16/12/2016
Sindicato dos Profissionais de Polícia
Quem acredita defende razões, quem não quer arranja desculpas.
Mais uma vez molhados!!
Mas mesmo assim a lutar!!!
Polícias a lutar por si, pelas suas famílias e pela sociedade em geral.
Cumpram o estatuto!
Coloquem os elementos Policiais nos escalões corretos!
Iniciar cursos de Agente e Chefe é urgente!
O ano tem 12 meses, porque somos obrigados a descontar 14 meses para o SAD?!?
Fator de sustentabilidade insustentável, a idade de Pré-Aposentação dos Policias (que em média morrem 11 anos mais cedo que o geral da população) é aos 55 ( mas não se aproveitem disso para ainda descontarem do pouco que se ganha).
Dotem a PSP com as Infra-estruturas e viaturas necessárias!
Mais de 15 anos no mesmo escalão?!?
Nem no mesmo posto se deveria estar durante esse tempo todo!!!
Motivação, dignificação e uma organização mais justa....
Polícias protestaram junto ao MAI contra incumprimento do estatuto da PSP
Noticias ao minuto
"O que nos traz aqui é o incumprimento do estatuto que devia estar a ser cumprido na íntegra, já que entrou em vigor há um ano, e passamos 2016 em constantes negociações", disse aos jornalistas o presidente do SPP, Mário Andrade.
Os polícias concentrados hoje ao final da tarde, junto ao Ministério da Administração Interna (MAI), protestaram contra o incumprimento do estatuto profissional da PSP, que entrou em vigor há um ano, mas que ainda não passou de "constantes negociações".
Organizado pelo Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP-PSP), o protesto contou também com a presença de outros sindicatos da PSP, que, numa concentração no Terreiro do Paço, em Lisboa, lamentaram que a maioria dos problemas que afetam os polícias continuem por resolver.
"O que nos traz aqui é o incumprimento do estatuto que devia estar a ser cumprido na íntegra, já que entrou em vigor há um ano, e passamos 2016 em constantes negociações", disse aos jornalistas o presidente do SPP, Mário Andrade.
Um dos pontos que ainda não entrou em vigor, segundo o sindicalista, diz respeito às posições remuneratórias, que estão congeladas desde 2009.
Entre 2.000 a 3.000 polícias, designadamente agentes e comissários, estão na primeira posição remuneratória há mais de dez anos, apesar de ser um regime de um ano, explicou.
Além do descongelamento das posições remuneratórias, os polícias exigem também a imediata abertura de concursos para a concretização de promoções na PSP e a admissão de 800 a 1000 novos agentes por ano.
12/12/2016
Militar chora ao ser absolvido
CM
GNR atingiu a tiro suspeito de roubo durante perseguição
Na madrugada de 3 de maio de 2013, Tiago Ameixinha, militar da GNR de 29 anos, salvou um colega. Numa perseguição em Torres Vedras, um homem em fuga acelerou a carrinha na direção do militar Fábio Santos e Tiago disparou para os pneus. A bala acabou por atingir o suspeito nas costas. Esta quinta-feira, Tiago chorou ao ser absolvido no tribunal de Sintra. Os colegas receberam louvores pela ação policial, mas Tiago Ameixinha foi acusado de ofensa à integridade física qualificada. Esta quinta-feira, no tribunal, abraçou a família à saída da sala. Foi ilibado de pagar 30 mil euros de indemnização ao suspeito de roubo. A juíza disse ter ficado provado que foi um tiro "baixo", numa ação "legítima". O suspeito fugia à 40 km da GNR e teria tentado atropelar os militares por diversas vezes. "É uma vitória para todos os agentes das autoridades. Normalmente a decisão é em sentido contrário. O colega disse que foi ele quem lhe salvou a vida. A decisão pode ser uma mudança", diz o advogado Ricardo Vieira que defendeu Hugo Ernano, condenado num caso com semelhanças.
Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/militar_chora_ao_ser_absolvido?utm_medium=Social&utm_source=Facebook&utm_campaign=BotoesSite&utm_content=facebook
GNR atingiu a tiro suspeito de roubo durante perseguiçãoNa madrugada de 3 de maio de 2013, Tiago Ameixinha, militar da GNR de 29 anos, salvou um colega. Numa perseguição em Torres Vedras, um homem em fuga acelerou a carrinha na direção do militar Fábio Santos e Tiago disparou para os pneus. A bala acabou por atingir o suspeito nas costas. Esta quinta-feira, Tiago chorou ao ser absolvido no tribunal de Sintra. Os colegas receberam louvores pela ação policial, mas Tiago Ameixinha foi acusado de ofensa à integridade física qualificada. Esta quinta-feira, no tribunal, abraçou a família à saída da sala. Foi ilibado de pagar 30 mil euros de indemnização ao suspeito de roubo. A juíza disse ter ficado provado que foi um tiro "baixo", numa ação "legítima". O suspeito fugia à 40 km da GNR e teria tentado atropelar os militares por diversas vezes. "É uma vitória para todos os agentes das autoridades. Normalmente a decisão é em sentido contrário. O colega disse que foi ele quem lhe salvou a vida. A decisão pode ser uma mudança", diz o advogado Ricardo Vieira que defendeu Hugo Ernano, condenado num caso com semelhanças.
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