Armando Ferreira, presidente do Sindicato Nacional da Polícia (SINAPOL), afirmou, esta terça-feira, que está a ser alvo de uma «perseguição» por parte da Direcção Nacional da PSP, que determinou a sua suspensão preventiva, até à conclusão do processo disciplinar que lhe foi instaurado.
Armando Ferreira, que falava perante os deputados da comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, defendeu que o processo disciplinar que lhe foi instaurado «foi claramente movido por perseguição sindical». Uma atitude que, segundo o responsável do SINAPOL, pretende garantir o fracasso da greve convocada por aquela estrutura sindical.
«Não era expectável que outros sindicatos fizessem greve depois de saberem da suspensão do presidente do SINAPOL. Há sindicatos que só não aderiram à ideia da greve porque tiveram medo», denunciou.
Para Armando Ferreira, «este tipo de atentados» serve para «tentar silenciar a actividade sindical da PSP e obrigar a aceitar as decisões hierárquicas».
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2025-01-02
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