alçada do Ministério da Justiça, o assunto está também a ser tratado com Francisca Van Dunem.
A ministra mostrou-se preocupada por a redução das pensões de reforma afectar os elementos da PSP e dos militares da GNR, sublinhando que vai continuar a trabalhar na questão de modo a que possam encontrar uma solução "justa e equitativa para todos".

14/05/2016

15 mil polícias com ajuda psicológica


Ministra da Administração Interna admite ao CM que haja polícias a passar por dificuldades
Causas são as más condições de trabalho e horários.

http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/15_mil_policias_pedem_ajuda_psicologica.html

Cuidar de quem cuida de nós

Governos não tiveram sensibilidade para polícias.
CM
14.05.2016 01:45 
Polícias sem condições de trabalho e de vida, dominados por um sentimento de injustiça por parte do Estado, são um verdadeiro barril de pólvora para si próprios e para a sociedade. Este não é o retrato geral da PSP e GNR, mas quando há 15 mil polícias a necessitar de apoio psicológico temos aí o sintoma de uma grave doença que ameaça gangrenar o Estado de Direito. Os sucessivos governos não têm tido a melhor sensibilidade para lidar com os pilares essenciais do poder de Estado, concentrados nos ministérios da Administração Interna e da Justiça, e muito menos com os homens e mulheres que os servem. Umas vezes, o modelo de organização das polícias é o mero joguete de um eleitoralismo inaceitável. Outras, concentram-se nas forças policiais todas as tensões partidárias de luta intestina pelo poder. Com poucas exceções, a relação dos dirigentes políticos com as polícias tem sido de ignorância quanto aos reais problemas das pessoas que as servem. Em quarenta anos de democracia fica mais a generosidade de quem garante a segurança de todos nós do que a competência política de quem decide sobre a vida desses homens e mulheres. Já era tempo de equilibrar os pratos da balança e cuidar mais e melhor de quem cuida de nós.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/editoriais/detalhe/cuidar_de_quem_cuida_de_nos.html

Sempre na defesa e ajuda dos Profissionais de Polícia !

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Sempre na defesa e ajuda dos Profissionais de Polícia !

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Mais uma vez a P.S.P., está de luto !

Outro Profissional de Polícia, partiu para o eterno descanso !
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21/04/2016

Comunicado Reportagem TVI

Comunicado Reportagem TVI

Repórter TVI: "É preciso perceber o que está a acontecer com estes homens"

Ana Leal, autora da grande reportagem “Encruzilhada”, contou na TVI24 como foi realizar este trabalho. "Não foi fácil mostrar esta realidade", confessa Resultado de imagem para Repórter TVI: "É preciso perceber o que está a acontecer com estes homens"

Encruzilhada | TVI Player

Encruzilhada | TVI Player

Há cada vez mais polícias a pedirem apoio psicológico.

E a esse pedido de apoio, juntam-se também os de fornecimento de bens alimentares ou mesmo de roupa, não só para os agentes, mulheres e filhos. Aos gabinetes de psicologia, chegam todos os dias homens que falam de fome, do isolamento das famílias, de exaustão laboral. A maioria verbaliza mesmo uma vontade de por termo à vida.

É um retrato nu e cru da PSP e da GNR, como nunca viu, com testemunhos inéditos e exclusivos.

“Encruzilhada”, é uma grande reportagem da jornalista Ana Leal, com imagem de João Paulo Delgado e edição de João Pedro Ferreira, para ver este domingo à noite, no Jornal das 8, em Repórter TVI.



Resultado de imagem para Repórter TVI: "É preciso perceber o que está a acontecer com estes homens"

Polícias em condições precárias

Discurso Direto - Polícias em condições precárias | TVI Player



Vídeo de uma testemunha ( esposa de militar GNR ) 



O POLÍCIA Boletim n.º 51

http://www.spp-psp.pt/publica/o_policia_51_abril_2016.pdf

LICENÇA DE INSTALAÇÃO

TRANSFERÊNCIAS NA POLÍCIA SERÃO FEITAS EM SETEMBRO

21/03/2016

Convocatória Assembleia Geral

SPP PSP

Projeto de Proposta de Lei – Estatuto Disciplinar PSP

SPP PSP
Anteprojeto da proposta de Lei
Exposição de Motivos
O Regulamento Disciplinar da Polícia de Segurança Pública (RDPSP), aplicável ao pessoal com funções policiais, foi aprovado pela Lei n.º 7/90, de 20 de fevereiro. Um vasto número de circunstâncias, de diferente natureza, impõe a sua atualização. Com efeito, desde a sua entrada em vigor, foram aprovados três diplomas orgânicos e três estatutos de pessoal da PSP. Acresce que, na Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (LTFP), aprovada pela Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, apesar de existirem matérias em relação às quais não pode a legislação específica da PSP dispor em contrário, o n.º 2 do artigo 2.º refere, desde logo, que esse diploma não se lhe aplica, aqui se incluindo a matéria disciplinar.
Por outro lado, ao longo da vigência do atual RDPSP, foram identificadas necessidades de harmonização legislativa decorrentes, desde logo, da vigência no nosso ordenamento jurídico do Código de Procedimento Administrativo (CPA), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 441/91, de 15 de novembro, entretanto revogado pelo Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, que aprovou o novo Código do Procedimento Administrativo, que passou a constituir a matriz fundamental dos procedimentos administrativos.

Protocolo SPP-Losango

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O SINDICATO DOS PROFISSIONAIS DE POLÍCIA, em conjunto com o mediador Losango Seguros e pela companhia de seguros Tranquilidade, criaram uma solução de saúde complementar ao SAD/PSP e ADSE especialmente a pensar nos nossos associados e no seu agregado familiar.
Para qualquer esclarecimento sobre a subscrição, funcionamento da apólice e reembolso pode contatar :
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8 Polícias Mortos num só ano é imenso!

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Juízes querem polícias em todos os tribunais e salas de alta segurança

Publico
Contra a reforma do anterior Governo, magistrados querem as casas da justiça rebaptizadas "tribunais".
Os juízes pedem a criação de um sistema nacional que garanta a segurança nos tribunais. Nesta medida, incluída no plano de propostas para o sistema de justiça elaborado pela Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) e enviado recentemente ao Ministério da Justiça, é defendida a presença de polícias nos tribunais, 24 horas por dia e todos os dias do ano”, o que agora não se verifica na maioria dos casos.
Os magistrados salientam que os tribunais são “o único órgão de soberania que não tem” um plano de segurança e que “são cada vez mais frequentes os problemas" resultantes "da falta de segurança”. O dossier com medidas da ASJP, a que o PÚBLICO teve acesso, surge na sequência da apresentação a 1 de Março, pela ministra da Justiça Francisca Van Dunem, do “Plano de Acção Justiça+Próxima”.
Para os tribunais definidos como de “risco elevado ou muito elevado”, a ASJP defende mesmo a criação de salas de “audiência de alta segurança”. Esse modelo de salas, importantes para os juízes nos tribunais implantados em dois terços do país, prevê a instalação de “obstáculos físicos” para impedir o acesso à bancada do tribunal” e separar a posição dos arguidos, das testemunhas e do público.
A presidente da ASJP, Maria José Costeira, sublinhou que a proposta do sistema de segurança “é a única que implica uma despesa”. Quanto às restantes “estão muito discutidas e basta implementar”, disse. O Ministério da Justiça realça que da troca de “impressões” com as várias associações de profissionais do sector “resultaram várias propostas” que “acolhe com agrado” para a “melhoria do sistema de Justiça”.
A tutela lembra, contudo, o investimento - "desenvolvido e que será continuado" - em equipamentos de segurança passiva e segurança activa, designadamente no que diz respeito a “serviços de vigilância”. Neste ponto, o ministério salienta que tem “ampliado o número de postos existentes nos tribunais, sempre à medida das disponibilidades orçamentais”. Como exemplos recentes, a tutela diz tê-lo feito nos tribunais de Beja, Guimarães, Bragança, Castelo Branco, Elvas, Portalegre, Porto, Santo Tirso, Marco de Canavezes, Paredes, Penafiel e Viana do Castelo.
A necessidade do controlo de entradas nos tribunais através da colocação de um “sistema de detecção de metais” é outra das propostas da ASJ, que sugere ainda a colocação de “botões de pânico nos gabinetes dos juízes e nas salas de audiência” ligados à central de segurança do edifício ou à esquadra de polícia mais próxima.  
Em contraciclo com a reforma judiciária da ex-ministra Paula Teixeira da Cruz, os juízes querem que as casas da justiça voltem a chamar-se “tribunais”. “As pessoas não vão a secções, vão a tribunais e isso também é importante para a simplificação da linguagem, a simbologia e a dignidade dos órgãos. Quanto às designações, a reforma menorizou a importância dos tribunais e a sua solenidade”, disse Maria José Costeira.
Os juízes estão igualmente preocupados com a “gritante falta de funcionários” judiciais e sugerem a contratação de “administrativos”, de recém-licenciados através de estágios e a atribuição de “prémios monetários por resultados aos funcionários de justiça”. A ASJP defende ainda o melhoramento do sistema informático dos tribunais, o Citius, com alguns acertos que deverão permitir "libertar os funcionários de justiça de tarefas burocráticas”.

15/02/2016

Caderno reinvindicativo entregue no M.A.I. para que o estatuto, seja cumprido na integra !


Congelamento da pré-reforma !

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Presidente do S.P.P., reage !

Polícias contestam cortes e alertam para envelhecimento da classe

Sic Noticias

O Sindicato dos Profissionais de Polícia critica os cortes no Ministério da Administração Interna e o congelamento das passagens à reserva e pré-reforma previstos no Orçamento do Estado, alertando para o perigo de criar uma polícia envelhecida e sem meios.

Menos agentes, polícias mais velhos e com menos meios materiais para trabalhar é o cenário traçado pelo presidente do Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP-PSP) perante a proposta de Orçamento do Estado 2016 (OE2016) entregue na sexta-feira no parlamento.
Durante este ano, segundo o OE2016, estão suspensas as passagens às situações de reserva e pré-aposentação da GNR, dos agentes da PSP, do SEF, da PJ, da Polícia Marítima e de outro pessoal militarizado e de pessoal do corpo da Guarda Prisional.
A medida exclui apenas quem precisar passar a este estatuto por razões de doença, limite de idade, quando haja exclusão de promoções ou quem já tenha reunido as condições necessárias para passar à reserva.
"Trata-se de uma decisão que o SPP não pode aceitar, uma vez que discrimina a PSP em detrimento dos Militares e coloca em causa o urgente e necessário rejuvenescimento da PSP, existindo sérios riscos de que a segurança dos cidadãos passe a ser garantida por polícias cuja idade já não lhes permite dar resposta cabal aos cada vez mais complexos desafios que a atual criminalidade lhes coloca", defende o presidente do SPP-PSP, Mário Andrade, em comunicado enviado para a Lusa.
O sindicato critica ainda a ligeira diminuição das verbas afetas ao Ministério da Administração Interna, estranhando a medida tendo em conta que as receitas obtidas pelo Estado e provenientes da atividade policial -- tais como multas, coimas ou licenças de uso e porte de arma -- ultrapassaram as verbas previstas para o ano 2015.
Com menos orçamento e com a nova medida que define que só pode ser contratada uma pessoa com a saída de dois funcionários públicos dos quadros, a SPP diz que tal irá afetar a contratação de novos elementos, quando era "imperioso que sucedesse o contrário".
Assim, o SPP vai tentar sensibilizar o governo e os grupos parlamentares para que, no debate na especialidade do Orçamento, este "tenha em conta a principal missão da PSP, que é garantir a segurança pública", e assim sejam alterados estes pontos.
"Para proteger devidamente todos os cidadãos, Portugal não pode ter uma Polícia envelhecida e sem meios humanos e materiais", conclui o presidente do SPP-PSP.
Lusa

ORÇAMENTO ESTADO 2016 DISCRIMINA PSP

ORÇAMENTO ESTADO 2016 DISCRIMINA PSP

REIVINDICAÇÕES PARA 2016

REIVINDICAÇÕES PARA 2016

SEGURO DE SAÚDE COMPLEMENTAR AO SAD/ADSE

04/12/2015

A carta de um policia á sua filha (reedição)

Após permissão do próprio autor da carta que usei neste mesmo video aqui fica publicado o seu nome: Luis Lisboa!
Apesar de depois de publicar o video,ter automaticamente dado todos os creditos da carta ao autor da mesma não divulguei a identificação dele apesar de ja o saber,por não ter autorização prévia para o fazer!
Pelo facto do video anterior igual a este publicado ontem por mim,apresentar legendas demasiado longas e não permitir uma correcta visualização das mesmas por quem visualiza o mesmo,resolvi alterar e colocar as legendas mais curtas para dessa forma permitir assim uma correcta leitura !!
O meu obrigado para quem no meu video anterior me chamou a atenção para esse mesmo facto e assim dessa forma ,pude melhorar este video!!

"Lara Fabian-Love By Grace", gravação de som administrado por:
SME

Simbologia da Bandeira Portuguesa



O SPP-PSP NÃO VAI ESTRAGAR ESCALAS NEM PREJUDICAR NINGUÉM...