31/08/2011
# # PSP pode mudar para novas instalações esta quinta-feira
OBRAS ESTÃO CONCLUÍDAS, SÓ FALTAM PEQUENOS PORMENORES O comandante Barata Mendes quer manter um posto de atendimento no centro da cidade e avança com uma proposta
A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Castelo Branco pode mudar o Comando Distrital para as novas instalações, localizadas na estrada do Montalvão, mais concretamente para o ex-edifício das Estradas de Portugal, já amanhã, quinta-feira, pondo assim fim a uma aspiração já com vários anos. O comandante do Comando Distrital da PSP, Nuno Barata Mendes, adiantou à Gazeta que a data prevista para a mudança é de facto dia 1 de setembro e revelou que "só ainda não mudamos, porque a obra está presa por pormenores"
Horários ilegais
A
manutenção de horários ilegais no Comando de Polícia de Braga, apesar
das reuniões mantidas com a Direcção Nacional da PSP no sentido da
suspensão da denominada “bolsa de horas”, começa a ultrapassar os
limites do razoável e levou o SPP-PSP a fazer um derradeiro apelo para
que a situação seja resolvida de uma vez por todas, colocando-se assim
termo a um clima de clara insatisfação naquele Comando.Nesse sentido, foi enviado hoje, dia 29 de Agosto de 2011, um FAX ao comandante de Braga, com conhecimento à Direcção Nacional, que aqui fica reproduzido, na esperança de que não seja necessário adoptar medidas que a todos desagradam e que só irão prejudicar a imagem da instituição que muito honrosamente os sócios do SPP-PSP e demais polícias servem e a segurança da população em geral:
Ler Fax (2ª Página)
MILHARES DE EUROS DEVIDOS AOS POLÍCIAS POR GRATIFICADOS DESPORTIVOS
O
Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP-PSP) está, mais uma vez,
chocado e não pode deixar de mostrar a sua indignação com o facto de
ainda não ter sido este mês que se procedeu ao pagamento dos milhares de
euros relativos aos serviços remunerados (também conhecidos como
gratificados)... (ler mais)
30/08/2011
Hernâni Carvalho comenta
Polícias podem paralisar esta semana
Em causa estão programas de carreira. Análise de Hernâni Carvalho.
21/08/2011
Bombas contra esquadra
A
esquadra da PSP da Bela Vista, em Lisboa, foi atacada na madrugada de
anteontem com dois cocktails molotov. Não há feridos nem estragos
materiais a registar, mas foi já aberta uma investigação.
O ataque ocorreu pelas 03h00 de sexta-feira. Na
altura, ao que o CM apurou, estavam a trabalhar o graduado de serviço e
pelo menos um agente em funções de sentinela.
Os
engenhos explosivos foram arremessados, ao que tudo indica, a partir de
uma viatura em andamento. Os dois elementos policiais ainda tentaram
localizar o veículo, mas sem sucesso. Recorde-se que esta esquadra fica
perto da casa de ‘MC Snake’, o rapper morto pela PSP em Março de 2010.
MAI manifesta «abertura» para resolver questão dos escalões remuneratórios na PSP
O presidente da Federação Nacional dos Sindicatos da Polícia, Pedro Magrinho, afirmou esta sexta-feira que o ministro da Administração Interna mostrou «abertura» para resolver «a breve prazo» a questão dos escalões remuneratórios na PSP, que tem gerado contestação por parte das forças policiais.
«O ministro da Administração Interna está ciente do sentido de justiça e de urgência em recolocar os profissionais nos respectivos índices remuneratórios», disse aos jornalistas Pedro Magrinho no final de uma reunião com Miguel Macedo.
Para Pedro Magrinho, o Ministério da Administração Interna (MAI) está «empenhado em resolver os problemas» que neste momento afectam os polícias, designadamente a devolução do dinheiro que os agentes depositaram mensalmente no extinto fundo de fardamento e a colocação nos índices remuneratórios como está previsto na nova tabela, que já deveria ter sido aplicada a todos os profissionais da PSP em 2010.
«O ministro está aberto à resolução dos principais problemas. Pensamos que a breve prazo possa haver já algumas resoluções nesse sentido», sustentou, adiantando que a questão dos escalões remuneratórios vai demorar «mais algum tempo» a ser resolvida devido às restrições orçamentais.
Pedro Magrinho sublinhou que ainda “não há prazos estabelecidos”, uma vez que o dossier dos índices remuneratórios “comporta bastantes verbas” e vai tornar-se mais “complexo” quando os novos polícias saírem da escola e integrarem os novos escalões.
«O ministro da Administração Interna está ciente do sentido de justiça e de urgência em recolocar os profissionais nos respectivos índices remuneratórios», disse aos jornalistas Pedro Magrinho no final de uma reunião com Miguel Macedo.
Para Pedro Magrinho, o Ministério da Administração Interna (MAI) está «empenhado em resolver os problemas» que neste momento afectam os polícias, designadamente a devolução do dinheiro que os agentes depositaram mensalmente no extinto fundo de fardamento e a colocação nos índices remuneratórios como está previsto na nova tabela, que já deveria ter sido aplicada a todos os profissionais da PSP em 2010.
«O ministro está aberto à resolução dos principais problemas. Pensamos que a breve prazo possa haver já algumas resoluções nesse sentido», sustentou, adiantando que a questão dos escalões remuneratórios vai demorar «mais algum tempo» a ser resolvida devido às restrições orçamentais.
Pedro Magrinho sublinhou que ainda “não há prazos estabelecidos”, uma vez que o dossier dos índices remuneratórios “comporta bastantes verbas” e vai tornar-se mais “complexo” quando os novos polícias saírem da escola e integrarem os novos escalões.
18/08/2011
Forças de Segurança unidas para lutar contra Governo
Órgãos de polícia marcam reunião para acertar formas de luta
A comissão coordenadora dos sindicatos e associação das forças e serviços de segurança agendou esta sexta-feira uma reunião para a próxima semana para avaliar o impacto do congelamento das progressões nas carreiras nos ministérios da Administração Interna e Defesa.
Na reunião, os representantes sindicais das forças e serviços de segurança vão avaliar uma «questão» que é «transversal» à PSP, GNR, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e Polícia Marítima, disse à agência Lusa o secretário nacional da Comissão Coordenadora Permanente (CCP) dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança, Paulo Rodrigues.
No âmbito da avaliação conjunta feita com a troika, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, anunciou que irá congelar a partir de Setembro as progressões previstas no regime remuneratório para o Ministério da Administração Interna e Ministério da Defesa.
«Esta medida só por si não é o grande problema. Pode agravar e agudizar-se caso não seja aplicada a lei anterior», adiantou Paulo Rodrigues, sublinhando que se trata de «um agravar do problema já existente».
A CCP, de que fazem parte os sindicatos e associações mais representativas do sector da segurança, «não pode admitir que as forças de segurança tenham que pagar duplamente o défice», realçou.
Paulo Rodrigues disse ainda que a CCP pediu hoje aos ministérios da Administração Interna, Defesa, Economia e Justiça uma reunião.
A CCP é constituída pela Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP), Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), Associação Sócio-profissional da Polícia Marítima (ASPPM), Sindicato Nacional dos Guardas Prisionais (SNGP), Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SCIF-SEF) e Associação Sindical dos Funcionais da ASAE.
Etiquetas:
Greve
Marcha de polícias a 28 de setembro
Sindicatos anunciam uma semana de indignaçãoGreve não está posta de lado. entre 21 e 28 de setembro.
A reunião de alguns sindicatos das Forças de Segurança,
esta tarde, teve como objetivo anunciar vários protestos durante os
dias 21 a 28 de setembro. "Queremos que o Governo cumpra a lei", disse
Paulo Rodrigues, presidente da ASPP/PSP e da Comissão Coordenadora
Permanente dos Sindicatos e Associações das Forças de Segurança.
O dirigente não põe de parte a hipótese de alguns dos
sindicatos que participaram na reunião avançarem com algumas
paralisações. A greve é, no entanto, ilegal na PSP, GNR e Polícia
Marítima.
Contra suspensão das progressões salariais
Os protestos podem no entanto ainda virem a ser
cancelados se na reunião com o ministro da Administração Interna, a ter
lugar na primeira semana de setembro, houver um acordo entre as várias
partes. "Tudo depende do Governo", concluiu Paulo Rodrigues.
Os sindicatos estão contra a decisão do Governo de
suspender as progressões salariais e de carreira nas Polícias e nas
Forças Armadas.
No início da semana de protestos, a 21 de setembro, haverá um Encontro Nacional de Forças de Segurança no Porto.
Etiquetas:
Greve
Polícias e militares ponderam marcha fardada
Está marcada para as 14h30 desta quinta-feira uma reunião da Comissão
Coordenadora Permanente dos Sindicatos e Associações das Forças de
Segurança, que contará com a participação de três associações
sócio-profissionais das Forças Armadas. Do encontro surgirão acções de
protesto contra a decisão do Governo de suspender as progressões
salariais e de carreira nas polícias e nas forças armadas,
considerando-se neste momento, com mais ênfase, a possibilidade de
realizar uma marcha conjunta em Lisboa, em data a designar.
Apesar da vontade em demonstrar publicamente o desagrado face às medidas
do governo, as estruturas que integram a coordenadora estão limitadas
pela impossibilidade de fazer greve.
Os associados da ASPP/PSP, APG/GNR, e a Associação Sócio Profissional da Polícia Marítima estão impedidos de recorrer a este protesto, situação contrária aos membros dos sindicatos do SEF, ASAE e Guarda Prisional. Não obstante este impedimento, a greve é um cenário que, sabe o CM, estará em cima da mesa nesta tarde.
Os participantes na reunião, para a qual estão convidadas as associações de Oficiais e de Sargentos das Forças Armadas, e a associação de Praças da Armada, analisarão no entanto cenários alternativos de protesto que envolvam todos os membros das estruturas.
Uma marcha de protesto, com os participantes fardados, a realizar em Lisboa em data a determinar, parece ser a possibilidade mais forte em análise. Fonte ligada ao processo disse ao CM que tanto a ‘Coordenadora’, como as associações das Forças Armadas, acreditam poder mobilizar milhares de pessoas com uma iniciativa deste tipo.
Apesar da vontade em demonstrar publicamente o desagrado face às medidas
do governo, as estruturas que integram a coordenadora estão limitadas
pela impossibilidade de fazer greve.Os associados da ASPP/PSP, APG/GNR, e a Associação Sócio Profissional da Polícia Marítima estão impedidos de recorrer a este protesto, situação contrária aos membros dos sindicatos do SEF, ASAE e Guarda Prisional. Não obstante este impedimento, a greve é um cenário que, sabe o CM, estará em cima da mesa nesta tarde.
Os participantes na reunião, para a qual estão convidadas as associações de Oficiais e de Sargentos das Forças Armadas, e a associação de Praças da Armada, analisarão no entanto cenários alternativos de protesto que envolvam todos os membros das estruturas.
Uma marcha de protesto, com os participantes fardados, a realizar em Lisboa em data a determinar, parece ser a possibilidade mais forte em análise. Fonte ligada ao processo disse ao CM que tanto a ‘Coordenadora’, como as associações das Forças Armadas, acreditam poder mobilizar milhares de pessoas com uma iniciativa deste tipo.
Etiquetas:
Greve
13/08/2011
PSP. Dinheiro pago indevidamente deve ser reposto por quem fez as nomeações
O Sindicato dos Profissionais da Polícia (SPP/PSP) disse hoje que a responsabilidade da reposição do dinheiro das graduações excecionais na PSP deve ser assumida por quem fez as nomeações.“Não tem de se pedir às pessoas para devolverem as verbas. Eles foram graduados e exerceram as suas funções e quem os graduou é que vai ter de assumir as suas responsabilidades”, disse aos jornalistas o presidente do SPP, António Ramos, no final de uma reunião com o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo.
Em causa estão cerca de 400 polícias, entre agentes, chefes e oficiais, que foram graduados a título provisório no ano passado e a quem se exige agora que devolvam o dinheiro recebido em cerca de 14 meses.
António Ramos adiantou que as graduações estão atualmente suspensas na Polícia, mas causaram “prejuízos”, tendo em conta que esse dinheiro poderia ter sido utilizado para pagar os salários.
Os horários de trabalho e as posições remuneratórias, questões que, segundo o sindicato, mais preocupam os polícias, foram outras matérias apresentadas ao ministro.
António Ramos disse que há comandos que estão a obrigar os agentes a trabalhar em dias de folga, estando os polícias a ser prejudicados com a “carga horária”.
O sindicalista salientou que já foi apresentada uma providência cautelar para o suspender o despacho do comando da PSP de Faro, onde está a ser aplicado o horário das seis horas diárias (estabelecida por lei) mais meia hora.
O SPP vai ter uma reunião com a direção nacional da PSP para abordar os horários “ilegais” que estão a ser praticadas na Polícia.
O sindicato pediu também a Miguel Macedo que diligencie junto do Ministério das Finanças para que seja liberta a verba necessária para que a PSP possa repor todos os polícias nas posições remuneratórias estabelecidas no estatuto profissional, que entrou em vigor em janeiro de 2010.
António Ramos afirmou que atualmente há elementos policiais mais novos a auferirem vencimentos superiores aos mais antigos.
Sindicatos da polícia defendem reposição de dinheiro Público.pt
SPP espera que a questão dos horários fique resolvida em reunião ... RTP
Polícias graduados excecionalmente têm que devolver dinheiro à ... LUSA
Agente da PSP atropelado no Fundão
Armando
Ferreira, presidente do Sindicato Nacional da Polícia (Sinapol),
explicou à Agência Lusa que o agente estava "a trabalhar, em exercício
de funções" e encontrava-se "devidamente identificado", apesar de estar
vestido "à civil".
O dirigente sindical disse desconhecer em que circunstâncias ocorreu o atropelamento, seguido de fuga. De acordo com Armando Ferreira, o agente sofreu "um traumatismo" nas pernas.
O presidente do Sinapol afirmou que actualmente "começa a haver níveis preocupantes deste tipo de violência" contra elementos das forças de segurança, que perderam a autoridade que "deveriam ter".
"Infelizmente as leis não são suficientemente penalizadoras contra quem pratica estes crimes contra a autoridade", considerou Armando Ferreira.
O dirigente sindical disse desconhecer em que circunstâncias ocorreu o atropelamento, seguido de fuga. De acordo com Armando Ferreira, o agente sofreu "um traumatismo" nas pernas.
O presidente do Sinapol afirmou que actualmente "começa a haver níveis preocupantes deste tipo de violência" contra elementos das forças de segurança, que perderam a autoridade que "deveriam ter".
"Infelizmente as leis não são suficientemente penalizadoras contra quem pratica estes crimes contra a autoridade", considerou Armando Ferreira.
PSP precisa de mais de 100 milhões de euros
Os salários dos agentes não estarão em causa, garantiu o MAI esta semana aos polícias.
A PSP precisaria de cerca de 100 milhões de euros para resolver o
problema financeiro actual. Segundo as estimativas da ASPP e SPP - os
maiores sindicatos desta polícia - este seria o valor exigível para
suprir as necessidades financeiras mais graves em áreas tão
diversificadas como a segurança social, o sistema de saúde, combustíveis
e meios de transporte, bens consumíveis e a melhoria das condições das
esquadras, além da garantia dos salários dos agentes.
Um dos problemas que os polícias querem ver resolvido "urgentemente" é a questão das novas posições remuneratórias, que entraram em vigor no ano passado mas que não estão a ser aplicadas a todos os profissionais, levando a discrepâncias nos vencimentos.
A situação não é, contudo, animadora. Esta semana os sindicatos ouviram da boca do ministro da Administração Interna que o Governo não tem dinheiro para pôr cobro a estes problemas.
"Para resolver a situação actual a PSP, ou o Estado, precisariam de cerca de 115 milhões de euros, segundo as últimas contas", diz Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia que representa mais de 11 mil agentes da PSP. Para o líder associativo este valor é, no entanto, muito volátil e "pode ter aumentado já face à avaliação realizada há cerca de dois meses". O presidente do Sindicato de Profissionais de Polícia, António Ramos, fala num intervalo de "90 a 100 milhões de euros" como meio para combater a crise financeira e de meios da polícia portuguesa.
"A situação é complexa e exige grande cuidado", refere António Ramos para quem o facto de o orçamento para a PSP não contemplar, a partir de Outubro, mais verbas para salários "é um factor muito preocupante". O líder da SPP referiu, ainda assim, que na reunião de quarta-feira com o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, teve a "garantia de que não haverá problemas relativamente a salários". Contudo, no mesmo dia, Paulo Rodrigues recebeu a confirmação por parte do ministro de que o problema financeiro do MAI "é realmente grave".
Embora reconheça que encontrar os mais de 100 milhões necessários para pôr as contas da PSP em dia é "tarefa quase impossível", o presidente da ASPP adianta que há problemas intermédios que seria mais fácil resolver. "Se o Governo resolvesse a questão dos 150 mil euros mensais que custa rectificar as promoções desde Janeiro, já seria bom e uma almofada sócio-profissional para justificar uma situação que é injusta e revela o não cumprimento da lei por parte do próprio Estado"
A PSP precisaria de cerca de 100 milhões de euros para resolver o
problema financeiro actual. Segundo as estimativas da ASPP e SPP - os
maiores sindicatos desta polícia - este seria o valor exigível para
suprir as necessidades financeiras mais graves em áreas tão
diversificadas como a segurança social, o sistema de saúde, combustíveis
e meios de transporte, bens consumíveis e a melhoria das condições das
esquadras, além da garantia dos salários dos agentes.Um dos problemas que os polícias querem ver resolvido "urgentemente" é a questão das novas posições remuneratórias, que entraram em vigor no ano passado mas que não estão a ser aplicadas a todos os profissionais, levando a discrepâncias nos vencimentos.
A situação não é, contudo, animadora. Esta semana os sindicatos ouviram da boca do ministro da Administração Interna que o Governo não tem dinheiro para pôr cobro a estes problemas.
"Para resolver a situação actual a PSP, ou o Estado, precisariam de cerca de 115 milhões de euros, segundo as últimas contas", diz Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia que representa mais de 11 mil agentes da PSP. Para o líder associativo este valor é, no entanto, muito volátil e "pode ter aumentado já face à avaliação realizada há cerca de dois meses". O presidente do Sindicato de Profissionais de Polícia, António Ramos, fala num intervalo de "90 a 100 milhões de euros" como meio para combater a crise financeira e de meios da polícia portuguesa.
"A situação é complexa e exige grande cuidado", refere António Ramos para quem o facto de o orçamento para a PSP não contemplar, a partir de Outubro, mais verbas para salários "é um factor muito preocupante". O líder da SPP referiu, ainda assim, que na reunião de quarta-feira com o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, teve a "garantia de que não haverá problemas relativamente a salários". Contudo, no mesmo dia, Paulo Rodrigues recebeu a confirmação por parte do ministro de que o problema financeiro do MAI "é realmente grave".
Embora reconheça que encontrar os mais de 100 milhões necessários para pôr as contas da PSP em dia é "tarefa quase impossível", o presidente da ASPP adianta que há problemas intermédios que seria mais fácil resolver. "Se o Governo resolvesse a questão dos 150 mil euros mensais que custa rectificar as promoções desde Janeiro, já seria bom e uma almofada sócio-profissional para justificar uma situação que é injusta e revela o não cumprimento da lei por parte do próprio Estado"
Ministro da Administração Interna recebe hoje mais cinco sindicatos das forças de segurança
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, prossegue hoje as reuniões com os sindicatos da polícia e associações profissionais da GNR.
Ao longo do dia de hoje, Miguel Macedo vai receber o Sindicato
Nacional da Polícia (SINAPOL), Sindicato dos Profissionais da Polícia
(SPP), Sindicato Nacional da Careira de Chefes de Polícia, Sindicato
Nacional das Polícias Municipais e Associação Sócio-Profissional
Independente da Guarda (ASPIG).
As reuniões com as estruturas sindicais sócio-profissionais das forças de segurança tiveram início na segunda-feira, tendo sido recebidos por Miguel Macedo a Associação Sindical de Oficiais de Polícia (ASOP) e o Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia (SNOP).
Horários de trabalho e salários dos polícias são os principais assuntos que o SINAPOL vai levar ao primeiro encontro com o ministro da Administração Interna.
O presidente do SINAPOL, Armando Ferreira, disse à agência Lusa que a direção nacional da PSP está a praticar "horários ilegais" ao "tirar dias de descanso" aos polícias.
Segundo Armado Ferreira, os agentes estão a trabalhar em dias de folga.
Já na semana passada, o Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), outra estrutura sindical que se vai reunir hoje com o ministro, admitiu interpor uma providência cautelar caso se mantenha a "carga horária" nas escalas de serviço dos polícias que trabalham nos comandos de Aveiro, Braga, Faro e Setúbal.
Segundo o sindicato, o gabinete jurídico do SPP já tem a providência cautelar pronta, estando só a aguardar pelos resultados da reunião com Miguel Macedo.
O SINAPOL vai ainda pedir ao ministro a exoneração da direção nacional da Polícia de Segurança Pública, considerando que "não serve os interesses dos polícias, da Polícia e do país".
Lusa
As reuniões com as estruturas sindicais sócio-profissionais das forças de segurança tiveram início na segunda-feira, tendo sido recebidos por Miguel Macedo a Associação Sindical de Oficiais de Polícia (ASOP) e o Sindicato Nacional de Oficiais de Polícia (SNOP).
Horários de trabalho e salários dos polícias são os principais assuntos que o SINAPOL vai levar ao primeiro encontro com o ministro da Administração Interna.
O presidente do SINAPOL, Armando Ferreira, disse à agência Lusa que a direção nacional da PSP está a praticar "horários ilegais" ao "tirar dias de descanso" aos polícias.
Segundo Armado Ferreira, os agentes estão a trabalhar em dias de folga. Já na semana passada, o Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP), outra estrutura sindical que se vai reunir hoje com o ministro, admitiu interpor uma providência cautelar caso se mantenha a "carga horária" nas escalas de serviço dos polícias que trabalham nos comandos de Aveiro, Braga, Faro e Setúbal.
Segundo o sindicato, o gabinete jurídico do SPP já tem a providência cautelar pronta, estando só a aguardar pelos resultados da reunião com Miguel Macedo.
O SINAPOL vai ainda pedir ao ministro a exoneração da direção nacional da Polícia de Segurança Pública, considerando que "não serve os interesses dos polícias, da Polícia e do país".
Lusa
02/08/2011
Efectivo é “intocável” para o director nacional da PSP
Garantia de Guedes da Silva no 136.º aniversário do Comando de Polícia de ÉvoraO director nacional da PSP, Guedes da Silva, disse ontem em Évora que apesar dos tempos de contenção o número de efectivos da PSP é "intocável".
"Não me lembro de uma época como esta, em que temos de rever formas de procedimento [...], mas o número de efectivos tem de ser intocável, obviamente", afirmou o superintendente--chefe antes da cerimónia do 136º aniversário da PSP de Évora, apesar de a polícia estar a "sofrer os efeitos e as contenções de ordem financeira impostas" pelo Estado.
Sobre o atraso na transferência do comando da PSP de Évora para as novas instalações (prevista para o início de 2011), Guedes da Silva disse que falta ultrapassar questões de "ordem burocrática".
Polícias andam a trabalhar mais horas por semana
Sindicato admite interpor providência cautelar
O Sindicato dos Profissionais de Polícia (SPP/PSP) admite interpor uma providência cautelar caso se mantenha a «carga horária» nas escalas de serviço dos polícias que trabalham nos comandos de Aveiro, Braga, Faro e Setúbal.
Segundo o SPP, nos comandos da Polícia de Aveiro, Braga, Faro e Setúbal está instalado o «mal-estar» devido às alterações nos horários de trabalho e que obrigam os polícias a trabalhar mais horas por semana.
Nos comandos de Aveiro, Braga e Faro, os agentes estão a fazer mais um turno por semana, o equivalente a seis horas semanais. Mas a situação «mais preocupante» é a que se vive na esquadra da Baixa da Banheira, no comando de Setúbal, onde os agentes são chamados nas folgas para fazerem «seis horas de serviço extra» em «operações stop».
Fonte sindical disse à agência Lusa que o gabinete jurídico do SPP já tem a providência cautelar pronta para a interpor junto do tribunal, estando só a aguardar pelos resultados da reunião que o sindicato vai manter na próxima semana com o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo.
No encontro, o sindicato vai exigir que as alterações aos horários «sejam suspensas de uma vez por todas». Caso se mantenha a «carga horária», o SPP vai interpor a providência cautelar.
De acordo com o SPP, dezenas de agentes encontram-se de baixa médica e mais de uma centena reclamou junto do director nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP) «por não aguentar fazer o seu horário normal acrescido de mais turnos que são aplicados quando os comandos o entendem».
Segundo o SPP, nos comandos da Polícia de Aveiro, Braga, Faro e Setúbal está instalado o «mal-estar» devido às alterações nos horários de trabalho e que obrigam os polícias a trabalhar mais horas por semana.
Nos comandos de Aveiro, Braga e Faro, os agentes estão a fazer mais um turno por semana, o equivalente a seis horas semanais. Mas a situação «mais preocupante» é a que se vive na esquadra da Baixa da Banheira, no comando de Setúbal, onde os agentes são chamados nas folgas para fazerem «seis horas de serviço extra» em «operações stop».
Fonte sindical disse à agência Lusa que o gabinete jurídico do SPP já tem a providência cautelar pronta para a interpor junto do tribunal, estando só a aguardar pelos resultados da reunião que o sindicato vai manter na próxima semana com o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo.
No encontro, o sindicato vai exigir que as alterações aos horários «sejam suspensas de uma vez por todas». Caso se mantenha a «carga horária», o SPP vai interpor a providência cautelar.
De acordo com o SPP, dezenas de agentes encontram-se de baixa médica e mais de uma centena reclamou junto do director nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP) «por não aguentar fazer o seu horário normal acrescido de mais turnos que são aplicados quando os comandos o entendem».
Subscrever:
Comentários (Atom)


