17/03/2010

Cinco mil GNR sem subsídio

Comandantes de posto ficam de vez sem subsídio de escala, cerca de 150 euros por mês. 

Os cinco mil militares da GNR que tinham um mês em atraso no recebimento do subsídio de escala, o que representa uma perda de cerca de 150 euros no ordenado, voltaram a não receber em Fevereiro. E tudo porque o comando-geral, para uniformizar critérios no regime de remunerações, atrasou o pagamento a estes militares para dois meses – como já acontece com os restantes 20 mil elementos da GNR. Quem já não tem sequer direito ao subsídio de escala – pago pelo trabalho operacional – são os sargentos, comandantes de postos territoriais. Ao contrário de elementos com funções técnicas ou de secretaria na GNR – que continuam a receber.

Os sargentos que estão colocados como comandantes de investigação criminal também estavam contemplados pela medida, de forma a deixarem de receber subsídio de escala, mas instalou-se a polémica interna, apurou o CM, e o comando-geral foi obrigado a recuar.
O não pagamento de subsídio de escala aos cinco mil militares, no salário de Fevereiro, foi decidido por despacho interno datado de 15 de Fevereiro. E os prejudicados são do comando em Lisboa, do comando de Faro e da Unidade de Controlo Costeiro – que já haviam recebido o subsídio de escala em Janeiro pelos serviços feitos em Novembro de 2009. No mês passado, foram abonados apenas os elementos da Guarda que prestaram serviço operacional em Dezembro.
'Daqui para diante, o subsídio de escala será pago com dois meses de atraso em relação ao serviço a que correspondem', uniformemente a todos os militares, disse ao CM fonte do comando-geral.
No despacho de 15 de Fevereiro, o efectivo da GNR foi ainda informado de novas regras de pagamento do subsídio, que passa agora a ser atribuído a militares com funções operacionais ou de apoio às mesmas, desde que exercidas em regime de rotatividade de horário.

Homem alcoolizado provoca acidente e ameaça de morte agente da PSP

 Um homem de 53 anos conduzia com 2,5 de álcool no sangue, embateu no carro particular de um agente da PSP, e ameaçou de morte o referido elemento da policia ...

Mais de 40 cidadãos mortos na última década pelas forças policiais 

Nuno Rodrigues foi o primeiro cidadão morto este ano pela PSP na sequência de uma perseguição policial. A GNR já contabiliza este ano dois tiros fatais, mas em circunstâncias bem diferentes. Em duas operações policiais que envolveram tiroteios, dois alegados criminosos foram baleados mortalmente. Não são casos isolados. Entre 2000 e 2009, a Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) registou a morte de 39 cidadãos em operações policiais.

A maioria dos casos (21) foi da responsabilidade de agentes da PSP, um corpo que integra 20 mil polícias responsáveis pela segurança nas zonas urbanas, onde se concentra a criminalidade mais complexa. A GNR, uma força militarizada com 25 mil agentes, que intervém nas zonas rurais, contabiliza 18 mortes no mesmo período. Contudo, sente-se uma tendência inversa nas duas forças. Isso mesmo mostram os números dos últimos cinco anos. Se a PSP registou desde 2005 apenas oito dos 21 casos fatais, já a GNR contabilizou 13 dos 18.

O pior ano desde o início da década foi 2003, que apresenta seis casos de cidadãos mortos em acções das polícias, três da PSP e três da GNR. Estes casos dão normalmente origem à abertura de um processo por parte da IGAI, que verifica se o uso da força foi adequado. Como muitos destes processos se prolongam ao longo de anos é difícil acompanhá-los. Quanto aos cinco processos abertos no ano passado (na sequência de cinco mortes), a IGAI informa que três já foram arquivados, estando dois pendentes.

Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), reforça a necessidade de formação dos agentes. "Os polícias têm que tomar decisões em segundos e só conseguirão fazê-lo bem, se, além de terem o perfil adequado à profissão, apreenderem bem a formação base e continuarem a ter formação ao longo da vida", insiste o sindicalista. "Um ano lectivo é pouco para aprender tudo o que é necessário. Um polícia não pode aprender com os erros, porque esses erros muitas vezes são fatais", sublinha.

Os muitos casos de mortes que se têm repetido nos últimos anos levaram o Bloco de Esquerda a questionar ontem o Ministério da Administração Interna sobre as intervenções policiais "sem a devida observância da proporcionalidade no uso da força". A deputada Helena Pinto quer saber quais as medidas previstas a "implementar junto das forças de segurança para que não se venha a repetir comportamentos" como o que vitimou Nuno Rodrigues.

PSP absolvido

Em 3 de Outubro de 2006, uma brigada da GNR que fazia uma fiscalização na Maia vê alguns indivíduos sem cinto de segurança, num Peugeot 106. Manda o condutor encostar, mas ele foge. Começa a perseguição, que dura mais de 10 km até que um GNR de Matosinhos saca da metralhadora e dispara. No fim, Vítor Cruz, 21 anos, que ia no banco traseiro, estava morto e Bruno Costa ferido. O militar é acusado de um crime de homicídio consumado e outro tentado, mas acaba absolvido. O Ministério Público recorreu.

SIS e PSP em alerta máximo no funeral de MC Snake (COM VÍDEO)

A PSP e os Serviços de Informações de Segurança (SIS) estão em alerta máximo para esta quinta-feira, dia em que se realiza o funeral de Nuno Rodrigues, ...

PSP garante que polícia que matou homem tinha formação de tiro

A Direcção Nacional da PSP garantiu hoje que o polícia que matou a tiro um homem em Lisboa possui formação de tiro e que a pistola utilizada possui diversos ...

Reportagem: saiba como actuam os agentes da «Escola Segura»

Todos os dias, a PSP é chamada a intervir dentro e fora dos estabelecimentos de ensino, em situações de agressão, bullying, roubos, furtos, tráfico e consumo de drogas. São os agentes do programa «Escola Segura».

A TVI acompanhou uma destas equipas. Para os agentes da «Escola Segura» da quinta divisão de Lisboa, o dia começa com uma denúncia de roubo. A vítima é assaltada no percurso que faz entre a escola e a sua casa. Tem dez anos e os assaltantes pouco mais velhos seriam.
VEJA AQUI A REPORTAGEM COMPLETA EM VÍDEO

 

Agente da PSP nunca tinha feito tiro com a sua pistola 

O Sindicato dos Profissionais de Polícia da PSP garante que o agente que matou o "rapper" Nuno Rodrigues nunca teve instrução de tiro com a arma com que disparou. A família não se conforma e já marcou uma manifestação frente à divisão da PSP de Benfica.
O comentário ao JN de António Ramos, presidente do SPP, surgiu na sequência do disparo mortal que atingiu o "rapper" Nuno Rodrigues, de 30 anos, conhecido como "MC Snake", na madrugada de anteontem, perseguido pela Polícia depois de não ter parado numa operação stop, na zona das Docas, em Lisboa. O Comando da PSP de Lisboa não quis prestar declarações sobre esta matéria.
De acordo com António Ramos, o agente em causa tinha como arma de serviço a Walther P99, com a qual fez o disparo mortal, mas a sua instrução tinha sido feita com a HK USP, uma arma também de 9 mm, mas com um sistema de segurança completamente diferente e com a qual nunca tinha tido instrução de tiro. "O agente não estava familiarizado com a sua arma de serviço e isso pode ter consequências", salientou António Ramos.
O presidente do SPP adianta "ter estado já a falar com o agente e ele já naturalmente muito em baixo. Está com 15 dias de baixa psicológica e sob assistência clínica". E ao que o JN soube, o agente encontra-se na zona do Porto, de onde é originário e tem residência de família.
O dirigente sindical alerta que é preciso que o Governo e a Direcção Nacional da PSP "apostem mais na formação". Mesmo no tiro, o treino "não é ainda suficiente e a nova pistola (Glock) ainda não chegou a toda a gente", aponta. o sindicalista salienta ainda que "há uma enorme falta de recursos humanos - não há instrutores suficientes para o tiro - o que significa também uma formação mais deficiente".
Paulo Rodrigues, presidente de Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP), bate na mesma tecla, mas sem esquecer que é preciso também ter "um maior cuidado na selecção" dos efectivos. E sustenta que o tempo da formação é curto face às exigências. "Independentemente da estatística criminal, a verdade é que o trabalho do agente na rua é cada vez mais exigente", aponta o presidente da ASPP.
Para Rodrigues seria necessária "uma maior aposta no estágio dos novos agentes junto dos elementos com mais experiência e que haja também mais motivação".
Concentração no domingo
Entretanto, os familiares de Nuno Rodrigues preparam-se para realizar uma acção de protesto frente à Divisão de Benfica da PSP, dando conta de uma revolta que se estende a todo o bairro de Chelas, onde residia a vítima e à comunidade do hip-hop. O encontro está agendado para domingo de manhã, dia 21, e será marcado por "um minuto de silêncio em memória do Nuno", acrescentou Jorge Rodrigues, irmão da vítima. "Apelamos a que quem for leve uma t-shirt branca e uma rosa branca. É um sinal de paz", disse.
Mas com paz ou não a verdade é que a família não desiste de querer justiça. O advogado Garcia Pereira já confirmou a JN ter aceite o patrocínio da família do "rapper". "É verdade, confirmo. Vamos ficar com o caso aqui no escritório, eu e o meu colega Paulo Santos", adiantou o causídico.

Caixa ATM roubada durante sarau da PSP em Oeiras

Quatro a cinco homens encapuçados e armados com caçadeiras de canos serrados roubaram ontem à noite, no Centro Comercial Alto da Barra, em Oeiras, uma caixa de levantamento automático de dinheiro.

MC Snake: Bloco questiona Governo

Bloquistas criticam «desproporcionalidade no uso de armas de fogo» pela polícia

Numa pergunta dirigida ao Ministério da Administração Interna (MAI), a deputada do BE Helena Pinto quer saber quais as medidas previstas a «implementar junto das forças de segurança para que não se venha a repetir comportamentos» como o que ocorreu na madrugada de domingo, em que o músico Nuno Rodrigues (conhecido como MC Snake) foi morto a tiro por um agente da PSP em Lisboa, após uma perseguição policial.

 

16/03/2010

Ameaçou polícias

Após causar desacatos num restaurante, Manuel Sá, de 41 anos, visivelmente embriagado, tentou atacar a patrulha da GNR com uma forquilha. O incidente teve lugar anteontem à noite, cerca das 22h00, na localidade da Gafanha de Áquem, a poucos quilómetros de Ílhavo, em Aveiro. O homem acabou ferido e foi detido, tendo sido libertado ontem de manhã depois de ter sido ouvido pelo juiz de instrução criminal. Ficou apenas sujeito ao termo de identidade e residência.

AI SE FOSSE O CONTRÁRIO?! Se o outro policia foi constituido arguido, este GNR devia ser imediatamente condenado a 20 anos de prisao, nao atirou!

Mais um caso de violência contra a polícia

GNR ferido a tiro de caçadeira

Um militar da GNR foi na noite de sábado ferido a tiro de caçadeira, na sequência de uma operação levada a cabo na zona da Marateca com o objectivo de deter suspeitos de vários assaltos praticados, nos últimos meses, na região de Setúbal.

Mais um caso que levou, em nota enviada à Comunicação Social, a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR) a dizer que a criminalidade “se tem tornado mais violenta e mais sofisticada”. Segundo a APG/GNR a acumulação de casos, como o que aconteceuesta segunda-feira, é o resultado da “falta de investimento na formação e na componente operacional das polícias” e contrariam os números do Relatório Anual de Segurança Interna, que apontam para uma diminuição da criminalidade.
A APG/GNR chama a atenção ao Ministério da Administração Interna e ao Governo para a “emergência no incremento da eficácia da segurança pública prestada aos cidadãos”

«PSP em alerta depois de matar músico famoso»


PSP receia distúrbios após morte de "rapper"  

Nuno Rodrigues («Snake») atingido a tiro nas costas por não ter parado em operação stop e após perseguição em Lisboa. Sam The Kid garante que o seu parceiro de Hip Hop - «Há mais de 11 mil cães perigos em Portugal» - Número de exemplares de sete raças ...
"Só morreu por causa da roupa que trazia" Diário de Notícias - Lisboa
Agência Financeira 
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15/03/2010

AGENTE CONSTITUÍDO ARGUIDO

Um condutor foi morto a tiro por um agente da PSP, na madrugada desta segunda-feira, depois de não ter parado numa operação stop montada perto das Docas de Santo Amaro, Lisboa.
A polícia partiu numa perseguição ao fugitivo, que só terminou pelas 05h00, na Travessa de São Domingos, junto aos Pupilos do Exército.
Um dos agentes, que seguia numa carrinha das Equipas de Intervenção Rápida, efectuou dois disparos para o ar e um na direcção dos pneus do carro, tendo esta última bala perfurado a chapa do veículo e atingido mortalmente o condutor pelas costas.
O caso, apurou o CM, está entregue à Secção de Homicídios da Polícia Judiciária.

AGENTE CONSTITUÍDO ARGUIDO
O agente da PSP já foi ouvido pela Polícia Judiciária e constituído arguido. A PSP vai abrir um inquérito interno ao caso, em paralelo ao processo crime dirigido pelo Ministério Público, para apurar se foi cometido o crime de homicídio involuntário.
Em comunicado, a PSP adianda que "aguardará a conclusão" dos inquéritos "antes de prestar quaisquer outras declarações sobre o incidente e o seu lamentável resultado".
Estudo: Polícia mais violenta
Um estudo da Amnistia Internacional revelou que a PSP está mais violenta e que existem abusos nas esquadras, especialmente durante os interrogatórios. A mesma investigação afirma que, para as agressões, são utilizados bastões e listas telefónicas e que isto se aplica igualmente ao tratamento dos reclusos nas prisões.

"A PJ é uma polícia discreta. Não é uma polícia secreta"

Que critérios têm de cumprir as empresas candidatas à concepção e construção da futura sede nacional da Polícia Judiciária (PJ)? Há normas. ...
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Polícia exigiu isolamento para etarra detido

A Polícia Judiciária (PJ) manteve Andoni Zengotitabenga - o alegado etarra detido na quinta-feira no Aeroporto de Lisboa - sempre isolado dos restantes ...

Manual da ETA ensina polícia 

Um manual de segurança da ETA vai ser usado pelas polícias portuguesas para formação a ser recebida para combater a própria organização terrorista. ...

Mais de 4 mil pessoas votaram no iPad como fiasco do ano 

A concurso estavam outras tecnologias que marcaram o último ano, como a consola PlayStation Portable Go, o serviço Google Wave, o HD DVD ou o sistema anti-cópia Digital Rights Management. No total o iPad recebeu um total de 4.325 votos dos cerca de 7 ... 

iPad é o vencedor dos Fiasco Awards i Informação 

iPad é fiasco do ano em 2010 TeK.sapo 

Terra Brasil  

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14/03/2010

Miguel Sardinha, director da área financeira do conselho de administração do Hospital Central do Funchal, explicou que se trata de um procedimento de mediação que é realizado há cerca de três anos pelo departamento jurídico do Serviço de Saúde da Região - SESARAM. Mas, só há relativamente pouco tempo a cobrança coerciva dos tratamentos médicos começou a chegar aos destinatários: àqueles que são apontados pelos pacientes como autores das agressões infligidas.

O responsável garante que, "regra clássica", a notificação da facturação nunca é emitida ao paciente, mas à pessoa por ele indicado como o presumível autor das sequelas. "Em certos casos pode chegar a factura a uma pessoa quando se chega à conclusão que tem responsabilidades, esse é um procedimento que se mantém", argumenta. Instado pelo DIÁRIO, Miguel Sardinha não soube quantificar o número de avisos de pagamento que por ano são emitidos, mas estima que 98% dos casos não chegam a ser liquidados e acabam por avançar para o contencioso dos tribunais. Para já, o SESARAM decidiu emitir os avisos de cobrança apenas às despesas médicas motivadas por agressões. O processamento da cobrança aos alegados agressores pode parecer natural para o conselho de administração do Hospital, à luz da imputação da responsabilidade pelos danos físicos causados (que têm um custo para o Estado), mas está a gerar uma onda de desmotivação entre os polícias. O pessoal operacional incumbido de patrulhar e intervir em desacatos e desordens estão muitas vezes obrigados a usar a força estritamente necessária, nos termos da lei, acabando por ter de suportar custas hospitalares. 

Tuberculose em esquadra da PSP

Mulher agrediu polícia

Leiria: PSP detém assaltante no interior de uma agência bancária

PSP/Porto: Polícia concentra Comando, Divisão de Trânsito e hotel para polícias no Bom Pastor

Covilhã: Pai de criança de 11 anos apresentou queixa na PSP contra o docente - Professor bate em aluno

 

10/03/2010

Skype disponível para smartphones Nokia 

A Nokia ea Skype acabam de anunciar o lançamento do programa Skype para Symbian, o software mais popular entre os smartphones a nível mundial. O Skype para dispositivos Symbian vai permitir que os utilizadores de smartphones Nokia acedam ao Skype em ...

Réu detido por desacato com a PSP

Um dos arguidos do "gangue de Valbom" que está em liberdade foi detido no corredor do tribunal, ontem, na sequência de um conflito com agentes da PSP. Indivíduo queixou-se que foi agredido sem nada fazer. Força policial acusa-o de "resistência e coacção".
O incidente ocorreu pouco antes do início da sessão da tarde, no Tribunal de S. João Novo, no Porto. Nuno F., de 30 anos, um dos seis arguidos que está em liberdade, teve um desentendimento com elementos da PSP a prestar segurança nas instalações, junto à sala de audiências, acabando manietado no chão e algemado. "O que é que eu fiz para ser agredido assim?", gritava, enquanto era agarrado pelos polícias.

Maia: Despiste fatal para agente da PSP de Rio Tinto

Polícia morre no regresso a casa
Depois de terminar o turno às 00h45, o agente Manuel Fernandes, da esquadra da PSP de Rio Tinto, regressava de carro a casa, em Guimarães.
Nunca chegou ao destino porque um despiste, no acesso às portagens da A3, lhe ceifou a vida aos 42 anos. O brutal acidente, na Maia, pela 01h00 de ontem, envolveu ainda outra viatura, que acabou por se incendiar.

09/03/2010

FISCALIZAÇÃO RODOVIÁRIA VAI AUMENTAR NO DISTRITO

Acidentes diminuem, mas vítimas mortais e feridos graves aumentam
"Os condutores já não ouvem as nossas mensagens de sensibilização. Agora temos que passar para a acção", diz a governadora civil 

O Distrito de Castelo Branco registou uma diminuição do número de acidentes rodoviários no corrente ano, comparativamente a períodos homólogos de anos anteriores. Os dados reportam-se até ao dia 31 de Outubro e seriam animadores se o número de mortes e feridos ligeiros e graves acompanhassem esta tendência. Este facto leva a diversas interpretações, segundo os membros do Conselho Distrital de Segurança Rodoviária, do qual fazem parte as forças de segurança distritais, nomeadamente a PSP e a GNR, o Governo Civil e o Comando Distrital de Operações de Segurança.

PSP: detidos dois homens que agrediram agentes

 A PSP de Lagos deteve, na madrugada de terça-feira, dois homens numa ocorrência registada junto a uma discoteca. Depois de conduzidos à esquadra, ...

GNR, PSP e várias autarquias atrasadas na luta contra a corrupção

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1514917
O Conselho de Prevenção da Corrupção aguarda desde 2009 os Planos de Prevenção de Riscos de Corrupção de mais de 60 autarquias, alguns governos civis e forças de segurança, apurou a TSF.
O Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC), a funcionar junto do Tribunal de Contas, aguarda desde o final de 2009 os Planos de Prevenção de Riscos de Corrupção de mais de 60 autarquias, alguns governos civis e forças de segurança, apurou a TSF.
O pedido foi feito em Julho de 2009 a todos os organismos que gerem dinheiros, mas passados mais de dois meses do final do prazo, o CPC continua sem receber os Planos de Prevenção de Riscos de Corrupção de mais de 60 autarquias portuguesas.
Para além das câmaras municipais, quatro governos civis (Lisboa, Leiria, Guarda e Portalegre), a Polícia de Segurança Pública (PSP) e a Guarda Nacional Republicana (GNR) são algumas das entidades públicas que gerem dinheiros do Estado e não surgem na lista dos planos entregues no Conselho de Prevenção da Corrupção.
No que toca às autarquias, cerca de 60 câmaras municipais estão em falta, entre estas cinco capitais de distrito (Beja, Viana do Castelo, Faro, Santarém e Setúbal).
Nos Açores, nove dos 19 municípios não entregaram os respectivos planos de gestão de Riscos de Corrupção e Infracções Conexas. Os números a que a TSF teve acesso revelam que o conselho que funciona junto do Tribunal de Contas recebeu um total de 708 planos anti-corrupção numa longa lista de que constam todos os ministérios, várias empresas públicas, institutos ou universidades.
A falta de entrega dos planos de prevenção dos riscos de corrupção ao Conselho de Prevenção da Corrupção é motivo para «responsabilidade agravada» em caso de detecção de falhas nas auditorias que os serviços de inspecção estatal realizam às entidades públicas.
Entretanto, contactada pela TSF, a direcção nacional da PSP não quis prestar declarações.
Noque respeita à GNR, um porta-voz desta força de segurança garantiu à TSF que vai entregar o plano dentro de duas a três semanas.
O tenente-coronel Pedro Costa Lima adiantou ainda que o atraso se deve ao rigor colocado na tarefa pelo grupo de trabalho que assumiu a execução do plano.

Muitos tostões de Timor

http://www.dnoticias.pt/Default.aspx?file_id=dn04010104260210
O governo de Timor-leste envia 556 mil euros para ajudar as vítimas da catástrofe

O Governo de Timor-Leste aprovou, ontem, o envio de 750 mil dólares norte-americanos (556 mil euros) para ajuda às vítimas da tragédia na Madeira.

A decisão do Executivo de Xanana Gusmão é justificada, em comunicado divulgado pela agência Lusa, como sendo um acto de 'solidariedade e apoio para com o povo e autoridades' da Região. Antes, já o Presidente timorense, José Ramos-Horta, tinha enviado uma mensagem de condolências ao seu homólogo português.

"Nem um tostão" de Jardim

O gesto do Governo de Timor, independentemente do drama que afecta a Madeira, obriga a recordar declarações antigas em sentido contrário. Em Agosto de 1999, quando Timor era palco da destruição provocada pelas milícias pró-Indonésia e em todo o mundo se multiplicavam as manifestações de solidariedade e o envio de ajuda financeira, na Madeira, as posições oficiais foram diferentes.

De férias no Porto Santo, Alberto João Jardim garantiu que a Madeira não daria "um tostão" para Timor e que não admitia que o Estado português "mexesse" nas transferências a que a Região tinha direito. 'Nem um tostão para Timor' foi uma frase que provocou as mais duras reacções, em todo o País.

"A filosofia popular ensinou-me que cada um se deve governar por si", acrescentaria o presidente do Governo Regional, a 29 de Agosto de 1999.

Mais tarde, depois de muita polémica, na Região e no Continente, a Quinta Vigia acabaria por emendar a mão, embora de forma simbólica. Jardim disse que nunca esteve contra a ajuda ao povo timorense, mas apenas que a Madeira não podia prescindir de dinheiro para esses apoios.

No dia em que se realizou, no Funchal, uma vigília de solidariedade para com o povo maubere, o Governo Regional prometeu aprovar uma ajuda financeira. Um apoio que se iria traduzir numa resolução em que eram aprovados cinco mil euros de ajuda. Uma verba que Jardim só admitia entregar às autoridades timorenses e não às entidades portuguesas que reuniam as ajudas.

A oposição regional não deixou passar sem comentário esta alteração de posições, como já fizera em relação à recusa de 'um tostão' para Timor. Mota Torres (PS) exigiu que Jardim pedisse desculpa pelo que tinha dito e José Manuel Rodrigues (CDS), concluiu que o líder do PSD se tinha "vergado" à opinião pública e prometeu estar "vigilante" para ver se a promessa era cumprida.

Depois, já em 2000, durante uma viagem oficial à volta do Mundo, o líder madeirense diria que nem os cinco mil euros iam para Timor.

A frase que gerou tanta polémica - "nem um tostão para Timor" - tem acompanhado Jardim, sempre que o tema é o País de Xanana Gusmão.

País muito pobre

Timor-Leste é um dos países mais pobres do mundo e continua, desde a independência, em Maio de 2002, numa fase de reconstrução e criação de infra-estruturas básicas.

Esta ajuda financeira para a reconstrução da Madeira, modesta se for vista no quadro das ajudas internacionais que deverão chegar, tem um significado maior quando vista à luz do orçamento do País.

Madeira gasta o dobro

Em 2009, o orçamento da República Democrática de Timor Lorosae foi de 902 milhões de dólares, pouco mais de 644 milhões de euros. Uma verba que é mais de duas vezes inferior ao orçamento da Região Autónoma da Madeira que é de cerca de 1.500 milhões de euros.

A título de curiosidade, a ajuda de 556 mil euros, ou 111 mil contos na moeda antiga, representa, 433 escudos por madeirense (256 mil habitantes), qualquer coisa como 4.330 tostões a cada um

Windows XP: Utilizadores devem evitar uso do F1

A Microsoft aconselhou os utilizadores do Windows XP a não usarem a tecla F1, mesmo que seja uma instrução de um site, confirmando assim um erro no VBScript, que pode ser usado para invadir computadores através do Internet Explorer. ...

Associação de Bares e PSP pedem 24 horas de vigilância 

Tanto a PSP como a Associação de Bares da Zona Histórica do Porto (ABZHP) estão a favor do reforço da videovigilância na Baixa da cidade. ... 

Associação de bares do Porto defende gravação de imagens 24 horas ... LUSA 

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Ex-PSP tenta matar 

A vítima não lhe apontou o dedo em tribunal eo ex-polícia, que era amigo e colega na PSP de Alfredo Morais, seguiu a sua vida no mundo do crime – associado ...

 

Detido com faca 

O homem, de 24 anos, que era suspeito de tráfico de droga, foi interceptado pela PSP de Portimão na posse daquela arma branca ilegal, na madrugada de ...