A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia e o Sindicato dos Profissionais de Polícia queriam manifestar-se na capital: o arrancar da concentração estava agendado, mas não havia hora de início. O Governo Civil cita a lei e manda toda a gente para casa até à meia-noite e meia
Segundo o Governo Civil de Lisboa, Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) e Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP/PSP) pretendiam manifestar-se «sine die» e «por tempo indeterminado», mas a lei «define no artigo 11º que as iniciativas não poderão prolongar-se para além das 00h30 horas».
Em comunicado, a entidade dirigida por António Galamba acrescenta que a lei exige a «descontinuidade temporal» destes actos.
«Por essa razão, não há iniciativas 24 sobre 24 horas por tempo indeterminado», acrescenta.
Além do tempo, a legislação levanta também imposições quanto ao local, prevendo-se «uma distância mínima entre o local da concentração/vigília e as instalações de órgãos de soberania».
Assim sendo, da reunião de hoje entre o Governo Civil e a ASPP ficou definido que os polícias se manifestarão junto à estátua de D. José, no Terreiro do Paço.
SOL
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